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Paraná

Perguntas a tratam de espécies ameaçadas e crimes ambientais

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Nesta semana, a edição do MP Responde traz duas perguntas relacionadas à questão ambiental. O promotor de Justiça Fábio Vermeulen Carvalho Grade, do Ministério Público do Paraná, esclarece dúvidas sobre crimes ambientais e espécies ameaçadas de extinção. Confira:

– É verdade que existem no Paraná espécies ameaçadas de extinção?

– Existem crimes contra o meio ambiente? Quais são?

Serviço à população – O MP Responde tem o formato de spot com aproximadamente um minuto de duração, nos quais procuradores e promotores de Justiça respondem perguntas relacionadas ao trabalho do Ministério Público e a assuntos jurídicos.

Os spots podem ser veiculados gratuitamente por qualquer rádio interessada. As perguntas são baseadas em questões da comunidade que chegam ao MPPR, e também é possível sugerir temas. Os contatos são o e-mail: [email protected] ou o telefone (41) 3250-4469.

Podcasts – Os programas de rádio do MPPR também são disponibilizados nas plataformas Spotify, Apple e Google Podcasts.

Edições anteriores:

– Estou interessado em comprar um terreno. Como posso saber se o loteamento está regularizado?

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– Quero construir uma casa num terreno que tem algumas árvores. Posso cortá-las para fazer a obra ou isso é proibido?

– Na minha cidade, alguns conselheiros tutelares não cumprem a norma da dedicação exclusiva. Isso é irregular? Pode ser denunciado?

– O Conselho Tutelar da minha cidade sabe que há estabelecimentos que vendem bebida e cigarro para menores, mas não fiscaliza. Desconfio que há conselheiros que fazem vista grossa por terem amizade com os donos desses locais. O que eu posso fazer?

– Uma pessoa da minha família precisa de atendimento psicológico. O SUS fornece esse atendimento gratuitamente?

– Minha filha precisa de um remédio indicado por um psiquiatra. Tenho direito a pegar o remédio de graça no SUS?

Todas as edições

Fonte: Ministério Público PR

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Paraná

Gaeco deflagra a Operação Pavio Aceso e cumpre 4 mandados para apurar desvio de explosivos comerciais e possível abastecimento de organizações criminosas

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O Núcleo Regional de Maringá do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, deflagrou nesta quinta-feira, 18 de junho, a Operação Pavio Aceso. A ação busca desarticular um grupo investigado pelo desvio, armazenamento irregular e comercialização clandestina de explosivos de alta potência oriundos de uma pedreira localizada em Campo Mourão, no Centro-Oeste do estado, além de apurar possíveis crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão nas cidades de Campo Mourão, Janiópolis e Cianorte, em endereços ligados aos investigados. As medidas judiciais foram expedidas pela 2ª Vara Criminal de Campo Mourão e incluem também o afastamento dos sigilos bancário e fiscal de pessoas físicas e jurídicas suspeitas de participação nos fatos investigados.

Investigação – As apurações tiveram início em maio de 2024, quando o Gaeco de Maringá recebeu informações sobre o possível desvio de aproximadamente 300 quilogramas de emulsão explosiva e aproximadamente 1,5 mil metros de cordéis detonantes armazenados em paióis de uma empresa que operava com Certificado de Registro (CR) junto ao Exército Brasileiro já vencido e mantinha os materiais em condições irregulares.

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Segundo as investigações, os explosivos desviados teriam como destino o mercado clandestino, com indícios de fornecimento para facções criminosas. A gravidade dos fatos é evidenciada por apreensões realizadas por forças de segurança ao longo do monitoramento do grupo e pelos elementos que apontam que parte do material ainda permanece em circulação.

O potencial destrutivo dos explosivos desviados e a possibilidade de sua utilização por organizações criminosas representam risco significativo à segurança pública, circunstância que motivou a adoção das medidas cautelares cumpridas nesta fase da investigação.

Nome da operação – A denominação “Pavio Aceso” faz referência ao perigo iminente decorrente da circulação clandestina de explosivos de uso controlado e à necessidade de interromper o fornecimento desses materiais antes que sejam empregados em ações criminosas de grande impacto.

Atendimento à imprensa – A partir das 10h30, a imprensa poderá obter mais informações sobre a operação no Núcleo Regional de Maringá do Gaeco (Avenida XV de Novembro, 455-A) e também pelo telefone: (44) 3226-6708.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

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Fonte: Ministério Público PR

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