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Agro

Pepinos híbridos de alta produtividade elevam padrão das lavouras brasileiras

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O cultivo de pepinos no Brasil vem registrando avanços significativos em produtividade e qualidade, impulsionados pelo desenvolvimento genético e pela adoção de híbridos mais resistentes e adaptáveis. Agricultores têm priorizado materiais com alto pegamento de frutos, coloração uniforme e tolerância a doenças, garantindo maior estabilidade ao longo dos ciclos e melhor retorno financeiro.

Híbridos versáteis para diferentes sistemas de cultivo

Os produtores brasileiros buscam sementes versáteis, capazes de apresentar alto desempenho tanto em cultivo protegido quanto a campo aberto. Segundo Rafael Zamboni, especialista em Cucurbitáceas, esses materiais devem produzir frutos firmes e uniformes, características essenciais para a comercialização.

Destaques da linha Topseed Premium

Entre os híbridos mais valorizados estão Murayama F1 e Robusto F1, da linha profissional Topseed Premium.

  • Murayama F1: Partenocárpico, com ótima performance em estufas e a campo, apresenta alta tolerância ao oídio, doença frequente no cultivo protegido. O híbrido possui entrenós curtos, garantindo que quase cada entrenó resulte em um fruto. Segundo Zamboni, é recomendada adubação 30% superior a outros materiais, acompanhando seu elevado potencial produtivo.
  • Robusto F1: Reconhecido por vigor da planta, brotação lateral intensa e predominância de flores femininas, apresenta frutos de coloração verde-escura e textura crocante, atendendo ao padrão comercial exigido. O híbrido se destaca pela resistência a doenças foliares e desempenho consistente em períodos de chuva, oferecendo segurança ao produtor.
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Benefícios para o produtor

O uso de híbridos como Murayama F1 e Robusto F1 permite maior constância na produção, redução de perdas por doenças e frutos de qualidade superior, atendendo tanto a mercados de consumo fresco quanto indústrias de processamento. Essa evolução genética e tecnológica reforça a competitividade do setor de pepinos no Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro

Déficit em conta corrente do Brasil supera expectativas em abril, aponta Banco Central

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O Brasil registrou em abril um déficit em transações correntes acima das expectativas do mercado, segundo dados divulgados pelo Banco Central nesta terça-feira. Apesar do resultado negativo nas contas externas, o país apresentou forte entrada de investimentos estrangeiros diretos, sinalizando manutenção do interesse internacional pela economia brasileira.

De acordo com o Banco Central, o déficit em transações correntes somou US$ 1,765 bilhão em abril. O resultado ficou muito acima da projeção de analistas consultados pela Reuters, que estimavam saldo negativo de US$ 200 milhões para o período.

No acumulado de 12 meses, o déficit em conta corrente alcançou o equivalente a 2,66% do Produto Interno Bruto (PIB). Em abril de 2024, o saldo negativo havia sido de US$ 1,636 bilhão.

Investimento estrangeiro direto supera projeções

Apesar do avanço do déficit externo, os investimentos diretos no país apresentaram desempenho robusto. Em abril, a entrada líquida de Investimento Estrangeiro Direto (IED) atingiu US$ 8,912 bilhões.

O volume ficou bem acima das expectativas do mercado, que projetavam US$ 5,4 bilhões, e também superou o registrado no mesmo mês do ano passado, quando os aportes somaram US$ 5,371 bilhões.

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O resultado reforça a percepção de continuidade do fluxo de capital estrangeiro para setores estratégicos da economia brasileira, mesmo em um ambiente global ainda marcado por incertezas fiscais e monetárias.

Conta de renda primária amplia rombo

Entre os componentes das contas externas, a conta de renda primária foi um dos principais fatores de pressão sobre o resultado consolidado de abril.

O déficit nessa conta chegou a US$ 6,801 bilhões, acima do rombo de US$ 5,018 bilhões observado em abril de 2024. A conta de renda primária reúne principalmente despesas com juros, lucros e dividendos enviados ao exterior.

Já o déficit na conta de serviços também apresentou crescimento. O saldo negativo ficou em US$ 5,044 bilhões no mês, frente aos US$ 4,091 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior.

Superávit comercial ajuda a reduzir pressão externa

Por outro lado, a balança comercial brasileira teve desempenho positivo e ajudou a conter uma deterioração ainda maior das contas externas.

Em abril, o superávit comercial alcançou US$ 9,707 bilhões, resultado superior aos US$ 6,957 bilhões registrados no mesmo mês de 2024.

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O avanço das exportações e o saldo favorável do comércio exterior seguem sendo fatores importantes para o equilíbrio das contas brasileiras, especialmente diante do aumento das despesas com serviços e remessas de renda ao exterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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