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Paraná integra 1ª reunião do conselho que vai administrar o novo modelo tributário

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O Paraná, por meio da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), participou terça-feira (3) da primeira reunião ordinária do Conselho Superior do Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS), em Brasília. O encontro inédito marca o início prático da implementação da Reforma Tributária no Brasil, em que o Paraná terá voz ativa na administração do futuro do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

O novo modelo tributário entrará em vigor de forma completa em 2033. Até lá, haverá um período de transição que começou neste ano, com testes e ajustes graduais para simplificar o sistema, aumentar a transparência e harmonizar a arrecadação entre estados e municípios.

A presença do secretário da Fazenda Norberto Ortigara, do auditor fiscal da Receita Estadual Juliano Binder, nomeado suplente, e do auditor fiscal Juarez Morais fortaleceu o diálogo tributário e econômico do Estado. Juntos, eles acompanham de perto cada etapa da construção do novo modelo, defendendo os interesses do Paraná e garantindo que o Estado tenha participação ativa nas decisões que vão moldar a arrecadação nos próximos anos.

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“Estamos participando ativamente da construção desse novo sistema. O Paraná tem responsabilidade fiscal, organização administrativa e experiência na gestão do ICMS, e vamos contribuir para que o IBS funcione de forma eficiente e justa para todos os entes federativos”, afirmou o Ortigara.

O encontro reuniu mais de 200 participantes, entre membros titulares, suplentes e equipes técnicas. Criado pela Reforma Tributária, o Comitê Gestor será responsável por cobrar, fiscalizar e distribuir o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), tributo que gradualmente substituirá o ICMS e o ISS dentro do novo modelo de tributação do consumo.

Durante a reunião, foram aprovadas medidas fundamentais para estruturar o funcionamento do Comitê. Entre os atos, estão a formalização jurídica da entidade, a assinatura do contrato para aquisição do Sistema de Gestão Financeira (Sisgef) e a autorização para uma operação de crédito de R$ 150 milhões junto à União. Essas ações dão início à organização administrativa e operacional do órgão.

Também foi aprovada a criação de seis comissões técnicas provisórias, que terão papel estratégico na fase inicial de estruturação institucional e na preparação do funcionamento pleno do novo sistema.

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CONSELHO – O Conselho do CGIBS foi formado a partir do acordo federativo da reforma tributária: em 2025, estados e o Distrito Federal indicaram 27 membros; em janeiro de 2026, a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) indicaram outros 27 representantes municipais, totalizando 54 titulares; e, com a posse dos 81 representantes municipais em fevereiro, o Comitê passou a ter composição completa, com titulares, suplentes e equipes técnicas, para conduzir a implementação do IBS.

Fonte: Governo PR

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Secretário municipal de Ampére denunciado pelo Ministério Público do Paraná por importunação sexual e corrupção passiva é condenado a cinco anos de reclusão

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O secretário de Planejamento de Ampére, no Sudoeste do estado, foi condenado a cinco anos de reclusão em regime inicial semiaberto por importunação sexual e corrupção passiva. Ele havia sido denunciado pelo Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça da comarca, após o órgão receber informações sobre os crimes sexuais.

Áudio do Promotor de Justiça Murilo Euller Catuzo

Os fatos teriam ocorrido em 2025, quando o denunciado era presidente da Câmara Municipal. No curso das investigações, foram apurados fatos que levaram ao oferecimento da denúncia, em 15 de junho de 2025, por dois crimes de importunação sexual e um de corrupção passiva, pois o secretário, valendo-se do cargo, teria solicitado favor sexual a uma candidata a estágio em troca da vaga.

A sentença condenatória reconheceu a prática de corrupção e um crime de importunação sexual em continuidade delitiva. Ainda cabe recurso da decisão, e o MPPR deverá recorrer buscando o aumento da pena e a determinação da perda do cargo público do condenado.

O réu responde também a ação civil pública que questiona a validade de sua nomeação para o cargo.

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Processo 0000029-82.2025.8.16.0186

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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