Connect with us


Paraná

Prefeitura de Ponta Grossa muda pagamento de transporte público e dinheiro não é mais aceito em embarques nos ônibus

Publicado em

Passageiros do transporte coletivo de Ponta Grossa ainda poderão pagar com dinheiro em embarques nos terminais — Foto: Divulgação/Prefeitura de Ponta Grossa

Os ônibus do transporte público de Ponta Grossa, nos Campos Gerais, não aceitam mais dinheiro em espécie como forma de pagamento da passagem. A mudança começou nesta quinta-feira (2).

A partir de agora só serão aceitos cartões de crédito ou débito que funcionem por aproximação ou os cartões do transporte do município. As modalidades do cartão Vale-Transporte e Vale Estudante ainda continuam em funcionamento.

O dinheiro físico ainda será aceito em pagamentos de embarques realizados nos terminais urbanos.

Atualmente, a tarifa do ônibus de Ponta Grossa custa R$ 4.

A prefeitura informou que os usuários podem optar por fazer o cartão transporte gratuitamente e colocar créditos, que poderão ser pagos em dinheiro, com cartões de crédito ou débito, ou por PIX.

Comentários Facebook
Leia mais:  Ceasa Curitiba vai sediar evento de cidadania e casamento coletivo em dezembro

Paraná

Policial civil denunciado pelo MPPR em Umuarama perde o cargo e é condenado a 5 anos e 9 meses de prisão por desviar caça-níqueis para explorar jogos ilegais

Published

on

Um agente da Polícia Civil do Paraná foi condenado à perda do cargo público e à pena de 5 anos e 9 meses de reclusão em regime inicial fechado, mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 12.144,00, pelo crime de peculato. A sentença foi proferida pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Umuarama, que julgou parcialmente procedente ação penal ajuizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná a partir da Operação Alcova, deflagrada em setembro do ano passado contra uma organização criminosa que explorava jogos de azar e jogo do bicho no município.

A investigação revelou que o policial civil, valendo-se das facilidades de sua função, desviou sete máquinas caça-níqueis que haviam sido apreendidas e que deveriam ser encaminhadas ao depósito judicial. O material foi transportado durante a noite e fora do horário de expediente, em uma viatura descaracterizada, até uma propriedade rural ligada ao grupo criminoso. Posteriormente, uma das máquinas foi localizada pela polícia, novamente em operação, em um dos bares pertencentes ao grupo.

Leia mais:  Nova base aérea da PMPR em Umuarama amplia presença policial no Noroeste e fronteira

Outras condenações – Além do policial, a Justiça condenou um empresário, apontado como gestor operacional e financeiro da organização criminosa, os proprietários de dois bares e o gerente dos equipamentos pelas práticas de organização criminosa e contravenção de jogos de azar e jogo do bicho. As penas foram de 6 anos, 4 meses e 10 dias mais cerca de R$ 75.900,00 de multa para o empresário, 5 anos, 4 meses e 5 dias mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 2.176 para um dos réus que administrava um bar e 8 anos, 4 meses e 5 dias de prisão mais multa de aproximadamente R$ 2.682 para os outros dois réus. Eles mantinham de forma estável pontos de aposta com máquinas de caça-níqueis, de apostas e aplicativos de bingo. Cabe recurso da decisão.

Processos 0005080-16.2025.8.16.0173 e 0013003-93.2025.8.16.0173

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262