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PCPR prende homem por violência doméstica contra mulher em Curitiba

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu um homem por lesão corporal praticada em contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher. A captura aconteceu nesta quinta-feira (11), em Curitiba.

O crime aconteceu no dia 1 de janeiro deste ano e foi praticado contra a convivente do indivíduo. 

No ano de 2021 a vítima já havia chamado a Polícia Militar do Paraná (PMPR) porque o homem chegou em casa bêbado e agido de forma agressiva. Na ocasião, não houve agressão física. 

“Por isso, os policiais apenas orientaram o casal sobre como proceder, sem que o homem fosse preso ou o caso seguisse adiante como crime de violência física naquele momento”, explicou o delegado da PCPR Pablo Andrade Amorim.

Após diligências investigativas e operacionais, os policiais civis localizaram o investigado, que foi cientificado acerca da decisão judicial e preso sem qualquer intercorrência.

O suspeito foi encaminhado ao sistema penitenciário.

DENÚNCIAS – A PCPR reforça o compromisso com a proteção de crianças, adolescentes e mulheres vítimas de violência.  Denúncias podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 197, da PCPR ou 181, do Disque-Denúncia.
Se o crime estiver acontecendo neste momento, a Polícia Militar deve ser acionada pelo telefone 190.

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Fonte: PJC PR

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PCPR indicia madrasta por coautoria em feminicídio de adolescente em General Carneiro

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) indiciou uma mulher, de 35 anos, por coautoria no feminicídio de uma adolescente, de 15, e por fraude processual em General Carneiro, no Sul do Estado. O crime ocorreu no dia 26 de janeiro de 2025 e a conclusão do inquérito foi divulgada nesta semana.

A investigação teve início após o registro do desaparecimento da adolescente. No dia seguinte, a vítima foi localizada morta, apresentando sinais de estrangulamento no pescoço.
Durante as diligências, foram reunidas provas testemunhais, telemáticas, periciais e comportamentais que indicaram inconsistências na versão inicialmente apresentada pelos envolvidos. 

De acordo com o delegado da PCPR Thiers Andregotti, a adolescente, o pai adotivo e a madrasta retornaram juntos de uma confraternização realizada em Porto União, em Santa Catarina, horas antes do crime.
Após o retorno à residência da família, ocorreu uma discussão envolvendo a vítima e os investigados. A partir desse momento, teria sido construída uma falsa narrativa de desaparecimento para ocultar a dinâmica dos fatos.

“Três dias após o crime, o pai adotivo da adolescente morreu. Antes do falecimento, ele gravou um vídeo assumindo a autoria do homicídio e afirmando que a companheira não teria participação no caso. No entanto, a investigação identificou elementos que apontam para o possível envolvimento da mulher na prática criminosa e em ações posteriores destinadas a dificultar a apuração dos fatos”, completou o delegado. 

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Entre os elementos reunidos, estão análises de aparelhos celulares, imagens de monitoramento, mensagens extraídas de dispositivos eletrônicos e diligências relacionadas à suposta destruição de provas. Também foram periciados objetos recolhidos durante a investigação, alguns deles com vestígios de sangue humano.

Ao final do inquérito, a autoridade policial concluiu haver indícios suficientes de que a investigada teria concorrido para a prática do feminicídio, além de atuar na ocultação de elementos relevantes para a investigação. Ela foi indiciada por feminicídio em concurso de agentes e por fraude processual.

O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público para análise e adoção das medidas cabíveis. A investigada responde ao procedimento sob monitoramento eletrônico. 

DENÚNCIAS – A PCPR reforça o compromisso com a proteção de crianças, adolescentes e mulheres vítimas de violência.  Denúncias podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 197, da PCPR ou 181, do Disque-Denúncia.
Se o crime estiver acontecendo neste momento, a Polícia Militar deve ser acionada pelo telefone 190.

Fonte: PJC PR

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