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Paraná intensifica construção conjunta do Plano Plurianual e ações para o hidrogênio verde

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Nos primeiros 100 dias do segundo mandato do governador Carlos Massa Ratinho Junior a área de Planejamento teve como destaques o lançamento de um novo modelo de Plano Plurianual e o avanço na iniciativa de tornar o Paraná estado produtor do hidrogênio verde.

O Pacto pelo Futuro, lançado no final de março, consiste na participação mais ativa de toda a sociedade na elaboração do Plano Plurianual (PPA) 2024-2027, envolvendo demais poderes e a população no planejamento de médio e longo prazo do Paraná, além de tornar mais claro aos paranaenses o trabalho de órgãos e departamentos do Executivo, Legislativo e Judiciário.

Com representatividade dos três Poderes, o documento que oficializa esse compromisso foi assinado pelo governador do Estado; o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Ademar Traiano; o presidente do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), Luiz Fernando Keppen; o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR), Fernando Guimarães; o defensor público-geral do Paraná, André Giamberardino; e o subprocurador do Ministério Público do Paraná, José Deliberador Neto.

No sentido de aproximar o planejamento de todos os paranaenses, foi publicada e segue aberta até dia 16 de abril a Consulta Pública que recebe sugestões para o Plano Plurianual, que podem ser enviadas por qualquer cidadão através do site da Secretaria do Planejamento. Os interessados podem detalhar o que precisa ser melhorado no Estado e sugerir de que forma isso pode ser feito, em diversas áreas da gestão pública. Participe AQUI.

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O Plano Plurianual (PPA) abrange o período que se inicia no segundo ano do mandato do chefe do Poder Executivo e se estende até o fim do primeiro ano de seu sucessor. O instrumento é destinado a programar as políticas públicas e ações de demais Poderes e órgãos constitucionais autônomos.

ENERGIA LIMPA E RENONÁVEL – Também neste período, o Paraná avançou na preparação de uma grande política de energias renováveis, que envolve matrizes como o biogás e seus derivados, como o também chamado hidrogênio renovável, com ações em licenciamento, de caráter tributário e voltadas a consolidar o Estado como indutor da cadeia.

O hidrogênio (H₂) é uma matriz energética proveniente do processo da quebra das moléculas ou da água (H₂O) ou do metano (CH₄) e que pode ser conseguido por eletrólise, via energia elétrica, e por biogás. Quando a energia catalisadora desse processo é limpa, o hidrogênio produzido pode receber a designação hidrogênio verde. Hoje, esse combustível é usado em maquinários pesados, indústrias como a de siderurgia e em aviões.

No Paraná, no final do mês passado, ocorreu a terceira reunião do ano sobre o tema promovida pelo Governo do Estado e coordenada pela Secretaria do Planejamento, quando foram encaminhadas resoluções importantes, com a participação de diversos atores regionais, como Copel, Sanepar, Invest Paraná, Parque Tecnológico de Itaipu, Receita Federal, Compagas e Secretaria do Desenvolvimento Sustentável.

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“Programamos para 3 de maio um grande evento sobre essa energia no Estado, quando deve ser enviado à Assembleia Legislativa do Paraná o projeto de lei da criação do Plano de Hidrogênio Renovável e a assinatura do decreto desonerando a cadeia, com mecanismos que despertem o interesse de players do setor”, informa o secretário do Planejamento, Guto Silva.

Além da participação de pesquisadores e da apresentação de iniciativas na área, na ocasião será lançado um livro produzido por pesquisadores envolvidos na iniciativa paranaense, tendo como o tema mais amplo o de energias renováveis, além do planejamento das etapas associadas com os Planos Estaduais de Energia e de Hidrogênio.

Também será entregue a primeira etapa de um estudo do panorama do potencial do Estado para a exploração dessa energia feito pela Paraná Projetos, em parceria com a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). Haverá, ainda, a assinatura do novo Plano de Energia, uma ação em conjunto da Copel e Fiep (Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná).

Fonte: Governo PR

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Gaeco cumpre 19 mandados de busca e apreensão em oito municípios paranaenses na terceira fase da Operação Rota 466, que apura crimes envolvendo policiais

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O Núcleo Regional de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná, com apoio da Corregedoria da Polícia Militar, deflagrou na manhã desta quinta-feira, 8 de outubro, a terceira fase da Operação Rota 466. A ação dá continuidade às investigações sobre a suposta prática dos crimes de organização criminosa, corrupção passiva, concussão, falsidade ideológica e lavagem de ativos envolvendo policiais, em sua maioria vinculados à Polícia Rodoviária Estadual.

Acesse imagens do cumprimento dos mandados

Nesta fase, foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão em oito municípios paranaenses: Guarapuava, Ponta Grossa, Telêmaco Borba, Pitanga, Bituruna, Castro, Palmeira e Wenceslau Braz. Os mandados, expedidos pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Estadual, tiveram como alvo endereços ligados a 15 policiais militares e quatro civis investigados.

Policiais afastados – A Justiça também determinou o afastamento cautelar dos 15 policiais militares investigados nesta fase das atividades operacionais e ostensivas. Com a medida, eles passam a exercer exclusivamente funções administrativas. Foi determinado, ainda, o recolhimento de armamentos funcionais e particulares.

Durante o cumprimento dos mandados, uma pessoa foi presa por posse irregular de arma de fogo, e o armamento foi apreendido. Também foram recolhidos aparelhos eletrônicos com indícios de descaminho, celulares para análise e documentos.

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Condutas reiteradas – A nova etapa da operação decorre da análise de materiais eletrônicos e documentos apreendidos nas fases anteriores, que permitiu identificar indícios de reiteração das condutas investigadas e novos possíveis envolvidos. As apurações apontam para a existência de um esquema de corrupção em postos da Polícia Rodoviária Estadual, incluindo o de Telêmaco Borba, no qual a atividade de fiscalização de trânsito teria sido utilizada para a obtenção de vantagens indevidas.

Entre as irregularidades investigadas estão acordos financeiros fixos e o fornecimento contínuo de combustíveis por empresas transportadoras em troca da suposta isenção de fiscalizações de seus caminhões, fraudes na classificação de avarias veiculares em Boletins de Acidente de Trânsito Eletrônico Unificado (Bateu) e direcionamento de serviços de guincho mediante pagamento.

Lavagem de ativos – As investigações também identificaram possíveis mecanismos de dissimulação e lavagem dos recursos ilícitos. Segundo as apurações, os valores supostamente arrecadados nas rodovias eram movimentados por meio de transferências eletrônicas que envolviam contas bancárias de terceiros, entre eles familiares de agentes públicos, além de empresas dos setores de transporte e guincho, que teriam atuado como intermediárias nas movimentações financeiras.

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Operações – Consideradas as três fases da Operação Rota 466, as investigações já alcançaram 30 policiais militares, em sua maioria vinculados à Polícia Rodoviária Estadual.

A apuração tem três investigados em comum com a Operação Via Pix, conduzida pelo Gaeco de Ponta Grossa, embora as duas operações sejam desenvolvidas de forma independente. Consideradas conjuntamente, as operações já investigaram 50 policiais militares, dos quais 42 foram afastados das funções operacionais.

Entrevista coletiva – Representantes do Gaeco e da Polícia Militar concederão entrevista coletiva à imprensa nesta quinta-feira, 8 de outubro, às 10h30, na sede do MPPR em Ponta Grossa (Rua Ermelino de Leão, 2533 – Olaria)

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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