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PCPR e PRF deflagram ação contra grupo criminoso ligado a roubos de cargas

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR), em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), está nas ruas desde as primeiras horas da manhã desta sexta-feira (1) para cumprir 19 ordens judiciais contra um grupo criminoso ligado a roubos de cargas de soja na região dos Campos Gerais. Estima-se que o prejuízo gerado às vítimas chegue a R$ 2 milhões. 

A ação acontece simultaneamente em Curitiba, Fazenda Rio Grande e Cantagalo. Entre as ordens judiciais estão seis mandados de prisão temporária, sete de busca e apreensão e de seis sequestros de bens. 

Os integrantes são suspeitos de pelo menos dez roubos. A PCPR apurou que eles abordavam os motoristas de caminhão em postos de combustíveis às margens da rodovia e os mantinham em cativeiro enquanto a carga era transferida para outro veículo.

“A maioria dos suspeitos já possui passagem por roubos, inclusive de cargas, porte ilegal de arma de fogo, tráfico de drogas. Eles são investigados por associação criminosa, roubos circunstanciados, porte ilegal de arma de fogo e adulteração de sinal identificador de veículo automotor”, afirma o delegado da PCPR André Feltes.

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Fonte: Governo PR

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MPPR emite recomendação administrativa para Autarquia Municipal de Saúde de Apucarana garantir acessibilidade nas dependências de atendimento ao público

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O Ministério Público do Paraná, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Apucarana, no Norte Central do estado, expediu recomendação administrativa direcionada ao diretor-presidente da Autarquia Municipal de Saúde de Apucarana. O documento orienta para a realização de obras e adequações estruturais para garantir acessibilidade segura e autônoma nas dependências e entradas de atendimento ao público do órgão municipal.

Áudio do Promotor de Justiça Gustavo Marcel Fernandes Marinho

A medida foi tomada no âmbito de procedimento administrativo instaurado após denúncia de uma usuária de cadeira de rodas motorizada. Segundo apurado, o local apresentava degraus na entrada principal, o que impedia o acesso autônomo de pessoas com deficiência física. Após a reclamação da usuária, foi instalada no local uma rampa improvisada com chapa de lata, sem fixação firme, desnivelada e sem corrimão ou elementos de proteção, gerando risco de quedas e acidentes.

Na recomendação, a Promotoria de Justiça destaca que a rampa improvisada viola diretrizes da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), além de contrariar a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei Federal 13.146/2015) e a Constituição Federal. O texto reforça que a falta de acessibilidade em prédios públicos gera constrangimento e fere a dignidade dos cidadãos.

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Prazo e providências – O MPPR fixou o prazo de 90 dias para que a administração da Autarquia Municipal de Saúde providencie a retirada da rampa de lata e conclua as obras de adequação definitiva. A nova estrutura deve contar com piso tátil, inclinação correta, nivelamento adequado e corrimãos em duas alturas.

Caso a recomendação não seja cumprida no prazo estabelecido e sem justificativa formal, o Ministério Público poderá adotar as medidas judiciais cabíveis, incluindo o ajuizamento de ação civil pública e a apuração de eventual responsabilidade por ato de improbidade administrativa.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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