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Economia

Pará, Paraíba, Pernambuco e Paraná anunciam adesão ao Sistema Nacional de Economia de Impacto na COP 30

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O Sistema Nacional de Economia de Impacto (Simpacto) está prestes a ganhar reforços. Os estados do Pará, Paraíba, Pernambuco e Paraná anunciaram nesta  quinta-feira (13/11) a intenção de aderirem ao sistema durante a COP 30, em Belém. Os quatro estados devem se somar a Alagoas, Ceará, Espírito Santo e Rio Grande Norte, que já fazem parte do Simpacto, para articular ações e interligar os comitês temáticos.

A economia de impacto promove um ambiente de negócios voltado a soluções para problemas sociais e ambientais, gerando inclusão, renda, bem-estar social, inovação e desenvolvimento econômico.

O Simpacto faz parte da Estratégia Nacional de Economia de Impacto (Enimpacto), que busca impulsionar este ecossistema com a participação e adesão entes federativos, com prioridade para estados e Distrito Federal.

Também nesta quinta, em Belém, foi lançado o Portal Impacta Brasil, primeira vitrine virtual para conexão de investidores nacionais e internacionais a empreendimentos de todo país.

A plataforma é uma iniciativa conjunta do MDIC com a Aliança pelo Impacto e a Climate Ventures, e conta também com parcerias técnicas da Caixa Econômica Federal, Apex Brasil, BNDES, Quintessa e Impact Hub.

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Para a COP 30, o Portal selecionou 351 negócios escolhidos por suas características inovadoras e por estarem alinhados aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e às metas das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs).

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Economia

CZPE aprova R$ 206 bi de investimentos industriais e de serviços no Ceará, Maranhão e Piauí

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O Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportações (CZPE) aprovou nesta terça-feira (25/8)  a implantação de cinco novos projetos industriais e de serviços nas ZPEs de Pecém (CE), Bacabeira (MA) e Parnaíba (PI), com investimentos previstos de R$ 206 bilhões.

Os projetos abrangem as áreas de economia digital, energias renováveis e siderurgia verde, com projeção de novas exportações da ordem de R$ 40 bilhões anuais a partir de 2029.

Para a ZPE de Pecém, foi aprovada a construção de mais um datacenter, desta vez ligado à empresa Voltalia Energia do Brasil. O investimento previsto é de R$ 181,7 bilhões, com geração de 2.300 empregos diretos na implementação e 400 na fase operacional.

O projeto prevê ainda expansão da rede de usinas eólicas e solares para atender a demanda do centro de processamento de dados, além da adoção de água de reuso para refrigeração dos equipamentos.

Para a ZPE de Bacabeira (MA) foram aprovados três projetos nas área de energia renovável e siderurgia sustentável.

Com investimento de R$ 2,7 bilhões, a 4Wood Biotech vai instalar em Bacabeira uma biorrefinaria para processamento de biomassa de bambu, com o objetivo de produzir e exportar de etanol de segunda geração, além de outros bioprodutos.

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Já a H2X pretende produzir e exportar hidrogênio verde incorporado a e-metanol, em projeto de R$ 2 bilhões; enquanto a Hydeas planeja investir R$ 18,5 bilhões para produzir HBI Verde (ferro-esponja), utilizando fontes renováveis de energia. Os três projetos estimam criar 10 mil empregos diretos durante a implantação e outros 550 na operação.

Por fim, para a ZPE de Parnaíba (PI) foi aprovado investimento de R$ 1,1 bilhão da empresa Hymetalx, para instalação de unidade voltada à produção de ferro-gusa verde, usando hidrogênio verde produzido a partir de energia elétrica renovável, e com expectativa de 605 empregos diretos totais.

Em conjunto, os projetos aprovados reforçam a capacidade das ZPEs de induzir investimentos de maior conteúdo tecnológico e ambiental, ampliar a agregação de valor no território nacional e inserir o Brasil em cadeias produtivas associadas à transição energética e à descarbonização. Os resultados esperados incluem ainda maior aproveitamento de recursos locais, recuperação de áreas degradadas, redução de emissões e geração de novas oportunidades de emprego, renda e integração produtiva nas regiões alcançadas.

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Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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