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Para receber mais clientes, Copel se prepara para etapa de abertura do mercado livre de energia

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Uma das maiores empresas de comercialização de energia do Brasil, a Copel Mercado Livre passou por uma reestruturação interna para se tornar a principal porta de entrada dos clientes da companhia. A mudança representa mais um passo na preparação para a nova etapa de abertura do mercado livre de energia, que em 2024 será estendido a todos os clientes atendidos em alta tensão (aqueles conectados à rede elétrica em tensão igual ou superior a 2,3 kilovolts, geralmente empresas, indústrias, mercados e centros comerciais).

Essa mudança vai permitir que todos negócios que atualmente são atendidos pela distribuidora possam escolher o seu fornecedor de energia. As vantagens do mercado livre para as empresas são atuar como maior flexibilidade para escolher a quantidade da energia contratada, o preço, o período de fornecimento e as condições de pagamento.

Para atender esses novos clientes de forma personalizada e eficiente, a mudança implementada pela Copel unifica, na comercializadora, todas as áreas que atuam com planejamento energético e comercialização de energia nas subsidiárias de geração e distribuição.

Com a ampliação, a equipe da Copel Mercado Livre dobra de tamanho e agrega conhecimento técnico de profissionais com experiência nas áreas de geração e distribuição de energia. A fusão desses conhecimentos é importante, por exemplo, porque os futuros clientes do mercado livre vêm da distribuidora, que atua de forma regulada.

“Um dos diferenciais da Copel é o fato de ser uma empresa integrada, que atua no mercado de energia de ponta a ponta”, destaca o presidente da Companhia, Daniel Slaviero. “Essa reestruturação faz parte da nossa Visão 2030, o conjunto de ações que estamos implementando para nos tornarmos cada vez mais eficientes e que vão ao encontro do processo de transformação em corporação que está em curso”.

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Para o diretor da comercializadora da Copel e o líder à frente das mudanças, Fillipe Soares, a companhia e principalmente o cliente ganham com essa remodelação da subsidiária. “Com essa reestruturação vamos criar maior sinergia entre as áreas e potencializar a atuação da nossa comercializadora, que será a porta de entrada para os clientes, podendo atuar de forma mais eficiente e oferecendo mais alternativas aos consumidores”, explica.

Um exemplo dos benefícios proporcionados pela integração destas áreas refere-se às características dos clientes que poderão ingressar no ambiente de contratação livre a partir de 2024. “Esses clientes virão da distribuidora, do mercado regulado, com regras muito rígidas. Por isso a combinação das possibilidades do mercado livre, em que a comercializadora atua, com o conhecimento acumulado nas diversas subsidiárias, vai nos ajudar a propor soluções mais adequadas e atuar ainda mais com foco no cliente”, acrescenta Soares.

SOLUÇÕES SOB MEDIDA – A Copel Mercado Livre conta com uma ampla gama de produtos que buscam atender as necessidades dos consumidores. Um dos destaques é a comercialização de I-RECs, certificados de energia renovável que atestam que a energia comprada da Copel provém de uma matriz limpa.

“Com esse produto a gente certifica a energia de todo o parque gerador da Copel e agrega valor aos nossos clientes, que podem comprovar a origem renovável da energia que adquirem”, destaca Soares. Somente em 2022 a empresa comercializou 310 mil I-RECs, o que representa a neutralização de 6,8 mil toneladas de CO2.

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A empresa também está investindo na capacitação e certificação do trabalho de seus profissionais e em processos de digitalização, que simplificam a relação do cliente com o mercado livre. Soares explica que a empresa trabalha constantemente para desenvolver soluções sob medida, como a parceria com uma seguradora para oferecer alternativas às garantias financeiras – requisito que clientes precisam apresentar, pela natureza do contrato de compra e venda de energia, e cuja ausência pode impedir a aquisição de energia.

“Na Copel Mercado Livre, a gente resolve esse problema para o cliente”, esclarece o diretor.

Além disso, com a proximidade da expansão do mercado livre de energia, a comercializadora também tem investido em pesquisa e inovação. Um exemplo é o Copel Volt, programa de inovação aberta da Copel para startups do mundo inteiro oferecerem soluções na área de energia. “Nossa expectativa é, ainda neste semestre, apresentar uma solução de monitoramento desenvolvida por uma dessas startups para trazer maior economia aos nossos clientes”, complementa.

PIONEIRISMO E LIDERANÇA – Criada em 2016, a Copel Mercado Livre cresceu e se tornou uma das maiores comercializadoras de energia no Brasil. Nos últimos dois anos a empresa liderou o mercado livre em volume de energia comercializada. Somente em 2022 foram vendidos 2.828 MW médios. A Copel Mercado Livre integra o grupo Copel, pioneiro no ambiente de contratação livre. A empresa criou uma comercializadora ainda em 1998 e foi a primeira a vender energia para consumidores livres no País, em 1999.

Fonte: Governo PR

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Governo do Paraná investe R$ 160 milhões em nova ligação entre Curitiba e Pinhais

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O novo complexo viário que vai ampliar a ligação entre Curitiba e Pinhais deu mais um passo importante para sair do papel. Nesta terça-feira (2), o governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou a publicação da licitação para a execução das obras. Com investimento de R$ 160 milhões do Governo do Estado, o projeto prevê a modernização de 9,45 quilômetros de vias e a implantação de novas estruturas para melhorar a mobilidade na Região Metropolitana de Curitiba.

O projeto, executado pelo Governo do Estado por meio da Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep), prevê a construção de novos viadutos, ampliação da infraestrutura para o transporte coletivo e uma ampla requalificação urbana, com novo pavimento, iluminação pública e paisagismo ao longo de todo o trajeto.

“Essa é uma obra estruturante para a Região Metropolitana, em especial para Curitiba, Pinhais e Piraquara. Ela vai criar um novo corredor de mobilidade e de transporte público. Quem sair do Terminal de Pinhais vai poder acessar o corredor exclusivo do biarticulado e seguir até o Campo Comprido. Além disso, teremos um viaduto de 800 metros, um dos maiores da Região Metropolitana, trazendo mais mobilidade, segurança e rapidez para quem se desloca entre essas cidades”, afirmou o governador.

Ratinho Junior destacou que o novo complexo viário integra um conjunto de investimentos voltados à mobilidade da RMC. “Essa é uma das obras que estamos fazendo para a Região Metropolitana de Curitiba. Já temos a duplicação do Contorno Norte em andamento, a duplicação da PR-423 entre Campo Largo, Araucária e Balsa Nova, a terceira fase da Rodovia dos Minérios, as obras de ampliação da BR-277 em São José dos Pinhais e outros projetos que vão melhorar a mobilidade e preparar a região para o crescimento dos próximos anos”, elencou.

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A necessidade da obra é reforçada pelos estudos de tráfego realizados. Levantamentos apontam que o trecho já concentra intenso movimento de veículos, especialmente nos horários de pico, quando o fluxo chega a uma média de 1,2 mil veículos por hora.

O novo complexo viário também foi planejado para acompanhar o crescimento da região, que deve receber novos empreendimentos e um aumento significativo da população nos próximos anos.

De acordo com a prefeita de Pinhais, Rosa Maria, a obra era aguardada há anos e deve trazer impactos diretos na rotina da população. “Essa é uma obra muito importante porque faz a integração entre os municípios, encurta distâncias e traz melhorias na mobilidade urbana, acessibilidade, segurança e qualidade de vida. É uma intervenção aguardada há muitos anos e que vai requalificar toda essa região. Quando conseguimos reduzir o tempo de deslocamento das pessoas, estamos melhorando o dia a dia da população”, salientou.

Para o prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel, o projeto reforça a integração entre a Capital e os municípios vizinhos. “Curitiba e a Região Metropolitana funcionam como uma cidade só e precisamos pensar a mobilidade dessa forma. Essa obra vai facilitar muito a ligação entre Curitiba e Pinhais, beneficiando moradores dos dois municípios e melhorando a qualidade de vida de quem utiliza esse eixo diariamente”.

Além de melhorar a mobilidade para motoristas e usuários do transporte coletivo, o projeto vai aumentar a segurança viária, reduzir conflitos nos cruzamentos e criar uma nova estrutura capaz de absorver a demanda futura de deslocamentos na região.

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OBRA – A principal intervenção será a conexão entre a Avenida Prefeito Maurício Fruet, em Curitiba, e a Avenida Iraí, em Pinhais, por meio de um viaduto de aproximadamente 800 metros de extensão. A estrutura permitirá a travessia da linha férrea e do Rio Atuba, criando uma nova alternativa de deslocamento entre os dois municípios.

O empreendimento também prevê a implantação de 1,6 quilômetro de canaleta exclusiva para ônibus, estendendo o corredor do expresso biarticulado até o Terminal Metropolitano de Pinhais, o que dará mais agilidade ao transporte coletivo e integrará ainda mais os sistemas de mobilidade da Capital e da Região Metropolitana.

Outra frente importante da obra será a construção de um viaduto na Rua 24 de Maio, em Pinhais, além de um conjunto de viadutos que fará a ligação do Terminal Metropolitano com a Rua Carlos Drummond de Andrade, fazendo a transposição da Avenida Ayrton Senna da Silva, eliminando conflitos de tráfego e aumentando a capacidade de circulação da região. Toda a extensão da obra terá requalificação do pavimento, nova iluminação e paisagismo.

O diretor-presidente da Amep, Gilson Santos, ressaltou que o empreendimento também representa um avanço para o transporte coletivo metropolitano. “Com a extensão de 1,6 quilômetro da canaleta, teremos uma ligação contínua por corredor exclusivo entre o Terminal de Pinhais e o Campo Comprido. Além dos novos viadutos, a obra promove uma requalificação completa desse eixo de ligação entre Pinhais e Curitiba, ampliando a capacidade viária e melhorando o transporte coletivo”, detalhou.

Além de ser a responsável pela condução da licitação, a Amep também fará a fiscalização dos serviços quando a empresa e/ou consórcio vencedor for contratado.

NOVO VIÁRIO

Foto: Ari Dias/AEN

PRÓXIMAS ETAPAS – Com a publicação do edital, empresas e consórcios especializados em obras de infraestrutura poderão apresentar propostas para executar o empreendimento. Após a análise da documentação e o julgamento da concorrência eletrônica, será homologado o resultado e assinado o contrato com a vencedora.

Na sequência, a empresa contratada receberá a Ordem de Serviço para iniciar os trabalhos. A previsão é que a obra seja executada em 26 meses (a partir da assinatura do contrato com a empresa vencedora da licitação), com frentes de trabalho simultâneas ao longo dos 9,45 quilômetros de intervenções.

PRESENÇAS – Também acompanharam o anúncio o vice-governador Darci Piana; o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Alexandre Curi; a deputada estadual Marli Paulino; o deputado federal Sandro Alex; o vice-prefeito de Pinhais, Marcinho Pereira; o secretário de Governo de Curitiba, Marcelo Fachinello; o secretário de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Curitiba, Thiago Bonagura; e demais autoridades.

Fonte: Governo PR

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