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Paraná

Praias do Paraná ganham reforço de 120 pessoas pra limpeza nesta temporada

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Um total de 120 pessoas contratadas pela Sanepar começaram a trabalhar na limpeza das praias paranaenses desde o último sábado (21). O projeto faz parte do Verão Maior, projeto do governo do estado que vai até o dia 1.° de março de 2020. Diariamente, as equipes da Sanepar farão a coleta manual dos resíduos das praias, num trecho de 48 quilômetros de areia. O material recolhido será transportado pelas prefeituras para local adequado. Atividades de educação socioambiental também estão sendo realizadas.

O diretor de Meio Ambiente e Ação Social da empresa de saneamento, Julio Gonchorosky, destacou que a tarefa desempenhada pelos contratados é importante para garantir as praias mais limpas. O diretor também reforçou a necessidade do uso racional da água pelo veranistas e do correto descarte do lixo.

“O serviço de coleta e tratamento de esgoto no Litoral faz com o que o Paraná tenha as praias mais limpas do Brasil, com maior balneabilidade. Cumprimos, assim, nossa função principal que é levar qualidade de vida e saúde à população”, disse Gonchorosky à Agência Estadual de Notícias (AEN).

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Esgotamento Sanitário

De acordo com informações divulgadas pela empresa, a Sanepar aplicou mais de R$ 44 milhões na melhoria e ampliação do sistema de esgotamento sanitário, que aumenta em mais de 80% o atendimento com coleta e tratamento de esgoto no Litoral.

Ainda segundo a Sanepar, foram concluídas as obras de ampliação das estações de tratamento de esgoto de Matinhos e de Ipanema, e da estação elevatória de Guaratuba. A empresa também informou que vistoriou cerca de 4,1 mil imóveis, que passaram a ter rede coletora para verificar caixa de gordura e se a ligação está correta.

Abastecimento de água

A promessa é de que não haverá falha no abastecimento de água potável durante o período de veraneio nas praias. A Sanepar diz que implantou dois novos reservatórios em Pontal do Paraná (Balneário Atami e Canoas), fez a recuperação estrutural dos reservatórios de Guaratuba e da Praia Grande, e também da estação de tratamento de água de Matinhos. Em Guaratuba, foram implantados 4 quilômetros de rede de distribuição para reforçar o sistema.

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Também foram instalados geradores de energia nos principais sistemas de abastecimento que asseguram a continuidade do fornecimento de água mesmo em caso de falta de energia elétrica. As informações foram divulgadas no site da AEN.

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Paraná

Em Campina Grande do Sul, Ministério Público do Paraná denuncia por homicídio culposo médica que dirigia UTI pediátrica na qual morreram seis crianças em 2024

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O Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma médica que exercia a direção técnica da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica de um hospital. A profissional é acusada da prática de homicídio culposo contra seis crianças e recém-nascidos. A peça acusatória, oferecida no dia 14 de agosto, foi recebida pelo Judiciário nesta segunda-feira, 17 de agosto.

Áudio do Promotor de Justiça Éder Teodorovicz

As mortes ocorreram entre maio e julho de 2024. De acordo com a denúncia, os óbitos foram decorrentes de choque séptico e falência múltipla de órgãos, ocasionados por uma grave contaminação intra-hospitalar por bactérias multirresistentes no interior do setor.

A denúncia do Ministério Público aponta que a investigada deixou de observar regras técnicas de sua profissão e agiu com grave negligência ao se omitir na fiscalização e na garantia de aplicação de protocolos básicos de assepsia e biossegurança. A omissão da profissional permitiu um ambiente propício à contaminação cruzada por conta de práticas inaceitáveis realizadas pela equipe técnica, como a reiterada reutilização de luvas de procedimento entre pacientes distintos, a falta de higiene, incluindo privação de banhos, e o manuseio inadequado de tubos de intubação e acessos venosos.

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Além da responsabilização penal, o MPPR requereu a fixação de reparação financeira mínima de R$ 50 mil para cada família afetada.

Processo 0015945-30.2024.8.16.0013 (sob sigilo)

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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