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Ponta Grossa terá um novo Centro Especializado em Reabilitação

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A ministra de Estado da Saúde, Nísia Trindade, esteve em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais, para anunciar a construção de um novo Centro Especializado de Reabilitação (CER) em parceria com a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Ao todo, os recursos investidos somam R$ 7,8 milhões e visam a expansão da Rede de Atenção da Linha de Cuidado à Saúde da Pessoa com Deficiência. 

Uma das principais funções dos CERs é promover a autonomia e independência das pessoas com deficiência por meio da habilitação e reabilitação de funcionalidades, a partir de uma ampla gama de serviços, que vão desde diagnósticos precisos, tratamentos especializados até a concessão, adaptação e manutenção de tecnologia assistiva.

O projeto prevê consultórios de fisiatria, ortopedia, neurologia, oftalmologia, otorrinolaringologia e atendimentos interdisciplinares. Estão previstos também box de terapias, áreas de convivência, espaços de recreação e atividades lúdicas, e salas de atendimentos terapêuticos, atividades de vida prática, orientações de mobilidade, estimulação precoce, orientação para uso funcional de recursos para baixa visão, cinesioterapia e mecanoterapia, audiometria, e adaptação para aparelho de amplificação sonora individual.

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“A saúde pública é um direito fundamental e uma parceria positiva com os estados é fundamental para expandir o acesso aos serviços”, avaliou a ministra.

“Essa iniciativa visa não apenas aperfeiçoar a cobertura assistencial, mas também garantir que as pessoas com deficiência tenham acesso facilitado a serviços e cuidados especializados. O governador Ratinho Junior possui grande sensibilidade e este é um passo acertado para expandir a qualidade de vida de muitos paranaenses”, destacou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Nos últimos anos, o Paraná tem dado passos significativos na expansão da rede de CERs. Em 2018, o Estado contava com apenas um CER habilitado. Dede então, esse número cresceu significativamente e hoje soma seis CERs habilitados, incluindo um na modalidade IV, que atende os quatro tipos de deficiência previstos na legislação. O governo federal quer implantar 45 novos CERs em todo o País para ampliar o acesso e a qualidade dos serviços de saúde prestados a essa parcela da população. 

A prefeita de Ponta Grossa, Elizabeth Schimidt, comemorou os investimentos. “Nosso município recebe este novo CER com muita alegria. São recursos que tocam áreas sensíveis da população e auxiliam a promover uma vida mais inclusiva”, considerou.

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MAIS MÉDICOS – Ainda em Ponta Grossa, a ministra participou do acolhimento de 30 novos profissionais do Programa Mais Médicos ao município, buscando garantir uma integração harmoniosa dos médicos ao sistema de saúde estadual.

PRESENÇAS – Também acompanharam o evento os deputados federais Aliel Machado e Zeca Dirceu; o reitor da UEPG, Miguel Sanches; e a diretora-geral do Hospitais Universitários da UEPG, Fabiana Mansani. 

Fonte: Governo PR

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Em Campina Grande do Sul, Ministério Público do Paraná denuncia por homicídio culposo médica que dirigia UTI pediátrica na qual morreram seis crianças em 2024

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O Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma médica que exercia a direção técnica da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica de um hospital. A profissional é acusada da prática de homicídio culposo contra seis crianças e recém-nascidos. A peça acusatória, oferecida no dia 14 de agosto, foi recebida pelo Judiciário nesta segunda-feira, 17 de agosto.

Áudio do Promotor de Justiça Éder Teodorovicz

As mortes ocorreram entre maio e julho de 2024. De acordo com a denúncia, os óbitos foram decorrentes de choque séptico e falência múltipla de órgãos, ocasionados por uma grave contaminação intra-hospitalar por bactérias multirresistentes no interior do setor.

A denúncia do Ministério Público aponta que a investigada deixou de observar regras técnicas de sua profissão e agiu com grave negligência ao se omitir na fiscalização e na garantia de aplicação de protocolos básicos de assepsia e biossegurança. A omissão da profissional permitiu um ambiente propício à contaminação cruzada por conta de práticas inaceitáveis realizadas pela equipe técnica, como a reiterada reutilização de luvas de procedimento entre pacientes distintos, a falta de higiene, incluindo privação de banhos, e o manuseio inadequado de tubos de intubação e acessos venosos.

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Além da responsabilização penal, o MPPR requereu a fixação de reparação financeira mínima de R$ 50 mil para cada família afetada.

Processo 0015945-30.2024.8.16.0013 (sob sigilo)

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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