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Porto de Paranaguá recebe maior navio da história do Paraná em capacidade

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O navio porta-contêineres MSC C. Montaine, que atracou neste sábado (30) no Porto de Paranaguá, é a maior embarcação em capacidade já recebida nos portos paranaenses. Com 366 metros de comprimento e 51 metros de largura, o navio supera as embarcações irmãs MSC Elisa XIII e MSC Natasha XIII, recebidas em janeiro e fevereiro deste ano. As duas medem 366 metros de comprimento e 48,20 metros de largura.

O MSC C. Montaine tem capacidade para transportar até 15.413 TEUs (medida utilizada para 20 pés de comprimento de contêiner). A capacidade de carga é 6,7% maior do que os navios MSC Elisa XIII e MSC Natasha XIII (14.432 TEUs). A desatracação está marcada para esta segunda-feira (1º) e o destino das cargas é o mercado asiático.

“O Porto de Paranaguá foi o primeiro porto brasileiro a receber a autorização oficial para operação de um navio deste porte e também o primeiro a operar de fato navios New Panamax. A qualidade da infraestrutura, aliada à segurança operacional, nos permite receber regularmente estas novas embarcações, demonstrando a capacidade e confiabilidade do nosso porto”, destacou o diretor de Operações da Portos do Paraná, Gabriel Vieira.

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Para receber os meganavios, a Portos do Paraná investe em obras de derrocagem e serviços de dragagem para aumentar a profundidade do canal. Atualmente, no terminal de contêineres, o calado, que é a profundidade entre o ponto mais baixo do navio até a linha d’água, está com 12,3 metros nos canais principal e alternativo.

A movimentação de cargas pelos Portos do Paraná está em alta. No primeiro bimestre deste ano houve um crescimento de 19% na movimentação geral. Foram 10,4 milhões de toneladas este ano contra 8,7 milhões de toneladas no mesmo período de 2023.

Fonte: Governo PR

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Reta final: pavimentação entre Mandirituba e São José dos Pinhais chega a 84,19%

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A pavimentação da ligação metropolitana em concreto que conecta os municípios de Mandirituba e São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), entrou em sua reta final de execução. Uma nova medição oficial aponta que o projeto atingiu 84,19% de conclusão, consolidando o avanço definitivo de uma das principais intervenções de infraestrutura viária do Estado.

Com investimento de R$ 111,8 milhões do Governo do Estado, coordenado pela Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep), a obra de 26 quilômetros de extensão começa a desenhar seu cenário definitivo. A escolha pelo pavimento rígido de concreto — que assegura maior durabilidade, alto desempenho estrutural e baixa necessidade de manutenção — já transforma a realidade local à medida que os trabalhos se aproximam da entrega, prevista para agosto de 2026.

Com a obra concentrada nesta etapa final, os serviços que antes se dividiam entre terraplenagem, drenagem e base já dão lugar, na maior parte do traçado, ao acabamento: lançamento de concreto, sinalização horizontal e vertical, e os dispositivos de segurança que vão acompanhar a rodovia. A proximidade entre os percentuais de execução dos diferentes trechos mostra um cronograma que avança de forma equilibrada ao longo de toda a extensão.

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A ciclovia, prevista desde o início do projeto como parte das melhorias de funcionalidade da via, ganha corpo justamente nos segmentos que ficam entre o trecho central, já quase pronto, e as duas extremidades da obra, reforçando o caráter da via como uma rodovia pensada também para a mobilidade de quem usa bicicleta no dia a dia entre os municípios da região.

Para o diretor-presidente da Amep, Gilson Santos, o estágio atual da obra demonstra a evolução consistente do empreendimento e permite vislumbrar a entrega de uma importante demanda regional. “Estamos entrando na reta final de uma obra estratégica para a mobilidade metropolitana. Com mais de 84% dos serviços executados, já é possível perceber a transformação que essa nova ligação proporcionará, melhorando a circulação de pessoas, impulsionando o desenvolvimento regional e fortalecendo a integração entre os municípios”, destaca.

Mais do que aproximar duas importantes cidades, a nova rodovia funcionará como um estratégico corredor logístico para o Sul da RMC, conectando diretamente duas das principais rodovias federais do país: a BR-116 e a BR-376.

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Quando inaugurada, a estrutura vai otimizar o escoamento de produção e a mobilidade urbana, beneficiando diretamente não apenas Mandirituba e São José dos Pinhais, mas todo um ecossistema regional que inclui os municípios de Quitandinha, Agudos do Sul, Piên, Campo do Tenente e Rio Negro. Com o cronograma mantido e ritmo intenso, a ligação metropolitana se prepara para abrir novos caminhos para o desenvolvimento paranaense em agosto.

Fonte: Governo PR

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