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Paraná

Primeira convocação do Vestibular 2024 da UEL tem 2.342 aprovados

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A Universidade Estadual de Londrina (UEL) divulgou nesta terça-feira (16) a 1ª convocação do Vestibular 2024 com 2.342 aprovados. A listagem completa pode ser consultada na Coordenadoria de Processos Seletivos (Cops) da UEL. Os aprovados devem fazer para a pré-matrícula obrigatória até 2 de fevereiro no Portal do Estudante. O processo prevê que os estudantes façam um upload dos documentos pessoais e escolares, conforme descrito no Manual do Candidato.

A grande maioria dos aprovados (1.995) é do Paraná, seguido por São Paulo (310) e outros estados da federação (37). Entre os paranaenses convocados, 1.260 são de Londrina. Como vem ocorrendo nos últimos concursos, o total de mulheres superou o de homens aprovados: são 1.301 mulheres e 1.041 homens.

Com relação às cotas, neste vestibular foram aprovadas 32 pessoas com deficiência, 881 provenientes de escola pública, 289 negros de escola pública e 104 negros independente de percurso. O sistema universal registrou 1.036 estudantes aprovados nesta 1ª fase. O candidato mais velho foi aprovado no curso de Geografia e tem 64 anos, enquanto o mais jovem, de apenas 15 anos, escolheu o curso de Pedagogia.

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Estudantes não aprovados nesta 1ª convocação precisam se atentar para a declaração de interesse pela vaga, que dever ser feita de forma online, no site da Cops. Essa declaração poderá ser feita a partir das 17h desta terça (16) até o dia 9 de fevereiro. A UEL divulga o resultado da 2ª convocação no próximo dia 20 de fevereiro, a partir das 12h.

DESEMPENHO – A Cops também divulga nesta terça a classificação dos candidatos, bem como o Boletim de Desempenho (1ª e 2ª fases). Os resultados estarão disponíveis no site da Cops. As provas do último concurso foram realizadas em 29 de outubro (1ª fase) e nos dias 26, 27 e 28 de novembro (2ª fase) para mais de 16 mil inscritos do Paraná, São Paulo e outros estados. Os aprovados neste processo seletivo começam o ano letivo 2024 em junho.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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