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PCPR na Comunidade atendeu 68 mil pessoas em 50 cidades em 2023

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A Polícia Civil do Paraná atendeu mais de 68 mil pessoas nos eventos sociais do PCPR na Comunidade em 2023. Ao todo, foram 97 eventos realizados em 50 cidades em todo o Paraná.

O PCPR na Comunidade ocorre regularmente em todo o Estado, com intuito de levar serviços de polícia judiciária à população, promover atendimento humanizado, auxiliar na identificação de possíveis vítimas e na conclusão de investigações. Também visa fortalecer a eficiência na prestação do serviço público e representar a instituição em atividades em prol da sociedade.

De acordo com o delegado-geral da PCPR, Silvio Jacob Rockembach, a iniciativa é uma forma de promover cidadania. “Possibilita que os policiais civis saiam de dentro das delegacias para levar os serviços de polícia judiciária àqueles que mais necessitam, com atendimento humanizado, trazendo orientações, informações e segurança pública de forma inovadora”, afirma.

Dentre os serviços oferecidos estiveram confecção de boletins de ocorrência, pesquisas de percepção de criminalidade, exposições de unidades especiais da PCPR, atividades lúdicas para as crianças, orientações sobre os serviços de polícia judiciária, palestras educativas e confecção de carteiras de identidade.

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O prefeito de Cascavel, Leonaldo Paranhos, conta que o PCPR na Comunidade levou serviços significativos para a cidade, que recebeu o projeto em agosto. “A Polícia Civil garante os direitos das pessoas e oferecer todos esses serviços no mesmo local foi algo simbólico neste ano”, ressalta.

CRIMINALIDADE – Um dos principais objetivos também é mapear a criminalidade, a fim de orientar estrategicamente a atuação da PCPR a curto, médio e longo prazo em cada município.

Uma equipe especializada de policiais civis faz entrevistas com a população para levantar a percepção de criminalidade nas regiões que recebem o evento. Depois, as informações são confrontadas com dados oficiais que auxiliam na verificação de sub notificação de ocorrências e na produção de análises técnicas.

CARTEIRA DE IDENTIDADE – Durante os eventos, a PCPR confeccionou mais de 17 mil carteiras de identidade, entre primeiras e segundas vias do documento. O serviço tem como objetivo promover cidadania à população paranaense. No fim do ano também iniciou o projeto de implementação da Carteira de Identidade Nacional, em Paranaguá,

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PALESTRAS – Para ampliar a rede de proteção e apoio, a PCPR também promoveu palestras educativas para cerca de 30,8 mil pessoas neste ano. O público-alvo contemplado foi composto de crianças e adolescentes, pais, educadores, mulheres e idosos.

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Foz do Iguaçu, Vitor Hugo Nachtygal, disse que a parceria com a Polícia Civil, em especial com o PCPR na Comunidade, foi muito importante neste ano. No local, a PCPR ofertou uma palestra sobre violência doméstica e feminicídio.

“Foi um grande avanço poder dialogar sobre mulheres em situação de vulnerabilidade, num momento em que esclarecimentos são fundamentais”, complementa.

De acordo com o coordenador do programa, João Mário Goes, uma das frentes do PCPR na Comunidade é transformar essas palestras em espaços de discussão da sociedade. Os principais temas abordados foram crimes virtuais, golpes, violência doméstica, abuso sexual infantil e os trabalhos de polícia judiciária.

“A iniciativa é uma forma moderna que a PCPR tem de levar conhecimento sobre o assunto para os paranaenses. Unimos serviços e orientações. É um programa exitoso”, completa.   

Fonte: Governo PR

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MPPR cumpre mandados de prisão contra dez pessoas denunciadas por crimes ligados a loteamentos clandestinos rurais em Campo Magro e Almirante Tamandaré

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O Ministério Público do Paraná cumpriu nesta semana dez mandados de prisão contra pessoas denunciadas na Operação Fundo Falso, investigação conduzida pela 5ª Promotoria de Justiça de Almirante Tamandaré, em conjunto com o Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que apura atuação de organização criminosa na prática de diversos crimes relacionados à comercialização de loteamentos irregulares em imóveis rurais.

Entre os denunciados e alvo de um dos mandados de prisão, está um vereador do município de Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba, apontado como um dos líderes do grupo criminoso. As ordens judiciais foram cumpridas nesta quarta-feira, 16 de setembro, com o apoio do Núcleo de Curitiba do Gaeco. Dos dez alvos, três ainda não foram localizados e são considerados foragidos. O pedido para a decretação das prisões preventivas foi feito pelo Ministério Público na ocasião do oferecimento da denúncia, no dia 25 de agosto último.

De acordo com as apurações sobre os fatos, o grupo atuava de forma organizada para as práticas ilícitas, que consistiam na permanente busca ativa por imóveis rurais, predominantemente nos municípios de Campo Magro e Almirante Tamandaré, em especial imóveis sem incidência de atos ostensivos de exercício de posse pelos seus proprietários, ou imóveis de propriedade de pessoas idosas ou em processo de inventário. Em seguida, os investigados atuavam para obter informações e cópias de documentos de suas matrículas e registros e de eventuais certidões de óbito dos proprietários. Eram feitas simulações de vendas desses imóveis para intermediários, com a falsificação de documentos, e, a partir destes, a comercialização dos loteamentos irregulares.

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Para a manutenção das condutas criminosas, que, segundo as apurações, estão em curso desde 2021, os envolvidos praticavam ameaças e outros atos intimidatórios frente aos reais proprietários ou a pessoas que descobriam o esquema criminoso.

Outro aspecto identificado a partir das apurações foi o de que o grupo se valia da posição ocupada pelo vereador em Campo Magro para viabilizar a realização de obras públicas nos referidos locais onde fracionavam ilegalmente os imóveis rurais, além da obtenção de informações privilegiadas e antecipadas sobre as fiscalizações a serem realizadas pela municipalidade ou de interferência para impedir fiscalizações. As condutas denunciadas foram identificadas a partir de extensa análise de provas colhidas em fases anteriores da operação, incluindo trocas de mensagens de texto e áudios que comprovam as práticas apuradas.

Foram identificados, pelo menos, quatro loteamentos clandestinos nos municípios de Almirante Tamandaré e Campo Magro. Além dos dez integrantes da organização criminosa, houve oferecimento de denúncia em face de outras duas pessoas investigadas por participações no esquema ilícito, as quais tiveram determinadas judicialmente a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão. Também foram requeridas medidas cautelares pelo Ministério Público para o fim de bloquear os bens dos denunciados, o que igualmente foi deferido pelo Juízo.

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Processo 0007837-42.2025.8.16.0024

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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