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Brasil

Portos da Região Norte crescem mais de 31% e movimentam 12,6 milhões de toneladas em outubro

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Os portos da Região Norte do Brasil movimentaram 12,6 milhões de toneladas de cargas em outubro de 2025, volume 31,46% superior ao registrado no mesmo período de 2024, quando a movimentação somou 10,2 milhões de toneladas. Os números, da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), confirmam a trajetória de crescimento da atividade portuária na região.

Segundo o levantamento feito pelo Ministério de Portos e Aeroportos, o avanço foi impulsionado principalmente pela navegação interior, que respondeu por 7,4 milhões de toneladas, crescimento de 25,28% na comparação anual. A modalidade tem papel fundamental na integração logística regional, especialmente no escoamento da produção agrícola e mineral.

Portos da Região Norte - Outubro 2025
Portos da Região Norte – Outubro 2025

A navegação de cabotagem também apresentou desempenho positivo, com alta de 26,71% em relação a outubro do ano anterior, totalizando 872 mil toneladas movimentadas. O principal destaque foi o transporte de contêineres, que registrou crescimento de 128%, evidenciando o fortalecimento da cabotagem como alternativa logística eficiente, sustentável e competitiva.

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, os dados demonstram que investimentos estratégicos na região são importantes também para a logística nacional. “O desempenho da Região Norte reflete os investimentos em infraestrutura portuária e logística e reforça o papel dos portos como vetores de desenvolvimento econômico, integração regional e ampliação da competitividade das exportações brasileiras”, afirmou.

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Movimentação
A navegação de longo curso alcançou 4,4 milhões de toneladas, crescimento de 19,22% na comparação com outubro de 2024, mantendo papel relevante no fluxo de exportações da Região Norte.

Entre as principais mercadorias movimentadas no período, o milho liderou com 3,8 milhões de toneladas, seguido pela bauxita, com 1,9 milhão de toneladas, e pelos contêineres, que somaram aproximadamente 1 milhão de toneladas.

No recorte por terminal, o Porto de Vila do Conde (PA) registrou o maior volume movimentado em outubro, com 1,8 milhão de toneladas. Na sequência, o Porto de Santarém (PA) alcançou 1 milhão de toneladas movimentadas no período.

Crescimento nacional
O resultado da Região Norte acompanha o bom momento do setor portuário brasileiro. Segundo a Antaq, os meses de setembro e outubro registraram movimentações de 120,4 milhões e 121,5 milhões de toneladas, respectivamente, os maiores volumes da série histórica.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Brasil

Edipo Araujo participa do lançamento da Embrapa em Jequié (BA)

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Após alguns dias de diálogo com o setor pesqueiro em Pernambuco, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, foi a Jequié (BA), neste sábado (23/05) para diversas agendas. Entre elas, está o lançamento da nova sede da Embrapa no estado, que ainda entrará em construção. 

A Embrapa da região terá como foco a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias para a agricultura familiar, incluindo a pesca e a aquicultura. Para o ministro, a implantação da nova sede representa um grande passo no desenvolvimento aquícola da região. “Precisamos fortalecer e dar visibilidade a esse segmento. E essa Embrapa vai trazer bons frutos para o desenvolvimento para a piscicultura baiana”, afirmou. 

Além disso, o ministro foi uma das autoridades presentes na abertura da 45ª Exposição Agropecuária, Industrial e Comercial de Jequié (Expo Jequié), evento promovido pelo sindicato dos produtores rurais do estado. 

Edipo Araujo ainda aproveitou a visita para se reunir com representantes dos setores pesqueiro e aquícola locais. O objetivo foi discutir o potencial aquícola da região e estratégias para o desenvolvimento sustentável da atividade. 

O ministro ressaltou a importância do pescado para os mais de 1,7 milhão de pescadores profissionais e os mais de 33 mil aquicultores em todo o Brasil, representando R$ 15 bilhões do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. “Pescado de qualidade, com alto valor nutritivo, com menor pegada de carbono, é isso que sai das mãos dos trabalhadores da pesca e aquicultura das águas do nosso país.

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Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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