Paraná
Paranaguá conquista o Circuito de Handebol de Areia durante o Verão Maior Paraná
Os campeões do Circuito Paranaense de Handebol de Areia, disputado ao longo deste fim de semana em duas quadras montadas na arena do posto fixo de Caiobá, foram conhecidos neste domingo (21). O evento marcou a quinta e última etapa do circuito que passou por Alvorada do Sul, Matinhos (outra etapa), Porto Rico e Ribeirão Claro em 2023, todas parte dos Jogos de Aventura e Natureza.
Vinte e duas equipes masculinas e femininas, totalizando cerca de 250 atletas e técnicos, disputaram os últimos pontos do ranking estadual. Paranaguá levou a melhor e ficou com o título de campeã no masculino e no feminino, inclusive participando com mais de uma equipe.
A equipe de Ubiratã, da região Oeste, ficou com o segundo lugar no feminino e com o terceiro no masculino. Paranavaí, do Noroeste, conquistou o segundo lugar no masculino e o terceiro no feminino.
No feminino, Paranaguá venceu a final contra Ubiratã por 2 a 0 (parciais de 14 a 9 e 11 a 10, sendo o último vencido no gol de ouro). Já no masculino, a partida decisiva foi entre Paranaguá B e Paranaguá, vencida pelo primeiro time por 2 a 1 (parciais de 12 a 10, 9 a 10 e 10 a 6).
- Com Desafio de Piriathlon, bombeiros fazem triathlon com “bike raiz” e corrida sem tênis
- Nona parada do cruzeiro da MSC no Paraná leva centenas de turistas para a Ilha do Mel
Uma das atletas campeãs, Sandy Caroline, de 26 anos, afirma que a vitória era primordial porque a equipe iniciou a última etapa em segundo lugar no ranking estadual. “Nosso time teve raça para ganhar e acredito que todas deram o melhor de si. Esse título era nosso, ninguém tirava de nós. O sentimento é de dever cumprido”, afirma.
A ex-atleta Alexandra Santana, de Clevelândia, tira férias todo ano no mesmo período da final do circuito para poder assistir a todos os jogos. Ela comemorou a realização desses jogos para apoiar a difusão do esporte. “A estrutura é maravilhosa, a gente interage com os atletas o tempo inteiro e a recepção foi muito legal também”, conta.
Vice-campeã por Ubiratã, Maria Luísa também agradeceu a experiência e a recepção no Litoral do Estado. “É muito bom a etapa ser aqui. Vários atletas nunca tinham vindo para a praia e essa é uma oportunidade, o esporte abre portas, o esporte dá oportunidade. Então eu e a minha equipe só temos a agradecer”, finaliza.
Confira o resultado final após a última etapa:
FEMININO
1º – Paranaguá – 93 pontos
2º – Ubiratã – 89 pontos
3º – Paranavaí – 75 pontos
4º – Cascavel – 67 pontos
5º – Entre Rios do Oeste – 67 pontos
MASCULINO
1º – Paranaguá B – 95 pontos
2º – Paranavaí – 80 pontos
3º – Ubiratã – 80 pontos
4º – Paranaguá – 70 pontos
5º – Entre Rios do Oeste – 59 pontos
VERÃO MAIOR PARANÁ – O Verão Maior Paraná reúne uma série de ações voltadas aos veranistas e moradores dos municípios do Litoral, além de Porto Rico e São Pedro do Paraná, no Noroeste. São atividades esportivas e de lazer que englobam aulas de ginástica, dança, caminhadas, recreação infantil, shows, torneios e competições nacionais e internacionais, programação inclusiva e educação ambiental. A agenda completa pode ser consultada no site www.verao.pr.gov.br.
Fonte: Governo PR
Paraná
Ministro André Mendonça faz palestra magna na abertura do Encontro Nacional do Cira 2026
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça foi o responsável pela palestra magna na abertura do Encontro Nacional CIRA 2026 – Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos, nesta sexta-feira, 14 de agosto, no Ministério Público de São Paulo. Autor do prefácio do livro “Crimes contra a ordem econômica e tributária: desafios atuais e perspectivas”, lançado durante o evento, Mendonça tratou dos critérios para quantificar o dano, o enriquecimento ilícito e o produto de atividades criminosas.
Em uma exposição de caráter técnico, o ministro discutiu os parâmetros que devem orientar a definição dos valores objeto de pedido de ressarcimento ou perdimento. Citou, entre outros exemplos, a Operação Sanguessuga e situações envolvendo gestores públicos em casos de fraude, para mostrar que a identificação do dano nem sempre pode ser reduzida a uma simples correspondência entre o valor contratado e o prejuízo causado.
A palestra dialoga diretamente com o prefácio assinado pelo ministro André Mendonça, sendo um dos temas centrais da coletânea os desafios jurídicos e práticos para investigar a criminalidade econômica, responsabilizar seus autores e recuperar valores decorrentes de atividades ilícitas.
André Mendonça discutiu os parâmetros que devem orientar a definição dos valores objeto de pedidos de ressarcimento ou perdimento. Ao citar exemplos como a Operação Sanguessuga e casos envolvendo gestores públicos, destacou que a identificação do dano não pode ser reduzida, em todos os casos, à diferença entre o valor contratado e o prejuízo causado.
O ministro chamou atenção para a necessidade de distinguir produto da atividade ilícita, dano e enriquecimento ilícito. Segundo a abordagem apresentada, essa diferenciação é necessária para definir os valores que podem ser objeto de recuperação de ativos em casos de corrupção e improbidade administrativa.
Mendonça também apresentou referências do direito comparado, citando a legislação dos Estados Unidos, como o Civil Asset Forfeiture Reform Act (CAFRA), de 2000, e o Fraud Enforcement and Recovery Act (FERA), de 2009. Na experiência italiana, abordou o Decreto Legislativo nº 231/2001 e decisões da Corte de Cassação relacionadas à definição do produto obtido com a prática ilícita.
No ordenamento brasileiro, a análise passou pelo Código Penal, pela Lei de Lavagem de Dinheiro, pela Lei de Improbidade Administrativa e pela Convenção de Mérida.
Ao final, o ministro destacou a necessidade de critérios técnicos para a definição dos valores e do apoio das áreas da administração pública responsáveis pela receita. A adoção de uma metodologia mais precisa, segundo Mendonça, pode contribuir para dar maior segurança às investigações, às apurações e às decisões judiciais.
Livro sobre crimes contra a ordem econômica e tributária é lançado durante Encontro Nacional do Cira 2026
Na sequência da programação, foi lançado o livro “Crimes contra a ordem econômica e tributária: desafios atuais e perspectivas”, coordenado pelo Procurador-Geral de Justiça, Francisco Zanicotti, e pelo promotor de Justiça Diego Gomes Castilho, ambos do Ministério Público do Paraná. Publicada em 2026 pela Editora Tirant Lo Blanch, a obra reúne estudos de especialistas sobre diferentes aspectos do direito penal econômico.
A publicação tem 340 páginas e reúne artigos sobre investigação e responsabilização por crimes econômicos e tributários. Entre os temas estão a análise probatória em delitos financeiros complexos, fraudes estruturadas, empresas de fachada, recuperação de ativos e sonegação fiscal.
A coletânea também aborda a aplicação da Lei Anticorrupção, a individualização e a dosimetria da pena em crimes tributários e os limites da responsabilização penal de empresários e administradores.
Fonte: Ministério Público PR
-
Agro6 dias agoSimpósio mostra como elevar o lucro da pecuária a pasto
-
Paraná3 dias agoGaeco e Polícia Militar cumprem 24 mandados em 11 cidades na segunda fase da Operação Via Pix, que apura possíveis crimes cometidos por policiais rodoviários
-
Esportes5 dias agoCorinthians encerra negociação e decide não renovar contrato de Memphis Depay
-
Educação5 dias agoConfira como acessar os resultados do Ideb por escola
-
Educação6 dias agoIdeb 2025 apresenta resultados estaduais da EPT articulada ao ensino médio
-
Política Nacional6 dias agoCAE vota emendas ao projeto que aumenta o piso salarial de médicos
-
Educação6 dias agoÚltima semana para participar da Consulta ao Marco Regulatório da EaD
-
Agro4 dias agoEl Niño forte pode atrasar soja e encurtar janela do milho
