Polícial
PCPR atende vítima de violência doméstica e encaminha para Programa Acolhe
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) atendeu uma mulher, de 24 anos, vítima de violência doméstica por parte do convivente, na terça-feira (5), em Paranavaí, no Norte do Estado. A vítima e os dependentes foram encaminhados ao Programa Acolhe, criado pelo Instituto Avon, e que possui parceria com a PCPR.
A mulher buscou atendimento na delegacia da PCPR para registrar um boletim de ocorrência de ameaça e lesão corporal. No local foi solicitado a medida protetiva em favor da vítima e dos descendentes.
“Dada a particularidade do caso, ela, os dois filhos e mais uma amiga, com também dois filhos, precisavam ter um local pra serem abrigados, pois se o autor soubesse que ela solicitou uma medida protetiva, ele atentaria contra a vida delas”, afirma o delegado da PCPR Luciano Nedza.
Na sequência, a vítima e os acompanhantes foram encaminhados ao Programa Acolhe.
O Programa Acolhe garante o amparo de mulheres em situação de violência doméstica, oferecendo abrigo temporário em hotéis para as vítimas e seus dependentes.
“Ao todo, foram seis pessoas acolhidas pelo programa e encaminhadas a uma cidade próxima. É uma ferramenta que ajudou nessa situação, porque as mulheres estariam bem fragilizadas caso a medida protetiva fosse deferida e o autor intimado estariam em risco se não tivesse esse afastamento total, esse acolhimento”, afirma Nendza.
BOLETIM DE OCORRÊNCIA – A PCPR orienta que mulheres vítimas de violências registrem o boletim de ocorrência o quanto antes, através do site ou na delegacia mais próxima.
Crimes como ameaça, injúria, dano, difamação, calúnia, lesão corporal e vias de fato, podem ser registrados on-line, através do site da PCPR. Enquanto crimes de maior potencial ofensivo como, tentativa de feminicídio, crimes sexuais, perseguição e solicitação de medida protetiva, devem ser registrados na unidade policial.
DELEGACIA DA MULHER – A PCPR possui 21 Delegacias da Mulher pelos Estado. As unidades atendem exclusivamente vítimas mulheres.
O objetivo é que as mulheres sejam atendidas com o profissionalismo, a atenção e os cuidado devidos neste tipo de situação.
As Delegacias da Mulher no Paraná estão localizadas nas cidades de Arapongas, Apucarana, Araucária, Campo Mourão, Cascavel, Cianorte, Cornélio Procópio, Curitiba, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Guarapuava, Jacarezinho, Londrina, Maringá, Paranavaí, Pato Branco, Ponta Grossa, São José dos Pinhais, Toledo, Umuarama e União da Vitória.
ESTAMOS AQUI, PODE ENTRAR – A PCPR desenvolveu a campanha “Estamos aqui, pode entrar”, que visa tornar o atendimento humanizado dentro das Delegacias da Mulher no Estado, além de criar mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra essas vítimas, de acordo com a Lei 11.340/2006.
A iniciativa tem o objetivo de levar informação e criar uma rede de apoio para as vítimas. Para isso, os profissionais da Segurança Pública são orientados a manter e melhorar os serviços prestados a vítimas de violência, a fim de realizar um atendimento moderno, que garantirá agilidade e eficiência em todo o processo.
DENÚNCIAS – Para denunciar casos de violência contra a mulher, a população pode utilizar o disque 181, o Ligue 180, serviço da Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos do Ministério dos Direitos Humanos (MDH). Eles funcionam 24 horas por dia, todos os dias da semana.
Fonte: PJC PR
Polícial
PCPR resgata mulher mantida em cárcere privado e prende homem por estupro em Ivaiporã
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu em flagrante um homem investigado pelos crimes de cárcere privado, estupro e lesão corporal no contexto de violência doméstica. A ação aconteceu na tarde desta sexta-feira (26), em Ivaiporã, no Norte do Estado.
A investigação teve início após o pai da vítima registrar o desaparecimento da filha, que havia saído de casa na tarde do dia anterior e interrompido o contato com a família. O comunicante também informou que recebeu informações de que a vítima teria sido agredida pelo investigado.
Segundo o delegado da PCPR Erlon Ribeiro, assim que foi comunicada sobre o desaparecimento, uma equipe da Polícia Civil realizou diligências e deslocou-se até a residência do investigado.
“A vítima foi imediatamente questionada pelos policiais se estava sofrendo violência, ocasião em que confirmou a situação apenas balançando a cabeça de forma afirmativa”, relatou.
Diante da confirmação, a equipe realizou o resgate da vítima e conduziu ambos à Delegacia de Polícia para a adoção das medidas cabíveis.
Em depoimento, a vítima relatou que era mantida em cárcere privado desde a noite anterior, impedida de deixar a residência e obrigada a manter relações sexuais contra a própria vontade.
O homem foi preso em flagrante e encaminhado ao sistema penitenciário.
DENÚNCIAS – A população ainda pode contribuir com investigações que estejam em andamento. Denúncias podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 197, da PCPR ou 181, do Disque-Denúncia.
Se o crime estiver acontecendo neste momento, a Polícia Militar deve ser acionada pelo telefone 190.
Fonte: PJC PR
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