Paraná
Policiais penais recebem capacitação para difundirem novas técnicas de segurança
A Escola de Formação e Aperfeiçoamento Penitenciário da Polícia Penal do Paraná (Espen) realizou nesta terça-feira (09) a solenidade de formatura de 40 profissionais no curso de instrutores de técnicas não letais. A formação é uma das iniciativas do Governo do Estado para aprimorar a atuação dos policiais penais e promover uma cultura de segurança mais eficiente e responsável. O uso de técnicas não letais é cada vez mais recomendado pelas forças de segurança.
O curso capacitou os policiais como multiplicadores do conhecimento e faz parte do planejamento estratégico da Espen de aperfeiçoar o corpo de instrutores para promover treinamento contínuo. Ele durou sete dias. O treinamento teve 64 horas/aula e abordou temas como estilos de aprendizagem, tecnologias não letais, postura e expressividade e didática aplicada ao ensino operacional.
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Ao final do curso, os policiais passaram por avaliações práticas e teóricas em tecnologias não letais e por avaliações de desempenho, na apresentação de um plano de aula.
O curso foi regulado por edital e as vagas distribuídas para policiais de todas as regionais administrativas da Polícia Penal, sendo reservadas quatro vagas exclusivas para policiais mulheres.
“Temos que buscar aprimoramento constante e este curso é uma forma de ofertar conhecimento e qualificação aos policiais penais. É uma maneira de garantir uma atuação mais segura e efetiva dentro das unidades prisionais, uma vez que o uso correto das técnicas não letais ajuda os policiais em situações de conflito”, disse o diretor da Espen, Rodrigo Fávaro. A Espen é vinculada ao Departamento de Polícia Penal do Paraná (Deppen-PR).
Fonte: Governo PR
Paraná
Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre
O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .
Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.
Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.
GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.
O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.
“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.
Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.
IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.
Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.
A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.
Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.
Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.
Fonte: Governo PR
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