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PCPR prende 20 suspeitos de integrar organização ligada ao tráfico no Oeste e Sudoeste do Estado

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu 20 pessoas suspeitas de integrar uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas em diversas cidades do Oeste e do Sudoeste paranaense. A ação aconteceu nas primeiras horas desta terça-feira (30) e contou com o apoio da Polícia Militar do Paraná (PMPR).

Ao todo, mais de 100 policiais estiveram em diligências para cumprir 20 mandados de prisão e nove de busca e apreensão com o apoio de cães de faro das duas instituições envolvidas. Entre os crimes investigados estão tráfico de drogas, associação para o tráfico e organização criminosa.

As ordens foram cumpridas em Salto do Lontra, Nova Prata do Iguaçu, Dois Vizinhos e Francisco Beltrão, no Sudoeste; Boa Vista da Aparecida, Cascavel e Medianeira, no Oeste; além de um alvo no estado do Mato Grosso. Nos endereços, foram apreendidos mais de R$ 3 mil em espécie, 12 celulares, 1,6 quilos de cocaína, uma porção de maconha e 200 gramas de crack. Diante dos ilícitos, quatro pessoas foram autuadas em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.

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A operação é resultado de investigações realizadas após uma outra ação policial ocorrida em 17 de janeiro de 2025 em cidades da região. Na ocasião, a PCPR prendeu 33 pessoas e aprendeu drogas, armas e outros elementos que contribuíram com o aprofundamento das apurações sobre a atuação da organização criminosa.

A PCPR identificou que os suspeitos mantinham uma rede criminosa com atuação dinâmica e pulverizada, utilizando ferramentas digitais, como aplicativos de mensagens, redes sociais e transações Pix, para viabilizar as atividades ligadas ao tráfico.

“O grupo operava com intensa comunicação virtual. A coordenação dos pontos de distribuição, o controle das entregas e o contato com os usuários eram centralizados por meio de aplicativos de mensagens e redes sociais, garantindo agilidade no fluxo ilícito”, explica o delegado da PCPR Murilo Martinez e Silva.

As investigações financeiras realizadas demonstraram o alto número de transações repetitivas e de valores padronizados correspondentes ao preço da venda de porções de drogas. “A existência de transações sucessivas e em curtos espaços de tempo demonstra a existência de uma empresa criminosa preparada para abastecer os pontos de venda de drogas e atender a alta demanda de usuários”, complementa o delegado.

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A operação desta terça-feira visou desarticular a atuação do grupo e obter elementos para subsidiar a continuidade da investigação. 

“Com a conclusão dos trabalhos tivemos esse resultado expressivo e o forte golpe no tráfico de drogas em nossa região, o que ocorreu porque nós tivemos uma ação integrada das duas forças de segurança”, destacou o comandante da 2ª Companhia da PMPR de Dois Vizinhos, capitão Bruno Bueno. 

Os presos foram encaminhados ao sistema penitenciário.

Fonte: PJC PR

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PCPR prende 12 membros de grupo especializado em furtos no transporte coletivo de Curitiba

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu 12 pessoas durante uma operação deflagrada nas primeiras horas desta terça-feira (30). A ofensiva visou desarticular uma associação criminosa especializada em crimes patrimoniais no interior de veículos do transporte coletivo de Curitiba.

Com apoio aéreo de um helicóptero da PCPR, os policiais cumpriram 12 ordens de prisão preventiva e 27 de busca que resultaram na apreensão de celulares, cartões bancários em nome de terceiros e maquininhas de cartão. Os mandados tiveram como alvo endereços na cidade de Curitiba e em municípios da Região Metropolitana, abrangendo Piraquara, Pinhais, Campo Largo, Colombo e Fazenda Rio Grande, além de ramificações identificadas na cidade de Londrina. 

A operação é resultado de uma investigação da PCPR iniciada em fevereiro deste ano para apurar os crimes de associação criminosa, roubo, furto qualificado, estelionato e receptação. O trabalho investigativo foi pautado pela integração de inteligência com a Urbs (Urbanização de Curitiba), empresa responsável pela gestão do sistema de transporte coletivo da capital paranaense.

Após as oitivas de mais de 55 vítimas e de diligências de campo, a PCPR verificou que a dinâmica operacional do bando baseava-se em uma complexa engenharia da distração, com os suspeitos atuando geralmente em núcleos compostos por quatro a dez indivíduos, e que seus alvos majoritários eram pessoas idosas.

“Os criminosos provocavam deliberadamente tumultos e esbarrões nos momentos de maior aglomeração, como nos fluxos de embarque e desembarque. Em determinadas ocasiões, promoviam a queda deliberada de objetos ao chão para desviar totalmente a atenção do alvo”, explica o delegado da PCPR Thiago Mendes.

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Enquanto parte do bando utilizava a superioridade numérica para realizar um cerco físico e anular a capacidade de percepção do alvo e de terceiros, o executor principal valia-se de anteparos como blusas ou moletons sobre o braço ou mochilas posicionadas à frente do corpo para camuflar a ação das mãos enquanto acessava bolsas e bolsos das vítimas.

Após a consumação da subtração, os indivíduos agiam de forma coordenada para dispersar rapidamente os bens furtados entre si, dificultando a configuração do flagrante em caso de abordagem policial isolada. No caso de aparelhos celulares, removiam o chip imediatamente para interromper a comunicação do dispositivo e dificultar o rastreamento pelas autoridades. 

“Além disso, de posse dos cartões bancários das vítimas, efetuavam múltiplos lançamentos e compras na modalidade por aproximação, limitando os valores a até R$ 199 para burlar a exigência de senha antes que os titulares pudessem efetuar o bloqueio de seus ativos”, complementa o delegado.

Em alguns episódios, integrantes do grupo operavam com máquinas de cartão portáteis para processar transações fraudulentas de forma instantânea. Além disso, utilizavam os cartões-transporte de isenção subtraídos das vítimas idosas para obter acesso livre e transitar pela rede de transporte público sem realizar o pagamento de tarifas. 

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Cientes de que o sistema de transporte coletivo utiliza a biometria facial para auditar o uso de benefícios tarifários capturando fotografias do usuário em tempo real, os investigados passaram a adotar táticas deliberadas de ocultação para fraudar a fiscalização eletrônica. No exato momento da validação dos cartões nas catracas, obstruíam a lente da câmera posicionando a mão ou os dedos sobre ela, além de utilizar acessórios como bonés, capuzes e óculos escuros com o propósito de ocultar a face.

Apesar das tentativas de ocultação, a investigação chegou às identidades dos envolvidos por meio do compartilhamento de informações com a Urbs, que contribuiu com imagens de câmeras dispostas em estações-tubo, terminais e ônibus, somadas aos dados de biometria facial dos cartões transporte.

“A operação realizada pela Polícia Civil do Paraná com o apoio do Centro de Controle Operacional da Urbs é muito importante. Vamos estreitar cada vez mais nossa parceria com as forças de segurança para garantir que os nossos passageiros façam suas viagens com total tranquilidade”, disse Ogeny Pedro Maia Neto, presidente da Urbs.

ORIENTAÇÃO – A PCPR orienta que possíveis outras vítimas do grupo procurem a delegacia mais próxima para registrar o boletim de ocorrência. Em caso de furto, o registro pode ser feito diretamente pela Delegacia Eletrônica, no site da PCPR.

Fonte: PJC PR

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