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Paraná integra operação do Exército nas fronteiras com Paraguai e Argentina

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Agentes das Forças Armadas e das polícias Civil e Militar do Paraná vão atuar de forma integrada na Operação Ágata Conjunta Sul – Fronteira Segura para Todos. A ação iniciou no sábado (01) para combater crimes transfronteiriços, como o tráfico de drogas e de armas, descaminho de produtos, e crimes ambientais.

A operação foi desencadeada na região Sul, alcançando os estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e realiza ações preventivas e repressivas nas fronteiras terrestre e marítima. O objetivo das forças de segurança e das Forças Armadas é barrar a ocorrência de crimes que têm graves reflexos tanto na própria região de fronteira quanto nos outros municípios do Estado.

“Nós aceitamos o convite do Exército Brasileiro em prestar apoio com nossas forças estaduais nesta operação. Vamos colaborar mobilizando nosso efetivo, intensificando a presença do Estado junto às faixas de fronteira, reforçando a sensação de segurança. Essa união entre as forças é essencial para a sociedade, trazendo excelentes resultados no combate ao crime organizado”, destacou o secretário estadual da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira.

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As polícias Civil e Militar do Paraná vão prestar apoio durante a Operação Ágata Conjunta Sul perto de Argentina e Paraguai, além de reforçar o policiamento ostensivo preventivo, com as forças integradas.

Integram a Operação Ágata a Marinha do Brasil, o Exército Brasileiro, a Força Aérea Brasileira, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, a Receita Federal, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o Ibama, a Anvisa, o ICMBio, a Anatel, a Secretaria de Segurança Pública e Secretarias da Agricultura dos Estados da região Sul, além de outros órgãos de fiscalização federais, estaduais e municipais.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.

Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.

Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.

Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.

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Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

Fonte: Ministério Público PR

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