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Paraná

Polícia Civil confecciona 411 carteiras de identidade na PCPR na Comunidade em Colombo

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) levou serviços de polícia judiciária e orientações à população de Colombo, Região Metropolitana de Curitiba, durante o PCPR na Comunidade, que aconteceu no sábado (6) e domingo (7), na Escola Municipal Antônio Costa. No evento foram atendidas, aproximadamente, 850 pessoas e confeccionadas 411 carteiras de identidade.

Durante o PCPR na Comunidade, os policiais civis prestaram serviços de polícia judiciária, confeccionaram carteiras de identidade e repassaram orientações sobre como fazer denúncias, prevenções e quais as medidas que podem ser tomadas ao ser vítima de um crime.

A disponibilização das atividades visa ajudar a população mais carente e com dificuldade de acesso aos serviços da PCPR, aproximando a instituição da comunidade. 

De acordo com a diretora da escola Gesiele Toledo, a ação no local foi muito importante para a comunidade, visto que muitos moradores não possuem condições para solicitar e confeccionar o RG.  

“Foi um prazer receber o evento em nossa escola com diversos serviços da Polícia Civil. É uma grande oportunidade, principalmente para população que precisa fazer a primeira e segunda via da identidade”, afirma a diretora.

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Também foram promovidas apresentações do grupo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial da PCPR (Tigre) e do Núcleo de Operações com Cães. Os policiais civis também realizaram atividades lúdicas com as crianças, como pinturas e jogos.

INCLUSÃO – Além do público previamente agendado para confecção das carteiras de identidade, também foram atendidos os autistas da Associação dos Autistas de Colombo. A presidente da associação, Adriana Mendes, agradeceu o apoio e parceria da PCPR na ação. “Estou muito feliz e grata por essa iniciativa, que traz cidadania e inclusão aos nossos autistas do município”, disse.

PROJETO – O PCPR na Comunidade é um projeto que ocorre regularmente em todo o Paraná. Seu objetivo é levar serviços de polícia judiciária à população, promover atendimento humanizado, auxiliar na identificação de possíveis vítimas e na conclusão de investigações, além de fortalecer a eficiência na prestação do serviço público e representar a instituição em atividades em prol da sociedade.

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SOLICITAÇÃO – Quem tiver interesse no projeto, pode enviar um e-mail para [email protected]. O setor de comunicação da PCPR irá entrar em contato para alinhar todas as informações e promover o evento no local solicitado. Mais informações sobre o projeto podem ser verificadas AQUI.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.

Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.

Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.

Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.

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Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

Fonte: Ministério Público PR

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