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PCPR prende 596 pessoas em operação nacional de combate à violência contra mulher

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu 596 pessoas entre os dias 21 de agosto e 15 de setembro em todo o Paraná durante a Operação Shamar, que aconteceu em todo o País. É uma ação coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) em combate à violência contra mulher. Foram 16 presos por feminicídio. Houve prisões em flagrante e em cumprimento de mandados judiciais.

Ao longo dos 25 dias os policiais civis também apreenderam 24 armas e 3.029 munições irregulares. Além disso, 3.155 boletins de ocorrência foram registrados, 4.028 vítimas atendidas e 2.519 medidas protetivas solicitadas ao Poder Judiciário.

Além das ações repressivas, que contaram com apoio das demais forças de segurança do Estado, foram realizadas ações educativas e de acompanhamento de medidas protetivas.  

A delegada-chefe da Divisão de Polícia Especializada, Luciana Novaes, diz que as ações chamam atenção para a necessidade de combate diário da violência doméstica e familiar. “Houve um interesse a nível de instituição para que todas as unidades participassem. Tivemos 152 delegacias participando dessa ação, com investigações próprias em diversas cidades. Eles trabalharam efetivamente ao longo de algumas semanas para fazer esse enfrentamento e também na parte educativa sobre o tema”, afirma. 

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Entre as ações educativas estiveram 130 palestras para mais 5 mil pessoas. As palestras foram ministradas em escolas, empresas e órgãos públicos por policiais civis. 

“Atuamos em duas frentes: a primeira repressiva e investigativa e a segunda de forma preventiva. Essas ações são de extrema importância para a conscientização. As forças de segurança pública sempre vão participar do combate à violência contra as mulheres, então é fundamental que as delegacias tenham essa frente de esclarecimento”, completa a delegada Bárbara Strapasson, da Delegacia da Mulher de Cascavel.

SHAMAR – A operação recebeu o nome Shamar pela origem hebraica da palavra, que significa cuidar, guardar, zelar, vigiar ou proteger.

Fonte: Governo PR

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Referência em urgência, Hospital do Trabalhador recebe mais de 50 ambulâncias por dia

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O Hospital do Trabalhador, em Curitiba, vem mantendo ao longo dos anos a posição de principal sentinela da saúde pública paranaense no atendimento a traumas, urgência e emergência. Investimentos recentes na ordem de R$ 55 milhões, entre ampliação da estrutura do Pronto Socorro, do heliponto, ambulâncias e modernos equipamentos, contribuem para ampliar a capacidade de atendimento da população.

A maior referência do Estado para traumas graves, recebe por dia, em média, 180 pacientes vítimas de traumas e entre 48 e 55 ambulâncias. Além disso, são admitidos cerca de 15 pacientes por mês chegando de helicóptero, que são os casos de maior gravidade.

Operando 100% pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a unidade própria da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) é a principal referência não só para Curitiba e Região Metropolitana, mas para todo o Paraná. A unidade funciona também com o atendimento de “porta-aberta” para a comunidade, realizando cerca de 60 a 70 atendimentos clínicos diários.

E manter essa engrenagem funcionando exige um exército de profissionais dedicados. São aproximadamente 5 mil trabalhadores. O corpo clínico e assistencial é composto por 819 profissionais de enfermagem (enfermeiros, técnicos e auxiliares) e 482 médicos. Também integram a equipe 49 fisioterapautas, 14 fonoaudiólogos, 12 farmacêuticos, 12 psicólogos, 14 assistentes sociais, 12 nutricionistas e oito dentistas.

“O Hospital do Trabalhador tem esse papel de ser a referência no atendimento dessa complexidade que é o paciente traumatizado, além de ser escola para novos médicos, berço para nascimentos e unidade de atendimento fundamental não só para Curitiba, mas para toda a Região Metropolitana e para o Estado do Paraná”, destacou o secretário de Estado da Saúde, César Neves.

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Atualmente, o HT conta com 260 leitos, 40 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) (40 leitos UTI Adulto + 10 leitos UTI Neonatal), três centro cirúrgicos, 14 salas cirúrgicas e maternidade, além de uma sala de hemodinâmica, o hospital mantém uma sala exclusiva para emergências 24 horas por dia.

A média mensal é de 800 cirurgias. Em 2025 foram 9,5 mil cirurgias, sendo 6,5 mil de emergência e 3 mil de urgência. Cerca de 70% dos procedimentos são ortopédicos, refletindo a expertise em traumas. Para dar suporte a esse volume, o hospital conta com três tomógrafos, sendo dois dedicados exclusivamente ao pronto-socorro para agilizar diagnósticos.

O diretor do Complexo Hospitalar do Trabalhador, Guilherme Graziani enfatizou a importância da unidade no atendimento de pacientes politraumatizados e de complexidades diversas. “O HT é o hospital em que se tem uma das melhores logísticas de atendimento de pronto socorro, a estrutura conta com quatro salas vermelhas (de primeiro atendimento), com duas tomografias ao lado e centro cirúrgico integrado. É uma logística que agiliza e facilita todo o atendimento, ainda mais levando em conta toda a demanda de ortopedia, cirurgia geral e neurocirurgia que recebemos diariamente no local”, disse.

Outro ponto fundamental do Hospital do Trabalhador, é que a unidade não fecha as portas, mesmo em cenários de excesso de demanda. “Quando a demanda está muito alta, o que pode ocorrer é uma espera para a admissão do paciente, mas aqui todos serão atendidos”, destacou Graziani.

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PRONTO-SOCORRO – Em novembro de 2025, o Pronto-Socorro do HT recebeu uma ampliação de 424 m² com investimento de R$ 2,5 milhões, garantindo assim melhorias na capacidade de atendimento e na qualidade assistencial.

Entre as novidades estão novos leitos para suturas e curativos, leitos para gesso e redução de fraturas, leitos para observação e aplicação de medicamentos, uma sala equipada com aparelho novo de raio-X, consultórios médicos, além de áreas de apoio como banheiros, vestiários, sala de utilidades, rouparia, zeladoria, guarda de equipamentos e materiais, e espaços de espera mais confortáveis para pacientes e acompanhantes.

Um exemplo é a sala de medicação, que contava com três poltronas de atendimento. Agora, o espaço conta com oito poltronas e sanitários, além da separação de atendimento entre homens e mulheres.

TRAJETÓRIA – Embora seja referência em trauma, o HT também é o berço de muitos paranaenses. A maternidade do CHT registrou números robustos em 2025, que incluíram 3.385 consultas de pré-natal e 3.306 partos, com uma predominância saudável de partos normais (1.982) sobre cesáreas (1.324).

HOSPITAL ESCOLA – O HT tem também um sólido programa de Residência Médica e investe na qualificação de ponta através de seu Centro de Simulação Realística, onde os profissionais treinam procedimentos complexos em ambientes controlados antes de enfrentarem o cenário real.

Fonte: Governo PR

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