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Paraná integra operação do Exército nas fronteiras com países vizinhos

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Agentes das Forças Armadas e das polícias Civil e Militar do Paraná vão atuar de forma integrada na Operação Ágata Conjunta Sul – Fronteira Segura para Todos. A ação iniciou no sábado (01) para combater crimes transfronteiriços, como o tráfico de drogas e de armas, descaminho de produtos, e crimes ambientais.

A Operação foi desencadeada na região Sul, alcançando os estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e realiza ações preventivas e repressivas nas fronteiras terrestre e marítima. O objetivo das forças de segurança e das Forças Armadas é barrar a ocorrência de crimes que têm graves reflexos tanto na própria região de fronteira quanto nos outros municípios do Estado.

“Nós aceitamos o convite do Exército Brasileiro em prestar apoio com nossas forças estaduais nesta operação. Vamos colaborar mobilizando nosso efetivo, intensificando a presença do Estado junto às faixas de fronteira, reforçando a sensação de segurança. Essa união entre as forças é essencial para a sociedade, trazendo excelentes resultados no combate ao crime organizado”, destacou o secretário estadual da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira.

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As polícias Civil e Militar do Paraná vão prestar todo o apoio durante a Operação Ágata Conjunta Sul, além de reforçar o policiamento ostensivo preventivo, com as forças integradas.

INTEGRAÇÃO – Integram a Operação Ágata a Marinha do Brasil, o Exército Brasileiro, a Força Aérea Brasileira, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, a Receita Federal, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o Ibama, a Anvisa, o ICMBio, a Anatel, a Secretaria de Segurança Pública do Paraná e Secretarias da Agricultura dos Estados da região Sul, além de outros órgãos de fiscalização federais, estaduais e municipais.

Fonte: Governo PR

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Policial civil denunciado pelo MPPR em Umuarama perde o cargo e é condenado a 5 anos e 9 meses de prisão por desviar caça-níqueis para explorar jogos ilegais

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Um agente da Polícia Civil do Paraná foi condenado à perda do cargo público e à pena de 5 anos e 9 meses de reclusão em regime inicial fechado, mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 12.144,00, pelo crime de peculato. A sentença foi proferida pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Umuarama, que julgou parcialmente procedente ação penal ajuizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná a partir da Operação Alcova, deflagrada em setembro do ano passado contra uma organização criminosa que explorava jogos de azar e jogo do bicho no município.

A investigação revelou que o policial civil, valendo-se das facilidades de sua função, desviou sete máquinas caça-níqueis que haviam sido apreendidas e que deveriam ser encaminhadas ao depósito judicial. O material foi transportado durante a noite e fora do horário de expediente, em uma viatura descaracterizada, até uma propriedade rural ligada ao grupo criminoso. Posteriormente, uma das máquinas foi localizada pela polícia, novamente em operação, em um dos bares pertencentes ao grupo.

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Outras condenações – Além do policial, a Justiça condenou um empresário, apontado como gestor operacional e financeiro da organização criminosa, os proprietários de dois bares e o gerente dos equipamentos pelas práticas de organização criminosa e contravenção de jogos de azar e jogo do bicho. As penas foram de 6 anos, 4 meses e 10 dias mais cerca de R$ 75.900,00 de multa para o empresário, 5 anos, 4 meses e 5 dias mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 2.176 para um dos réus que administrava um bar e 8 anos, 4 meses e 5 dias de prisão mais multa de aproximadamente R$ 2.682 para os outros dois réus. Eles mantinham de forma estável pontos de aposta com máquinas de caça-níqueis, de apostas e aplicativos de bingo. Cabe recurso da decisão.

Processos 0005080-16.2025.8.16.0173 e 0013003-93.2025.8.16.0173

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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