Connect with us


Brasil

Prêmio Nacional do Turismo: conheça as iniciativas e profissionais habilitados para a próxima fase

Publicado em

Já estão definidos os profissionais e as iniciativas de destaque habilitadas a concorrer ao Prêmio Nacional do Turismo 2025, a mais importante premiação do setor no Brasil. No total, 423 inscritos passaram pela primeira fase e agora avançam para a etapa de análise das propostas, que acontece até 13 de novembro.

O resultado definitivo, com os finalistas de cada categoria, será divulgado no dia 21 de novembro. A partir desta data, terá início também a votação popular para a categoria “Profissionais de Destaque”, que ficará aberta até o dia 1º de dezembro.

Clique AQUI para acompanhar os resultados e o cronograma do Prêmio Nacional do Turismo.

A grande cerimônia de premiação, que celebrará os vencedores e o que há de melhor no turismo brasileiro, está marcada para 4 de dezembro. O prêmio, uma iniciativa do Ministério do Turismo, reconhece e proporciona visibilidade a projetos e carreiras que contribuem significativamente para o fortalecimento e a inovação do setor no país.

AVALIAÇÃO – As comissões julgadoras do Prêmio são formadas por profissionais e especialistas de renome no ramo turístico, com atuação reconhecida em áreas como gestão pública, pesquisa, inovação, sustentabilidade e promoção do turismo. Os grupos foram designados para avaliar, de forma independente e técnica, os méritos das inscrições e indicar os finalistas de cada categoria.

Leia mais:  Dia de Combate ao Fumo: Ministério da Saúde convida paulistas a compartilhar os desafios de parar de fumar

PREMIAÇÃO – A premiação é fruto de uma parceria entre o Ministério do Turismo e o Conselho Nacional de Turismo (CNT). O prêmio homenageia ações inovadoras, excelência em gestão e o impacto positivo de profissionais e prestadores de serviços turísticos comprometidos com o fortalecimento e o desenvolvimento sustentável do setor.

Mais que reconhecer boas práticas, a processo busca inspirar um compromisso contínuo com a inovação e a qualidade, incentivando ações que possam aprimorar as condições do turismo em diferentes territórios.

Por Victor Mayrink

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

Comentários Facebook

Brasil

População quilombola passa a contar com política nacional de saúde integral

Published

on

Para organizar a resposta do Sistema Único de Saúde (SUS) às necessidades da população quilombola, foi pactuada nesta quinta-feira (27/08), a Política Nacional de Saúde Integral da População Quilombola (PNASQ) no âmbito do SUS. A medida contou com a aprovação de gestores locais, estaduais e federais da saúde, durante a 8ª Reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), em Brasília (DF).

A PNASQ foca na superação de barreiras estruturais de acesso à saúde e no combate ao racismo e às desigualdades étnico-raciais que atingem as comunidades tradicionais. Para o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, a normativa busca incorporar as especificidades do território, cultura, identidade quilombola e trajetória ancestral ao planejamento e organização do cuidado no SUS.

“Essa política é resultado de uma luta histórica dos povos quilombolas pelo reconhecimento de suas vulnerabilidades, combate ao racismo e defesa da equidade em saúde. Hoje selamos a responsabilidade compartilhada entre estados, municípios e a união pela garantia do direito à saúde, à redução das desigualdades e à melhoria das condições de saúde e qualidade de vida dessa população”, destacou Massuda.

 A aprovação da política também foi comentada por lideranças quilombolas que atuam pela ampliação do acesso à saúde e pelo reconhecimento da cultura e identidade quilombola. Para Marinho da Estiva, coordenador Nacional da Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ), a expectativa é que a política possa acolher e cuidar das comunidades com respeito à sua história. “A gente espera que o nosso povo, as nossas práticas, os nossos saberes ancestrais na saúde do nosso povo quilombola sejam respeitados, nos postos de saúde, hospitais, pelas pessoas que estão na ponta”, reforçou.

Leia mais:  Ciência e inovação na pauta: MCTI e parlamentares discutem prioridades para o País

 As responsabilidades pela implementação da política serão compartilhadas e organizadas entre os três entes, cabendo à União a coordenação das ações da política – define diretrizes, apoia de forma técnica, informa e monitora; aos estados a articulação e apoio aos municípios para promoção da regionalização; e aos municípios a implementação, com planejamento, qualificação da atenção e promoção da participação social. A PNASQ utilizará os instrumentos do próprio SUS para viabilizar as suas ações, com financiamento também compartilhado entre as três esferas de gestão.

Participação social e equidade A política recebeu contribuições de gestores e da sociedade civil, por meio de consulta pública, conferências de saúde e recomendação do Conselho Nacional de Saúde (CNS), além de contar com um amplo e qualificado processo de diálogo com lideranças quilombolas, em uma agenda participativa e democrática de construção conjunta das propostas.

 “Estou dentro desse processo desde o começo. O Ministério da Saúde nos ouviu, nós sentamos e conversamos sobre a nossa política. E nós tivemos essa vitória. Para nós, ter essa conquista e chegar até onde nós chegamos, é um dia de muita alegria, de honra, mas sabemos que a caminhada está só começando. Sei que temos muitos desafios pela frente”, comemorou a quilombola Tereza de Jesus da Silva, integrante do Coletivo Nacional de Saúde Quilombola Graça Epifânio, da CONAQ.

Leia mais:  Pavilhões Brasil são inaugurados na COP30 com foco em iniciativas do país para combater mudança do clima

 Próximos passos

Com a pactuação federativa, o próximo passo para implementação da PNASQ é a construção de um plano operativo nacional, que definirá as prioridades, ações, metas, indicadores e responsabilidades dos gestores. Também serão criados instrumentos de monitoramento e avaliação da política, com estratégias, orientações e ferramentas para apoiar gestores na implementação e no enfrentamento das iniquidades e desigualdades as quais estão expostas as populações quilombolas.

Comunidades quilombolas

Para o SUS, as comunidades quilombolas são povos tradicionais definidos por sua ancestralidade, cultura e uma territorialidade que vai além da regularização das terras, servindo como espaço coletivo de reprodução social e identidade. Segundo o Censo de 2022, o Brasil possui mais de 1,3 milhão de quilombolas distribuídos por 1.696 municípios, com a maior concentração na Região Nordeste e, especificamente, no estado da Bahia.

 Apesar desse contingente, apenas 12,6% da população quilombola reside em territórios oficialmente delimitados. Diante disso, a PNASQ estende sua cobertura também aos contextos urbanos e favelas, reconhecendo que a autoidentificação e os vínculos étnico-raciais e comunitários independem de o território ser rural ou formalmente titulado.

Para garantir a integralidade do cuidado, é fundamental que as especificidades quilombolas sejam integradas aos processos de regionalização e regulação do SUS, assegurando o acesso a consultas especializadas, urgências e assistência farmacêutica.

Tatiany Volker Boldrini
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262