Polícial
PCPR realiza atendimento psicológico às mulheres vítimas de violência doméstica em São José dos Pinhais
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) fornece atendimento psicológico gratuito às mulheres vítimas de violência doméstica, na Delegacia da Mulher e do Adolescente da PCPR em São José dos Pinhais. O projeto ‘Flor de Lótus’ foi retomado nesta segunda-feira (21) e acontece em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social, Ministério Público do Paraná (MPPR) e o Centro Universitário Franciscana, Ampla e Empreendedora (FAE).
O projeto traz estudantes dos últimos períodos do curso de psicologia do Centro Universitário para que, supervisionados por psicólogos formados, realizem atendimentos às vítimas que chegam à delegacia da PCPR.
“O objetivo desse acompanhamento é organizar os sentimentos e o raciocínio da vítima, proporcionando acolhimento e encaminhando-a para serviços de saúde da assistência social”, afirma a psicóloga, supervisora local do estágio e servidora da prefeitura municipal de São José dos Pinhais, Terezinha Kulka.
A delegada da PCPR Sandra Mara Nepomuceno, afirma que o projeto é fundamental. “Trazemos a rede de apoio para as mulheres na delegacia, de forma a prestar um serviço mais humanizado à vítima de violência doméstica e familiar contra a mulher”, completa.
A estudante de psicologia Helliza Ulbrich ressalta que o projeto é importante para se inserir no âmbito da psicologia jurídica, entender um campo novo e estar mais preparada para o mercado de trabalho.
ATENDIMENTO- A iniciativa acontece na Delegacia da Mulher e do Adolescente da PCPR em São José dos Pinhais, todas as segundas-feiras, das 9h às 12h e das 13h às 17h, na Avenida Senador Souza Naves, nº 484, Centro, São José dos Pinhais/PR.
Fonte: PJC PR
Polícial
PCPR realiza primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil com agentes de sete forças de segurança
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizou neste mês de abril o primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil para polícia judiciária. A formação contou com a participação de 21 agentes de diferentes instituições de segurança pública do país.
O curso foi promovido pelo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (TIGRE) e pela Escola Superior da Polícia Civil do Paraná (ESPC).
Segundo o delegado-chefe do TIGRE, Thiago Teixeira, a capacitação teve como objetivo padronizar e profissionalizar o uso de algemas, além de estabelecer a adequação técnica da função de imobilizador tático na célula tático-policial.
Ele explicou que esta é a primeira iniciativa do país realizada no âmbito da Polícia Civil com esse modelo de instrução, voltado à realidade operacional da Polícia Judiciária.
“A proposta é ampliar a aplicação da função dentro da Polícia Civil, de modo que, no cumprimento de mandados, haja sempre um policial designado como imobilizador tático, responsável pela execução técnica da contenção durante as operações”, diz.
O curso reuniu integrantes da Polícia Civil do Paraná, Polícia Militar de Minas Gerais, Polícia Civil de Goiás, Polícia Civil do Rio Grande do Sul, Grupo de Pronta Intervenção da Polícia Federal, Núcleo Especial de Polícia Marítima da Polícia Federal e Serviço de Operações Especiais da Polícia Penal do Paraná.
As instruções foram ministradas por policiais do TIGRE da PCPR e do Grupo de Intervenção Rápida da Polícia Penal de São Paulo, com foco na aplicação técnica de procedimentos de algemação, na padronização operacional e na atuação do imobilizador tático dentro da célula policial.
Durante a capacitação, os participantes receberam formação para atuar como multiplicadores da técnica base de algemação, o que permite a disseminação do conteúdo em delegacias, unidades operacionais e instituições de segurança pública de diferentes estados.
A iniciativa estabelece um modelo de padronização técnica que amplia o alcance dos procedimentos operacionais para além da corporação paranaense, permitindo a expansão da doutrina para outras forças de segurança pública no país.
“A realização do curso representa a primeira formação deste tipo no âmbito da Polícia Judiciária brasileira e estabelece uma referência para a qualificação técnica de procedimentos ligados à imobilização e algemação em operações policiais”, explica o delegado.
Ele ainda ressalta que a padronização desses procedimentos busca ampliar a segurança do policial durante abordagens, fortalecer a base técnica das ações operacionais e assegurar respaldo jurídico na execução das atividades.
Fonte: PJC PR
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