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PF deflagra operação para combater contrabando de cigarros e prende envolvidos em Umuarama

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O Bemdito

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta terça-feira (11) a Operação Contorno Norte, para prender líderes de organização criminosa especializada no contrabando de cigarros de origem paraguaia. Houve cumprimento de mandados de busca e apreensão em Umuarama e Alto Paraíso.

Cerca de 80 policiais federais cumpriram 20 mandados de prisão preventiva e 17 mandados de busca e apreensão, nas cidades de Nova Esperança, Guaíra, Umuarama, Alto Paraíso e Mundo Novo no Mato Grosso do Sul. Além disso, foram deferidos judicialmente o bloqueio de contas bancárias, o sequestro de bens imóveis e a apreensão de veículos vinculados aos investigados. Em Umuarama, de acordo com a PF, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão e oito de prisão.

As investigações tiveram início em maio de 2016, após uma carreta carregada com cigarros contrabandeados colidir com um veículo onde estavam um casal e uma criança no Contorno Norte de Maringá levando à morte a mulher.

As apurações permitiram identificar uma organização criminosa responsável pelo transporte da carga contrabandeada. Foi constatado que os cigarros eram introduzidos em território nacional a partir de Salto Del Guairá, no Paraguai, utilizando uma rede de funcionários, olheiros, barqueiros, carregadores e motoristas.

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Durante os três anos de apuração, a polícia prendeu 204 membros da organização criminosa, realizou 130 flagrantes de contrabando, além da apreensão de 156 caminhões e outros 60 veículos utilizados nos crimes. Também foram apreendidas cerca de 105 mil caixas de cigarros, o equivalente a 52 milhões de maços. As mercadorias foram avaliadas em R$ 250 milhões pela Receita Federal, gerando aproximadamente R$ 360 milhões em tributos e multas.

Verificou-se ainda que grande parte das carretas utilizadas nos transportes ilícitos eram oriundas de furtos e/ou roubos, com posterior clonagem das placas. O grupo chegou a utilizar 6.700 linhas telefônicas cadastradas em nome de terceiros para a prática do crime.

(Mais informações na sequência)

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Rapaz não aceita o termino, mata ex-namorada carbonizada e comete suicídio em Mato Grosso

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Rapaz não aceita o termino, mata ex-namorada carbonizada e comete suicídio, aponta Polícia

Dois corpos foram encontrados na manhã deste sábado (27), próximo do Parque de Exposições de Santa Carmem (531 km ao Norte de Cuiabá). Um deles a polícia acredita que seja de uma professora de 25 anos. Ele estava carbonizado dentro de um veículo – também destruído pelo fogo. O outro já foi identificado e é de um rapaz de 20 anos, que estava enforcado perto do carro. Ao que tudo indica, o crime foi passional e pode ter sido um feminicídio seguido de suicídio.

Conforme as informações obtidas pelo , o caso foi registrado por volta das 6h30, quando testemunhas encontraram o corpo de Carlos Eduardo Cordeiro da Luz, 20, pendurado por uma fita reboque. A ocorrência de suicídio tomou outra proporção quando, cerca de 5 metros do local, havia um carro queimado com um corpo dentro.

Diante do flagrante, o local foi isolado, Polícia Civil e Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec) foram acionadas. Constatou que o carro estava em nome de Keylane Costa Martins, 25, apontada como a possível vítima carbonizada. Além de o veículo estar no nome dela, a jovem não foi localizada pela Família. Keylane e Carlos tiveram um relacionamento, mas ele não aceitava o término e insistia em uma volta.

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Segundo a Polícia, Carlos já tinha histórico de violência doméstica e inclusive foi preso pelo crime em outubro de 2019. Perícia apontou que perto do rosto e do pescoço de Carlos haviam arranhões, o que pode significar uma tentativa de defesa da vítima, que acabou sendo morta e queimada pelo companheiro e em seguida, tirou sua própria vida.

Como o corpo de Carlos estava conservado, ele acabou sendo identificado por populares. As famílias foram avisadas por telefone. Mas, apesar de todos os indícios, a confirmação de que o corpo é de Keylane só será feita após um exame da Perícia.

Nas redes sociais, amigos já começam manifestam o luto por Keylane. Ela era pedagoga e ainda cursava arquitetura e urbanismo. Os corpos foram removidos pela Politec e o caso será investigado pela Polícia Civil de Sinop.

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