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Passagem extra do CastraPet Paraná pela Ilha do Mel beneficia 102 animais

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A edição extra do Programa Permanente de Esterilização de Cães e Gatos (CastraPet Paraná), no fim de semana, na Ilha do Mel, em Paranaguá, beneficiou 102 animais, entre ações de castração, vacinação e implantação de microchip – desse total, 75 pets receberam o pacote completo. Essa foi a segunda vez que o projeto ocorreu na Unidade de Conservação (UC). A primeira sessão, em dezembro do ano passado, atendeu 300 animais.

Foram beneficiados, entre o sábado (13), em Encantadas, e domingo (14), em Brasília, exclusivamente cães e gatos de moradores da comunidade, de organizações da sociedade civil ou de protetores independentes. “Oferecemos diferentes possibilidades. Teve gente que levou os pets apenas para castrar, ou só para vacinar, ou só para colocar o microchip. Mas a maioria foram animais errantes que receberam todos os serviços”, afirma a coordenadora do programa, a veterinária Girlene Jacob.

Animais errantes, explica ela, são aqueles que se encontram em locais públicos sem o acompanhamento do proprietário, sem identificação ou com indícios de abandono. Foram 50 gatos nessa condição, todos marcados, esterilizados e devolvidos, seguindo as diretrizes do programa C.E.D. (capturar, esterilizar e devolver), do governo federal, de controle de populações de animais de vida livre de forma efetiva, humanitária, ética e sustentável. Após o procedimento, os animais foram soltos na mesma colônia em que já viviam.

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“As gatas fêmeas teriam até o fim deste ano mais duas gestações com uma média de quatro filhotes cada um. Então, por essa base, quanto já não está conseguindo reduzir a população desses animais? Ainda mais animais que não tinham um lar de referência”, destaca a veterinária.

“Essa iniciativa não é só para o bem dos pets, mas também para proteger a fauna silvestre que vive na ilha. O controle de população de cães e gatos ajuda a manter o equilíbrio do ecossistema e preserva a Unidade de Conservação. A castração é um ato de amor e responsabilidade”, acrescenta.

5º CICLO – O mutirão extra do CastraPet não integra o 5º ciclo do programa, previsto para começar ainda neste ano. A nova fase vai passar por 318 municípios do Estado, com investimento de R$ 19,7 milhões por parte do Governo do Estado. Ao final desta etapa, em 2026, a proposta voltada para a Saúde Única terá alcançado todas as 399 cidades paranaenses, cobrindo 100% do território. Desde 2020, quando o projeto teve início, 104.378 pets foram castrados.

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Fonte: Governo PR

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BRDE amplia Fundo Verde com aporte de R$ 3,6 milhões para projetos no Paraná

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O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) aprovou um novo aporte de R$ 3,6 milhões ao Fundo Verde e de Equidade para aplicação em projetos elegíveis no Paraná. A destinação tem como base o lucro líquido auferido pelo banco em 2025 e reforça a agenda de sustentabilidade da instituição, em uma iniciativa divulgada neste Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado nesta sexta-feira (5).

Nos três estados de atuação do BRDE — Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul — o novo aporte ao Fundo Verde e de Equidade soma R$ 10,82 milhões, respeitado o limite equivalente a 1,5% do lucro líquido do último exercício. Com a nova dotação, o volume acumulado destinado ao instrumento chega a quase R$ 40 milhões desde 2021.

O Fundo Verde e de Equidade é um instrumento operacional e financeiro criado pelo BRDE para apoiar, com recursos não reembolsáveis, projetos socioambientais e climáticos com potencial de impacto positivo. Os recursos podem ser aplicados em iniciativas voltadas à preservação ambiental, adaptação e mitigação dos efeitos das mudanças climáticas, proteção da biodiversidade, economia circular, uso sustentável dos recursos naturais, inovação socioambiental, turismo sustentável e promoção da equidade. Cada projeto pode receber até R$ 200 mil.

Para o diretor-presidente do BRDE, Renê Garcia Junior, o novo aporte confirma o papel do banco como instituição de fomento comprometida com uma agenda de desenvolvimento de longo prazo. “O Fundo Verde traduz uma decisão estratégica do BRDE: reinvestir parte do resultado do banco em projetos capazes de gerar impacto ambiental, social e econômico. É uma forma concreta de transformar lucro em legado, apoiando iniciativas que ajudam a preparar o Paraná e toda a Região Sul para os desafios climáticos e para uma economia mais sustentável”, afirma.

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No Paraná, os recursos serão aplicados em projetos elegíveis, conforme as regras e critérios de enquadramento do Fundo. A seleção considera a aderência das propostas aos objetivos socioambientais do instrumento, a relevância pública das iniciativas e a capacidade de gerar resultados mensuráveis para o território.

O diretor administrativo do BRDE, Heraldo Neves, destaca que a destinação reforça a governança do banco na aplicação de recursos próprios para finalidades de interesse público. “Ao vincular parte do lucro líquido ao Fundo Verde e de Equidade, o BRDE consolida uma política permanente de apoio a projetos que geram valor para a sociedade. São recursos não reembolsáveis, aplicados com critérios técnicos, transparência e foco em iniciativas capazes de deixar benefícios concretos para os territórios onde o banco atua”, diz.

O Fundo Verde integra um conjunto de ações voltadas à promoção de impacto socioambiental e climático positivo. O instrumento permite que o banco complemente sua atuação tradicional em financiamento com apoio direto a iniciativas de interesse coletivo, fortalecendo projetos inovadores nas áreas urbana, rural, ambiental, científica, tecnológica e de turismo sustentável.

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BIOMAS – Em função da localização geográfica dos três estados do Sul, a atuação do BRDE contribui para a promoção da sustentabilidade em dois dos principais biomas brasileiros presentes na região: o Pampa e a Mata Atlântica. As iniciativas apoiadas podem dialogar com temas como conservação de áreas naturais, restauração ecológica, uso sustentável da biodiversidade, fortalecimento de cadeias produtivas de baixo impacto e valorização de territórios com vocação ambiental e turística.

Para o superintendente do BRDE no Paraná, Paulo Starke, o novo aporte amplia a capacidade do banco de apoiar soluções alinhadas às necessidades ambientais e produtivas do Estado. “Essa atuação se soma a outras iniciativas pioneiras, como o instrumento de créditos de biodiversidade desenvolvido no Estado, em diálogo com a metodologia LIFE, que busca dar valor econômico à conservação e criar novas formas de financiamento para a proteção da natureza”, frisa.

CRÉDITOS – O projeto de créditos de biodiversidade, desenvolvido em parceria com o Governo do Estado e conectado à metodologia LIFE, busca reconhecer financeiramente ações de conservação ambiental, especialmente em áreas como Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs), por meio de créditos certificados e rastreáveis.

Fonte: Governo PR

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