Connect with us


Paraná

PCPR usa drones, flagra venda de drogas e desarticula rede de tráfico em Matinhos

Publicado em

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) desarticulou um ponto de venda de drogas em Matinhos, no Balneário Gaivotas. A ação foi resultado de um mapeamento prévio feito pela própria PCPR com uso de drones, que permitiu identificar a movimentação típica de comércio de entorpecentes, com usuários indo até o imóvel para comprar drogas. Com o flagrante confirmado, a equipe abordou as pessoas que estavam no local.

O delegado da PCPR em Matinhos, Marcondes Ribeiro, disse que o sobrevoo foi fundamental na definição da estratégia e no mapeamento estratégico da área. “Por conta disso, foi possível efetuar o flagrante e romper com o ponto de tráfico de drogas”. A ação foi na tarde de segunda-feira (9).

Na área externa do imóvel, os policiais encontraram dois indivíduos. No interior havia um casal, abordado no momento em que saía de um dos quartos. As buscas no cômodo e com os suspeito resultaram na apreensão de 28 pinos de cocaína prontos para comercialização (19,7 gramas), dois pinos de cocaína vazios, 164 pedras de crack (25,4 gramas), R$ 700,35 e um celular com avarias. A ação teve apoio do Núcleo de Operações com Cães da PCPR.

Leia mais:  Saúde atua para assegurar certificação de Amigo da Criança a hospitais do Paraná

Os policiais prenderam os envolvidos em flagrante e encaminharam os presos ao plantão da delegacia. Na sala da residência, também foi localizado um simulacro de arma de fogo com avarias de uso.

NOVOS DRONES PARA AS FORÇAS DE SEGURANÇA – O Governo do Estado entregou, na última sexta-feira (6), 243 drones às forças de segurança do Paraná. Os equipamentos serão utilizados pela Secretaria da Segurança Pública (Sesp), pelo Corpo de Bombeiros (CBMPR) e as polícias Civil (PCPR), Militar (PMPR), Científica (PCIPR) e Penal (PPPR).

Esta foi a maior entrega de drones feita de uma só vez no Brasil. Com o novo lote, as forças de segurança do Paraná passam a contar com 298 equipamentos em operação. A Polícia Civil recebeu 58 drones, que serão utilizados principalmente em operações de investigação. 

O governador Ratinho Junior ressaltou que o reforço tecnológico é resultado de uma mudança estrutural na forma de investir em segurança pública no Paraná. “Saímos de um orçamento de R$ 2 bilhões no início do nosso primeiro ano de mandato para R$ 8 bilhões em segurança pública. É quase R$ 1 bilhão a mais por ano, fruto de boa gestão, de economia em coisas supérfluas para investir em que realmente importa”, afirmou.

Leia mais:  MPPR celebra TAC com empresa de reflorestamento que prevê pagamento de R$ 300 mil a comunidade quilombola e solução de problemas de acesso a estrada

Segundo o governador, os investimentos colocaram o Paraná no mesmo patamar de países de primeiro mundo no uso de tecnologia policial, como Alemanha, Israel, França ou Espanha. Ele destacou ainda o projeto Olho Vivo, que integra reconhecimento facial, leitura de placas e análise de comportamento.

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook

Paraná

MPPR cumpre mandados de prisão contra dez pessoas denunciadas por crimes ligados a loteamentos clandestinos rurais em Campo Magro e Almirante Tamandaré

Published

on

O Ministério Público do Paraná cumpriu nesta semana dez mandados de prisão contra pessoas denunciadas na Operação Fundo Falso, investigação conduzida pela 5ª Promotoria de Justiça de Almirante Tamandaré, em conjunto com o Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que apura atuação de organização criminosa na prática de diversos crimes relacionados à comercialização de loteamentos irregulares em imóveis rurais.

Entre os denunciados e alvo de um dos mandados de prisão, está um vereador do município de Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba, apontado como um dos líderes do grupo criminoso. As ordens judiciais foram cumpridas nesta quarta-feira, 16 de setembro, com o apoio do Núcleo de Curitiba do Gaeco. Dos dez alvos, três ainda não foram localizados e são considerados foragidos. O pedido para a decretação das prisões preventivas foi feito pelo Ministério Público na ocasião do oferecimento da denúncia, no dia 25 de agosto último.

De acordo com as apurações sobre os fatos, o grupo atuava de forma organizada para as práticas ilícitas, que consistiam na permanente busca ativa por imóveis rurais, predominantemente nos municípios de Campo Magro e Almirante Tamandaré, em especial imóveis sem incidência de atos ostensivos de exercício de posse pelos seus proprietários, ou imóveis de propriedade de pessoas idosas ou em processo de inventário. Em seguida, os investigados atuavam para obter informações e cópias de documentos de suas matrículas e registros e de eventuais certidões de óbito dos proprietários. Eram feitas simulações de vendas desses imóveis para intermediários, com a falsificação de documentos, e, a partir destes, a comercialização dos loteamentos irregulares.

Leia mais:  Em reta final, obras da Ponte de Guaratuba seguem inclusive no turno da noite

Para a manutenção das condutas criminosas, que, segundo as apurações, estão em curso desde 2021, os envolvidos praticavam ameaças e outros atos intimidatórios frente aos reais proprietários ou a pessoas que descobriam o esquema criminoso.

Outro aspecto identificado a partir das apurações foi o de que o grupo se valia da posição ocupada pelo vereador em Campo Magro para viabilizar a realização de obras públicas nos referidos locais onde fracionavam ilegalmente os imóveis rurais, além da obtenção de informações privilegiadas e antecipadas sobre as fiscalizações a serem realizadas pela municipalidade ou de interferência para impedir fiscalizações. As condutas denunciadas foram identificadas a partir de extensa análise de provas colhidas em fases anteriores da operação, incluindo trocas de mensagens de texto e áudios que comprovam as práticas apuradas.

Foram identificados, pelo menos, quatro loteamentos clandestinos nos municípios de Almirante Tamandaré e Campo Magro. Além dos dez integrantes da organização criminosa, houve oferecimento de denúncia em face de outras duas pessoas investigadas por participações no esquema ilícito, as quais tiveram determinadas judicialmente a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão. Também foram requeridas medidas cautelares pelo Ministério Público para o fim de bloquear os bens dos denunciados, o que igualmente foi deferido pelo Juízo.

Leia mais:  MPPR celebra TAC com empresa de reflorestamento que prevê pagamento de R$ 300 mil a comunidade quilombola e solução de problemas de acesso a estrada

Processo 0007837-42.2025.8.16.0024

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262