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Paraná é Diamante em transparência pública pela quarta vez consecutiva

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O Governo do Paraná conquistou seu quarto selo Diamante em Transparência Pública – o maior reconhecimento nacional pelos Tribunais de Contas. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (04), durante o IV Congresso Internacional dos Tribunais de Contas, em Florianópolis. Desde que o ranking dos Portais da Transparência foi criado, em 2022, o portal do Poder Executivo paranaense sempre permaneceu na primeira classificação.

No Paraná, o Portal da Transparência é coordenado pela Controladoria-Geral do Estado (CGE), que orienta agentes de transparência distribuídos em todos os órgãos e entidades do governo do estadual. O trabalho desenvolvido rendeu nota 100%. O Governo do Estado ficou acima da média nacional geral, que foi de 66,6%, e entre os estados, 86,65%. O Executivo paranaense ficou junto com Amazonas, Ceará e Goiás, com a mesma nota, e obteve o melhor resultado da Região Sul. Santa Catarina obteve índice de 96,89% e Rio Grande do Sul, 96,70%.

A controladora-geral do Estado, Louise Garnica, atribuiu o reconhecimento ao trabalho da equipe. “Comprometidos com a melhoria contínua, estamos sempre revitalizando nosso Portal para oferecer informações cada vez mais amigáveis à população e aos órgãos de controle”, afirmou. “Agradecemos à Atricon e aos avaliadores por este incentivo constante à excelência. O controle social se fortalece com a transparência”.

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A avaliação completa será disponibilizada na página do Radar da Transparência Pública, produto do Programa Nacional de Transparência Pública (PNTP), liderado pela Atricon – Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil). O levantamento inclui novos critérios a cada edição, que ajudam a medir o grau de transparência das entidades públicas, permitindo comparações e gerando indicadores de melhoria.

Para o coordenador de Transparência e Controle Social, Matheus Gruber, o aumento do interesse público ficou evidente, em 2025. “Registramos cerca de 3 milhões de usuários e 100 milhões de páginas visitadas no Portal da Transparência. Gerenciamos 153 melhorias e monitoramos ativamente 121 consultas, com 5.840 verificações dos itens obrigatórios”, detalhou.

Segundo ele, apesar do aumento de 12% no volume de pedidos pela Lei de Acesso à Informação, o prazo médio de resposta está em 16 dias. “A LAI estabelece 20 dias de prazo, que podem ser prorrogados por mais 10, mediante justificativa”, explicou Gruber.

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METODOLOGIA – A metodologia consiste em verificar o cumprimento das exigências de disponibilização espontânea de dados (transparência ativa), conforme instrumentos normativos nacionais, especialmente a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e a Lei de Acesso à Informação (LAI).

A Matriz de Avaliação contém no total 176 critérios, que resultam na classificação dos portais em categorias que vão de Diamante, Ouro, Prata, Elevado, Intermediário, Básico, Inicial até Inexistente.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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