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Polícia Civil do Paraná comemora sete anos do Grupamento de Operações Aéreas

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) comemorou neste mês sete anos de criação do Grupamento de Operações Aéreas (GOA), que realiza voos de policiamento de repressão qualificada. Durante os últimos sete anos, o grupamento possibilitou que a PCPR expandisse a sua atuação através do reforço aéreo, participando de operações exclusivas e programadas para cumprimento de mandados por todo o Paraná.

Em 2022, houve 539 voos em apoio às operações da própria instituição e da Polícia Federal, além do transporte de órgãos, em conjunto com a Divisão de Transporte Aéreo da Casa Militar do Governo do Estado. Em 2021, foram 386 missões contabilizadas, ou seja, houve aumento de 39,6% no número de missões realizadas na comparação com o ano anterior.

O delegado da PCPR e chefe do GOA, Renato Coelho de Jesus, conta que o grupamento de operações aéreas tem realizado inúmeros apoios às unidades de execução da polícia judiciária. “Conseguimos, através das aeronaves, prestar apoio no cumprimento de mandados de busca e apreensão, mandados de prisão, perseguições policiais e outras diversas atividades fins da Polícia Civil. É um recurso extremamente ágil que possibilita imediato cumprimento de medidas por parte das autoridades policiais”, afirma.

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Desde que iniciou os trabalhos, em 2016, a unidade dispõe de dois helicópteros R44, um helicóptero Bell 407, um avião Beecheraft modelo Baron B58 e um helicóptero Eurocopter AS 350, locado. Atualmente, o GOA conta com três comandantes, cinco copilotos e três operadores aerotáticos para os helicópteros. Além deles, são mais dois copilotos em ascensão para comandantes de aeronave de asa fixa (avião).

Fonte: Governo PR

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MPPR ajuíza ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela prática de “rachadinha”

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No Litoral do estado, o Ministério Público do Paraná ajuizou ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra uma vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela possível prática de “rachadinha”. Eles teriam exigido de assessores ocupantes de cargos em comissão lotados no gabinete da parlamentar valores referentes a diárias pagas pela Câmara Municipal a pretexto de participação em cursos e atividades na capital.

Os fatos apurados teriam ocorrido entre 2025 e 2026. Pelos mesmos delitos, a vereadora e seu esposo já foram denunciados pelo crime de concussão (quando um agente público exige vantagem indevida em razão do cargo que exerce), e a ação penal já foi recebida pelo Judiciário. (Processo 0002180-03.2026.8.16.0116).

Coação – As investigações tiveram início a partir de representação feita por uma assessora da vereadora, que seria uma das vítimas da prática criminosa. De acordo com o apurado, os assessores eram coagidos a solicitar à Câmara Municipal o pagamento de diárias para a realização de cursos em Curitiba, devendo entregar à parlamentar, em dinheiro ou por Pix, o saldo remanescente (os valores restantes das diárias que não foram utilizadas para o custeio de despesas pessoais e que deveriam ser devolvidos aos cofres da Câmara).

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A maior parte das cobranças era feita em reuniões na residência da vereadora e de seu marido, para as quais os assessores eram convocados e orientados a deixarem seus celulares do lado de fora do ambiente.

Além da condenação dos dois por ato de improbidade administrativa, a Promotoria de Justiça requer o imediato afastamento do cargo da vereadora e a decretação da indisponibilidade de bens de ambos no montante de R$ 45.299,64, valor equivalente ao enriquecimento ilícito supostamente obtido pelos investigados.

Matéria anterior:

14/07/2026 – MPPR denuncia vereadora de Matinhos e seu marido, investigados por exigirem repasse de parte das diárias recebidas por assessores lotados em seu gabinete

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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