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Paraná Bom de Bola define classificados para a semifinal nas quatro categorias

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Mais de 1.200 atletas, de 32 municípios, competiram neste fim de semana no Paraná Bom de Bola. Os jogos foram em Campo Mourão, Centro-Oeste do Estado, de sexta-feira a domingo (06 a 08). A semifinal e a grande final de cada categoria serão disputadas de 27 a 29 de outubro, também em Campo Mourão. Desde o início da edição, na fase regional, a competição reuniu 327 equipes. 

Lançado em 2021, o Paraná Bom de Bola é uma competição exclusiva de futebol de campo, disputada em quatro categoria: 15+ feminino, sub-16 masculino, sub-21 masculino e 50+ master. Ele faz parte dos 11 jogos oficiais do Governo do Estado, é realizado pela Secretaria do Esporte e trabalha dois pilares da Política Estadual de Esportes: a formação de jovens atletas e o esporte para toda vida, destinado a pessoas de 50 anos ou mais. Além disso, engloba futebol feminino, promoção da saúde e turismo, pois movimenta as regiões que recebem a competição.

A edição deste ano do Paraná Bom de Bola começou em maio, com a fase regional, que envolveu mais de oito mil pessoas, entre atletas, técnicos, dirigentes. Foi disputada em 12 municípios: Campo Largo, Ibaiti, Iporã, Jandaia do Sul, Jardim Alegre, Marechal Cândido Rondon, Marmeleiro, Reserva do Iguaçu, Ribeirão do Pinhal, Roncador, Planalto e Terra Rica. A fase macrorregional, em julho, contou com 1.244 atletas de 58 municípios. Os municípios-sede foram São Mateus do Sul, Marilândia do Sul, São Jorge do Ivaí e Itapejara d’Oeste.

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Em Campo Mourão, os atletas enfrentaram calorão na sexta e no sábado e fortes chuvas no domingo. “Nem as condições climáticas desanimaram os atletas. Tivemos jogos bem disputados, as equipes não se pouparam em nenhum momento, sempre buscando a classificação para as semifinais que acontecem no final de outubro”, disse o coordenador do Paraná Bom de Bola, Marcelo Neves.

O sucesso do evento começou já na cerimônia de abertura, que contou com mais de 3 mil espectadores. Eles acompanharam atrações como apresentações de cheerleaders (grupo de animadores de torcida), grupos culturais e o show da dupla sertaneja Marcos e Belutti.

CRAQUE DE FUTEBOL – Uma atração da competição em Campo Mourão foi a exposição “Evidência de um Craque do Futebol”, preparada pelo Centro de Memória do Esporte Paranaense, que relembrou a trajetória do ex-atleta Roberto Costa Cabral. 

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Natural de Santos, ele jogou em diversos clubes do Brasil como o Santos, Criciúma, Vasco, Athletico Paranaense e Coritiba, além da Seleção Brasileira. Ganhou duas vezes o prêmio Bola de Ouro como o melhor jogador do Brasil. 

Costa encerrou sua carreira profissional como jogador em 1990 e passou a atuar nos bastidores do esporte como técnico e preparador físico. Atualmente, trabalha na Secretaria de Estado do Esporte como coordenador na área do futebol no Escritório Regional de Foz do Iguaçu.

Confira os times classificados para a semifinal:

15+ Feminino

Curitiba

Marechal Cândido Rondon

Toledo

Maringá

Sub-16 masculino

Campo Mourão

Maringá

Londrina

Foz do Iguaçu

Sub-21 masculino

Maringá

Araucária

Cornélio Procópio

Campo Mourão.

50+ masculino

Paraíso do Norte

Jardim Alegre

Itapejara D’Oeste

Fazenda Rio Grande

Fonte: Governo PR

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Gaeco de Paranaguá obtém 1ª condenação entre os 23 denunciados na comarca no âmbito da Operação Panóptico, que investiga a atuação de organização criminosa

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O Ministério Público do Paraná, por meio do núcleo de Paranaguá do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), obteve a primeira condenação entre os 23 denunciados na comarca no âmbito da Operação Panóptico, que investiga a atuação de uma organização criminosa de alcance nacional, articulada a partir de unidades prisionais. A sentença foi proferida nesta quarta-feira, 7 de outubro, pela 2ª Vara Criminal de Paranaguá, no Litoral do estado, e condenou a 16 anos, 9 meses e 18 dias de reclusão um homem denunciado pelo MPPR pelo crime de integração em organização criminosa.

Áudio do Promotor de Justiça Edson Ricardo Scolari Filho

De acordo com a denúncia, o condenado integrou a estrutura hierárquica do PCC, exercendo funções de liderança conhecidas como “Geral do Estado” e “Geral do Litoral”. Essas posições envolviam atividades de orientação e fiscalização dos integrantes, aplicação de procedimentos disciplinares e manutenção da organização interna da facção.

As investigações reuniram elementos que demonstram a existência de uma estrutura organizada, com divisão de funções, mecanismos de controle de integrantes e comunicação entre membros que estão dentro e fora do sistema prisional.

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Provas reunidas – Entre os elementos considerados na investigação estão dados extraídos de um aparelho celular apreendido no endereço do réu. A análise identificou documentos internos do PCC, como o estatuto da organização e a cartilha disciplinar, além de grupos de WhatsApp utilizados para transmitir orientações, controlar integrantes, atualizar cadastros, arrecadar recursos e divulgar decisões internas.

Também foram encontrados registros cadastrais dos integrantes, com informações como nomes, apelidos, histórico prisional e funções exercidas na organização, além de formulários e documentos destinados ao controle interno, à substituição de responsáveis e à atualização das informações dos membros.

As apurações identificaram, ainda, referências à Ilha dos Valadares, em Paranaguá, como local de concentração de lideranças e de articulação das atividades da facção. Mensagens trocadas em grupos internos também tratavam de arrecadação de dinheiro, auxílio financeiro a integrantes, suporte logístico a pessoas presas e comunicação entre membros encarcerados e aqueles em liberdade.

Abrangência – A Operação Panóptico foi deflagrada em 15 de junho de 2026, em âmbito estadual, para o cumprimento de 304 mandados de prisão e 255 mandados de busca e apreensão em quatro estados: Paraná, São Paulo, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, totalizando 559 ordens judiciais. A ação contou com a atuação conjunta dos dez núcleos do Gaeco do MPPR, em parceria com a Secretaria de Estado da Segurança Pública do Paraná, por meio das polícias Militar, Civil, Penal e Científica.

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Ao todo, foram denunciadas 333 pessoas em decorrência da operação. Somente em Paranaguá, foram oferecidas 21 denúncias, todas já recebidas pela Justiça, que somam 23 réus. Os processos estão em diferentes fases de tramitação.
 

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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