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Passeio ciclístico é opção de exercício e lazer dentro do Verão Maior Paraná

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Quem está no Litoral não tem desculpa para ficar parado diante das atividades físicas propostas no Verão Maior Paraná. Na manhã deste domingo (07), o Passeio Ciclístico em Guaratuba, que marca o início dessa modalidade na programação, começou cedo, com início às 7h15 no letreiro da Avenida Atlântica, na Praia Central.

Cerca de uma hora depois, o grupo de aproximadamente 60 pessoas partiu em direção ao Morro do Cristo, percorrendo 2,5 quilômetros, acompanhado pela escolta da Guarda Municipal de Guaratuba para garantir a segurança viária.

Rosana Batista, 50 anos, residente de Guaratuba e pequena empreendedora, expressou sua satisfação em participar. “Adoro andar de bicicleta, me deixa feliz e é um ótimo exercício físico. É sempre bom estar junto com outros ciclistas percorrendo a praia, ainda mais quando ganhamos brindes”, disse

Durante o trajeto, o grupo de Promoções do Verão Maior Paraná proporcionou música aos ciclistas, incentivando o público a se juntar ao passeio. No fim do percurso, os participantes receberam brindes do Detran, Copel Energia e medalhas do Verão Maior Paraná.

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BIKES – Também haverá outro passeios de bike em conjunto nos próximos finais de semana. A programação prevê atividades dessa natureza em Shangrilá (13 de janeiro), Matinhos (20 de janeiro), Praia de Leste (27 de janeiro) e Ipanema (3 de fevereiro).

VERÃO MAIOR PARANÁ – O Verão Maior Paraná reúne uma série de ações voltadas aos veranistas e moradores dos municípios do Litoral, além de Porto Rico e São Pedro do Paraná, no Noroeste. São atividades esportivas e de lazer que englobam aulas de ginástica, dança, caminhadas, recreação infantil, shows, torneios e competições nacionais e internacionais, programação inclusiva e educação ambiental. A agenda completa pode ser consultada no site www.verao.pr.gov.br.

Fonte: Governo PR

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Tribunal do Júri de Maringá julgará na próxima quarta-feira, 16 de setembro, pai e avó denunciados pela morte de criança em Rolândia em abril de 2019

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Está previsto para ocorrer na próxima quarta-feira, 16 de setembro, em Maringá, o julgamento dos réus denunciados pelo Ministério Público do Paraná pela morte de uma menina de 11 anos de idade ocorrida em 2019 em Rolândia, no Norte Central do estado. Serão julgados pelo Tribunal do Júri o pai e a avó paterna da vítima, acusados dos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e falsidade ideológica.

A sessão do júri ocorrerá em Maringá após uma decisão de desaforamento do caso. O desaforamento é a transferência excepcional de um julgamento do Tribunal do Júri para outra cidade para garantir que ele seja imparcial e seguro, aplicado quando a comoção local impede a formação de um júri neutro, quando há riscos à segurança do réu ou à ordem pública ou quando há excesso de demora no fórum original.

Os crimes – De acordo com as apurações do caso, o pai matou a filha no dia 24 de abril de 2019 por asfixia mecânica (esganadura) e enterrou o corpo da criança na garagem de uma casa pertencente à família. Após a prática criminosa, pai e avó da vítima agiram em conjunto na tentativa de esconder o crime e dificultar as investigações sobre os fatos. Eles procuraram a autoridade policial para relatar o suposto desaparecimento da criança, forneceram informações inverídicas e conflituosas aos investigadores e mantiveram desligadas e formataram as câmeras de segurança que havia no local e que poderiam auxiliar na elucidação dos fatos.

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Na denúncia, o Ministério Público sustenta que a avó, que tinha a guarda judicial da criança, contribuiu para a morte da neta, uma vez que a expôs a risco conhecido, permitindo que ficasse sob os cuidados do denunciado. No curso das apurações, ficou demonstrado que o pai mantinha pela filha sentimento de rejeição, desde que a criança havia sido concebida, e não respondia sequer por seus cuidados básicos.

Foram apontadas como qualificadoras do crime de homicídio o uso de meio cruel (asfixia) e de recurso que dificultou a defesa da vítima e o feminicídio (na época, o feminicídio ainda não era tipificado como um crime autônomo).

Atuarão no Júri, pelo Ministério Público do Paraná, a Promotoria de Justiça de Maringá e integrantes do Grupo de Atuação Especial do Tribunal do Júri (Gajuri).

Processo 0003684-89.2019.8.16.0148

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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