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Paralamas do Sucesso voltam a empolgar público com hits atemporais em retorno ao Litoral paranaense

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O palco do Verão Maior Paraná no balneário Marissol, em Pontal do Paraná, se tornou um grande coral a céu aberto na noite desta sexta-feira (6). Os Paralamas do Sucesso fecharam a primeira noite do último fim de semana de shows do festival gratuito promovido pelo Governo do Estado, com uma apresentação marcada por forte conexão com o público, que cantou praticamente todas as músicas do repertório.

Após o show da dupla Diego & Arnaldo, a banda subiu ao palco reunindo diferentes gerações de milhares de famílias e grupos de amigos reunidos no Balneário Marissol. Havia muitos fãs que acompanham o grupo desde os anos 1980, mas também um grande número de pessoas mais jovens, cenário que o próprio vocalista Herbert Vianna fez questão de destacar durante a apresentação, ao lembrar que parte do público sequer era nascida quando várias das músicas estouraram pela primeira vez nas rádios.

Com mais de 40 anos de estrada, o trio formado por Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone apostou em um setlist que percorreu os principais sucessos da carreira, transformando o show em uma celebração coletiva da história do rock brasileiro e de sua permanência ao longo do tempo.

Desde os primeiros acordes, o público acompanhou em coro canções que atravessaram décadas. O volume das vozes aumentou ainda mais em clássicos como “Lanterna dos Afogados”, “Óculos” e “Alagados”, cantados do início ao fim pela multidão. O encerramento veio de forma apoteótica com “Meu Erro”, um dos maiores sucessos da banda, que selou a apresentação sob aplausos e clima de euforia.

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O show em Pontal do Paraná aconteceu apenas uma semana depois de outra apresentação marcante dos Paralamas no Litoral. No fim de semana anterior, o grupo havia se apresentado no palco de Caiobá, em Matinhos, logo após o show da banda jamaicana Inner Circle, reforçando a presença da banda em dois dos principais pontos da programação do Verão Maior Paraná.

ESTRUTURA – Para o baterista João Barone, a estrutura oferecida pelo festival é um dos grandes diferenciais do projeto. “O Verão Maior já é um evento consagrado. É um privilégio poder participar de um megaevento assim, com uma infraestrutura de grandes festivais, tudo muito bem organizado e com acesso gratuito para o público”, afirmou. Ele também relembrou a apresentação em Matinhos, realizada mesmo sob chuva intensa. “A gente conseguiu terminar o show no meio daquele temporal, o que mostra o cuidado e a preparação para que tudo aconteça da melhor forma possível”, acrescentou Barone.

Entre os fãs, a emoção foi evidente. O músico Edson Ras Ferreira, morador de Pontal do Paraná, destacou a importância simbólica do momento. “Cresci ouvindo Paralamas, minha banda toca rock e eles são a base do meu repertório e da minha vida na música. Ver eles tão de perto, e de graça, é uma sensação indescritível”, afirmou.

Já Clauba Machado Mendonça ressaltou o impacto da apresentação, a primeira do grupo que pode acompanhar pessoalmente. “É um sonho realizado. Ver os Paralamas tão de perto, depois de toda a trajetória deles e de tudo o que representam para a música, para a cultura e para as questões humanas, torna esse momento ainda mais especial”, disse.

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Até mesmo quem estava trabalhando no evento aproveitou a oportunidade para celebrar. O tenente da Polícia Militar Johnny Youngblood, que atua no policiamento durante o Verão Maior Paraná, destacou a satisfação de receber grandes artistas no Litoral. “É uma alegria imensa poder ver uma banda que a gente acompanha a vida inteira tocando no ‘quintal de casa’”, contou.

MAIOR EDIÇÃO DA HISTÓRIA – A edição 2026 já é considerada a maior da história antes mesmo do encerramento da programação. Somando os shows realizados nos palcos de Caiobá, em Matinhos, e do Centro de Eventos Marissol, em Pontal do Paraná, mais de 2,3 milhões de pessoas acompanharam as apresentações ao longo de quatro finais de semana.

Somente o palco de Caiobá já recebeu 2,1 milhões de espectadores em 16 shows, enquanto Pontal do Paraná contabiliza 304 mil pessoas em igual número de apresentações. Para efeito de comparação, toda a temporada 2025, que contou com sete finais de semana, reuniu um público total de 1,8 milhão de pessoas.

A programação segue neste sábado (7), no Centro de Eventos Marissol, com o encontro de gerações do sertanejo. A partir das 20 horas, se apresentam João de Souza & Bonifácio, seguidos pelo Trio Parada Dura, ícone do sertanejo raiz, que retorna ao Verão Maior Paraná após shows de grande público nas edições de 2023 e 2024.

Fonte: Governo PR

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Justiça Militar recebe denúncia do Ministério Público do Paraná contra quatro policiais investigados na Operação Rapina por roubo qualificado a caminhoneiro

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O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia criminal contra quatro policiais militares suspeitos de praticarem roubo qualificado durante o horário de serviço. A ação penal, decorrente da Operação Rapina, foi recebida pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Criminal de Curitiba nesta quinta-feira, 20 de agosto.

Acesse o áudio do Promotor de Justiça Fernando Cubas César

Conforme as investigações, os crimes teriam ocorrido em 26 de setembro de 2025. Os denunciados, que compunham a guarnição de uma viatura policial, abordaram um motorista de caminhão-cegonha no pátio de um posto de combustíveis às margens da rodovia BR-376. Com o emprego ostensivo de arma de fogo e grave ameaça, os policiais teriam obrigado a vítima a conduzir o veículo de carga até um local ermo, restringindo sua liberdade, e subtraíram aparelhos celulares para proveito próprio, sem efetuar qualquer registro ou apreensão formal que conferisse legalidade à ação.

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A denúncia imputa aos agentes do Estado a prática de roubo qualificado, crime previsto no artigo 242 do Código Penal Militar. Com o recebimento da ação, a Justiça Militar manteve as medidas cautelares diversas da prisão que já haviam sido fixadas em fevereiro de 2026 contra os investigados. Entre as restrições impostas estão o afastamento das atividades operacionais, a proibição do uso de fardamento e de armamento (seja da corporação ou particular), bem como a suspensão de acessos aos sistemas de investigação policial. Os réus também estão proibidos de se ausentarem da comarca sem prévia autorização judicial e têm a obrigação de comparecer a todos os atos processuais.

Além da condenação na esfera penal militar, o Ministério Público requereu que seja fixado um valor mínimo de R$ 50 mil a título de indenização por danos morais em favor da vítima. O Gaeco solicitou ainda o compartilhamento do procedimento investigatório com a Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Paraná, para viabilizar a apuração administrativa dos fatos e a investigação de eventuais outros crimes identificados no curso do processo.

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Processo 0016498-43.2025.8.16.0013

Notícia anterior:

26/02/2026 – Gaeco cumpre quatro mandados de busca e apreensão em Curitiba e Joinville em operação que apura o envolvimento de policiais militares em subtração de carga

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(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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