Paraná
PCPR na Comunidade atende população em Matinhos e no bairro Cajuru, em Curitiba
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) levou serviços de polícia judiciária e orientações para mais de 150 pessoas durante o PCPR na Comunidade, que aconteceu no sábado (26), em Matinhos, no Litoral do Estado. Os serviços também foram levados ao bairro Cajuru, na Capital, com 400 atendimentos.
A PCPR disponibilizou orientações sobre como realizar denúncias, prevenções e quais as medidas podem ser tomadas ao ser vítima de um crime, além de informações sobre o documento de identificação. Os policiais civis também promoveram atividades lúdicas com as crianças, demonstrações do trabalho de perícia papiloscópica, exposição de armas e materiais táticos e prestaram informações para que a população conheça mais o trabalho da PCPR.
A técnica em radiologia Carmem Lúcia, de Matinhos, afirmou que as orientações prestadas foram bem importantes. “Nessas conversas são ensinadas diversas coisas para as pessoas. No caso da Polícia Civil, essa parte de orientações de como fazer a documentação é super válida”, disse.
Alexandre Tobe, também de Matinhos, foi ao evento com mulher e os filhos e disse que o evento promoveu uma aproximação importante para desmistificar o trabalho policial. “A interação com a comunidade é essencial para que o pessoal possa conhecer o trabalho da Polícia Civil”, afirmou.
O PCPR na Comunidade também participou do Sesc Cidadão, em Caiobá. “Nossos policiais tiraram dúvidas sobre denúncias de crimes, realizaram Boletins de Ocorrência e solicitaram atestados de antecedentes criminais”, afirmou o coordenador do PCPR na Comunidade, João Mario Goes.
CAJURU – A Polícia Civil também levou serviços de polícia judiciária e orientações para o Parque Olímpico Cajuru, em Curitiba, no sábado (26). O evento foi uma parceria com a Secretaria Municipal do Esporte, Lazer e Juventude. Na ação, foram confeccionadas 175 carteiras de identidade.
“A edição do PCPR na Comunidade no bairro Cajuru foi um sucesso, mais de 400 pessoas atendidas com diversos serviços. Os policiais civis confeccionaram carteiras de identidade e realizaram apresentações dos cães da PCPR e do material utilizado por nossos papiloscopistas em local de crime”, afirmou Goes.
Também foram realizadas atividades lúdicas com as crianças e demonstrações do trabalho do Instituto de Identificação, apresentação com cães policiais da Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc) e exposição do material do Grupo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre).
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PCPR NA COMUNIDADE – O PCPR na Comunidade é um projeto que acontece regularmente em todo o Paraná. O objetivo é levar serviços de polícia judiciária à população, promover atendimento humanizado, auxiliar na identificação de possíveis vítimas e na conclusão de investigações, além de fortalecer a eficiência na prestação do serviço público e representar a instituição em atividades em prol da sociedade.
SOLICITAÇÃO – Quem tiver interesse no projeto, pode enviar um e-mail para [email protected]. O setor de comunicação da PCPR irá entrar em contato para alinhar todas as informações e promover o evento no local solicitado. Mais informações sobre o projeto podem ser verificadas no site www.policiacivil.pr.gov.br/Pagina/PCPR-na-Comunidade.
Fonte: Governo PR
Paraná
Porto de Paranaguá realiza primeira conexão do Moegão com terminal privado
O terminal da ALTP, consórcio formado pela Louis Dreyfus Company e pela Amaggi, responsável pelo PAR 25, é o primeiro a se conectar ao complexo Moegão, no Porto de Paranaguá. A operação foi realizada na manhã deste domingo (11) e exigiu o bloqueio da Avenida Portuária, além do envolvimento de dezenas de profissionais.
O Moegão é a maior obra pública do setor portuário em execução no Brasil e a maior do Paraná, com investimento de cerca de R$ 700 milhões. O projeto reúne características inéditas na engenharia ferroviária e portuária ao centralizar, em um único local, o recebimento de granéis vegetais transportados por trens para posterior embarque em navios.
“Estamos revolucionando o modo de receber as cargas que serão exportadas para o mundo todo”, afirma Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná. “O Moegão, aliado ao novo Píer em T e ao aumento do calado operacional, que permitirá a operação de navios ainda maiores, ampliará consideravelmente a competitividade do nosso porto”, destaca.
Para erguer a estrutura metálica de 55 metros de comprimento e cerca de 35 toneladas, foi necessário utilizar um superguindaste com capacidade para elevar até 600 toneladas a uma altura máxima de 48 metros. Dezenas de profissionais participaram da operação, que durou cerca de 2 horas.
A estrutura agora está conectada à galeria central do Moegão, que se estende por 1,7 quilômetro e abriga mais de 4 mil metros de correias transportadoras. As esteiras serão responsáveis por transportar os produtos descarregados dos vagões até os terminais.
Até outubro de 2027, os 11 terminais do Corredor de Exportação Leste do Porto de Paranaguá deverão integrar suas estruturas ao sistema.
ELEVAR O POTENCIAL – Quando entrar em funcionamento, o Moegão elevará o potencial de recebimento de grãos e farelos por ferrovia no Porto de Paranaguá, que poderá movimentar até 24 milhões de toneladas por ano. Atualmente, a capacidade de recebimento pelo modal ferroviário é de pouco mais de 5 milhões de toneladas. O ganho de eficiência operacional será de 63%.
A obra foi projetada para atender à ampliação da Ferroeste, que terá um de seus ramais partindo do Mato Grosso do Sul, e à reestruturação da Malha Sul.
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TRÊS LINHAS FÉRREAS – O complexo conta com três linhas férreas independentes e poderá receber até 180 vagões de uma só vez, com o esvaziamento simultâneo de três vagões em cada linha. A capacidade será de 900 vagões descarregados a cada 24 horas. Atualmente, são cerca de 550 por dia.
Atualmente, a recepção de grãos e farelos por ferrovia não é centralizada. Os vagões são direcionados aos terminais, o que exige manobras das composições. Essa operação, por vezes, interrompe o trânsito nas ruas da região portuária por mais de 40 minutos.
Com a centralização das operações e sem a necessidade de divisão das composições, o número de passagens de nível — pontos em que os trilhos cruzam as ruas — será reduzido de 16 para cinco. Com isso, a interrupção do trânsito ficará restrita ao tempo necessário para a passagem do trem, estimado, em média, entre 10 e 15
Fonte: Governo PR
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