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Paraná Clube tenta embalar contra o Operário antes da parada da Copa América

Publicado em

Tribuna Paraná

O Paraná Clube tem tudo para embalar de vez na Série B do Campeonato Brasileiro. Vencedor no clássico contra o Coritiba, no último sábado (8), no Couto Pereira, o Tricolor pode ficar muito próximo do G4 da segunda divisão caso vença o Operário, nesta terça-feira (11), às 21h30, na Vila Capanema. Embalado, o time, que voltou a se aproximar do pelotão de frente da competição, tem o cenário ideal para emplacar, pela primeira vez, uma sequência de vitórias na Segundona.

Além de chegar para este duelo com moral, o Paraná vai jogar dentro do Durival Britto e diante de um adversário que vem sofrendo com a irregularidade no torneio, aparecendo na porta da zona de rebaixamento. O ambiente, na verdade, mudou e o time paranista chega empolgado.

“Essa vitória significou muito. Nosso grupo é muito bom e tem esse merecimento. Nos outros jogos foi ataque contra defesa praticamente, mas o gol não saiu antes. As coisas acontecem na hora certa. A vitória veio e deu uma alavancada para o time. Esperamos entrar em campo determinados para buscar mais uma vitória. Sabemos que é um jogo difícil. O Operário vem de uma derrota e vai vir aqui para complicar. Estamos preparados e tenho certeza que, com a união do grupo, vamos conquistar nosso objetivo”, cravou o atacante Jenison.

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Na oitava posição, com dez pontos, o Tricolor pode terminar a oitava rodada, antes da parada para a Copa América, colado ao G4. Para isso, além de vencer o Fantasma, terá que contar com uma combinação de resultados.

Além da combinação de resultados, o Paraná, para vencer o Operário, terá que acabar com a irregularidade nos jogos dentro da Vila Capanema. Em três jogos, a equipe conseguiu vencer uma vez e marcar apenas um gol. O Tricolor tem somente o 12° melhor rendimento como mandante nesta Série B e, se quiser de fato brigar pelo acesso, terá que aumentar seu aproveitamento.

“Essa vitória diante do Coritiba nos dá esse embalo, essa motivação a mais para fazermos um grande jogo. Todos estão acompanhando a evolução do nosso time. Tenho certeza que o Matheus (Costa, técnico), na cabeça dele, está montando o melhor time possível para furar a barreira que o Operário vai montar”, reforçou Jenison.

Depois de o torcedor lotar o espaço destinado ao visitante no Couto Pereira, a expectativa agora é de que um grande público compareça no duelo contra o Fantasma. “A torcida do Paraná é sensacional. Só espero que eles possam nos apoiar, que eles estejam juntos com a gente e lotem a Vila Capanema. Sabemos da nossa força com eles e o adversário vem aqui e sofre com isso também”, emendou o artilheiro.

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Para encarar o clube de Ponta Grossa, o técnico Matheus Costa terá duas baixas. O lateral-esquerdo Guilherme Santos e o volante Itaqui levaram o terceiro cartão amarelo no clássico e terão que cumprir suspensão. Na esquerda, Juninho deve ser o escolhido, enquanto Luan deve ocupar uma vaga no setor de contenção paranista.

A terceira mudança acontecerá no ataque. Jenison, autor do gol da vitória no clássico Paratiba, pode ganhar novamente a vaga entre os titulares. Se isso acontecer, a tendência é que Ramon deixe a equipe.

FICHA TÉCNICA

SÉRIE B
1º Turno – 8ª Rodada

Paraná Clube x Operário

Paraná Clube
Thiago Rodrigues; Éder Sciola, Eduardo Bauermann, Rodolfo e Juninho; Luiz Otávio, Luan, Matheus Anjos e João Pedro; Bruno Rodrigues e Jenison (Ramon).
Técnico: Matheus Costa

Operário
Simão; Maílton, Lázaro, Juan Sosa e Julinho; Chicão, Índio, Marcelo e Cleiton; Felipe Augusto e Schumacher.
Técnico: Gerson Gusmão

Local: Vila Capanema (Curitiba)
Horário: 21h30
Árbitro: Antonio Dib Moraes de Souza (PI)
Assistentes: Alisson Lima Damasceno (PI) e Márcio Iglésias Araújo Silva (PI)

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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