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PCPR prende envolvidos em invasão de campo e brigas durante partida da Taça Paraná

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) está nas ruas para cumprir 14 mandados judiciais contra suspeitos por invasão de campo e atos de violência praticados durante uma partida de futebol entre os times Capão Raso e Trieste em dezembro de 2025. A ação acontece nesta quinta-feira (15), em Curitiba.

A operação visa o cumprimento de três mandados de prisão preventiva e 11 de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados. A ação tem o apoio da Polícia Militar do Paraná (PMPR) e da Guarda Municipal de Curitiba.

O caso aconteceu durante a final do campeonato Taça Paraná. Antes do encerramento da partida, jogadores dos dois times iniciaram agressões físicas e, na sequência, torcedores invadiram o campo. Ao menos dois jogadores precisaram ser encaminhados para atendimento médico devido às lesões sofridas.

Após a confusão, a PCPR instaurou inquérito policial para identificar os envolvidos e esclarecer a dinâmica dos fatos. “Apuramos que houve premeditação, uma vez que foram identificadas ameaças em redes sociais e em aplicativos de mensagens na semana que antecedeu o jogo”, explica a delegada Sâmia Coser.

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Após investigação e individualização das condutas, a PCPR representou pelas medidas cautelares, que receberam parecer favorável do Ministério Público e foram deferidas pela Justiça competente.

“A operação visa não apenas a repressão aos crimes cometidos, mas a reafirmação do caráter pedagógico da Justiça Especializada, coibindo a transformação de eventos desportivos em cenários de criminalidade violenta”, complementa a delegada.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.

Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.

Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.

Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.

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Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

Fonte: Ministério Público PR

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