Connect with us


Política Nacional

Previdência: exclusão de estados e municípios ‘não é o fim do mundo’, avaliam técnicos

Publicado em

Por Matheus Leitão- G1

A decisão do relator da reforma da Previdência, Samuel Moreira (PSDB-SP), de manter estados e municípios fora do parecer final apresentado nesta terça (2), na Comissão Especial da Câmara sobre o tema, “não é o fim do mundo”, de acordo com integrantes da equipe econômica.

Em conversa com o blog, técnicos do ministério da Economia afirmaram que o clima, mesmo com todos os desgastes entre o governo e o Congresso nos primeiros seis meses da gestão, é de otimismo com o texto e a aprovação da reforma, que ainda será votada em plenário.

Para a equipe do governo, o ideal seria que estados e municípios estivessem no texto que tramita na Câmara dos Deputados neste momento, mas a exclusão dessas unidades “não é o fim do mundo”, uma vez que a fiscalização das contas e dos regimes próprios será mais rígida a partir da aprovação da reforma da previdência federal e estados e municípios terão, em tese, que manter o compromisso de equilíbrio financeiro.

De acordo com esses integrantes do governo a inclusão dos estados e municípios neste momento da tramitação da reforma tornaria o processo mais rápido e automático, no entanto os líderes de cada unidade federativa terão liberdade para editar leis locais para se ajustarem em suas previdências.

Leia mais:  CPMI do INSS ouve ex-ministro da Previdência José Carlos Oliveira na quinta

“Perde fôlego se não incluir. Vai ser difícil. Mas ainda que seja mais complicado a aprovação das reformas locais, nós cremos que, em alguns estados, o processo andará até mais rápido do que foi a negociação atual no Congresso”, afirmou um dos integrantes da equipe econômica do governo ouvidos pelo blog.

A articulação feita pelos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), surtiu efeito e, segundo a equipe econômica, os governadores já estão mais animados com a possibilidade de serem incluídos na proposta em plenário.

“Do ponto de vista fiscal do país é muito importante e a entrada dos governadores pode, de fato, agregar mais votos”, avaliam.

O clima entre os integrantes da equipe econômica era, mesmo com a exclusão dos estados e municípios do texto final do relator, de otimismo também em relação ao conteúdo do parecer do deputado Samuel Moreira. Segundo eles, as alterações feitas são “discretas” e até corrigem alguns problemas do primeiro texto.

Comentários Facebook

Política Nacional

Três senadores concorrem ao cargo de deputado; quatro buscam a suplência

Published

on

selo_eleicoes_claro.jpg

Três senadores concorrem a cargos no Legislativo neste ano, mas fora do Senado: dois buscam o cargo de deputado federal e uma senadora tenta a vaga de deputada estadual.

Izalci Lucas (PL-DF) e Roberta Acioly (Republicanos-RR) são candidatos à Câmara dos Deputados. Já Mara Gabrilli (PSD-SP) concorre a uma vaga na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Os três estão na reta final de seus mandatos, que terminam em 31 de janeiro de 2027.

Suplência

Além disso, há quatro senadores, também em fim de mandato, que disputam a eleição deste ano como candidatos a suplente de senador:

  • Daniella Ribeiro (PP-PB) concorre na Paraíba na chapa de Nabor Wanderley (Republicanos). Nabor é pai do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta;
  • Dra. Eudócia (PSDB) concorre em Alagoas na chapa de Marina JHC (PSDB). Marina é casada com o filho de Dra. Eudócia, o ex-prefeito de Maceió João Henrique Caldas, conhecido como JHC;
  • Jader Barbalho (MDB) concorre no Pará na chapa do filho, Helder Barbalho (MDB), que foi governador desse estado até abril deste ano;
  • Nelsinho Trad (PSD) concorre em Mato Grosso do Sul na chapa de Reinaldo Azambuja (PL), que já foi governador desse estado. 
Leia mais:  Bittar sugere que Senado adie para 2027 sabatinas de indicados ao STF

Mudança de estado

Também há duas ex-senadoras que tentam voltar ao Senado, mas por estados diferentes daqueles que representaram em mandatos anteriores.

São Marina Silva (Rede), que foi senadora pelo Acre entre 2003 e 2011, e Simone Tebet (PSB), que atuou no Senado entre 2015 e 2023 representando Mato Grosso do Sul.

Desta vez, ambas são candidatas pelo estado de São Paulo.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262