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Palmeiras tem treino tático; Veiga comenta confiança e motivação da equipe

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O Palmeiras treinou na tarde desta sexta-feira (07.04), na Academia de Futebol, e seguiu a preparação para a final do Campeonato Paulista, contra o Água Santa, às 16h deste domingo (09), no Allianz Parque. Com foco na decisão, Abel Ferreira e sua comissão comandaram atividades táticas e técnicas.

O treinador separou duas equipes no gramado e orientou movimentações e posicionamento, entre outras jogadas. Em seguida, com a participação de jovens do grupo de apoio da base, o elenco disputou um treino técnico de enfrentamentos em campo reduzido. Para fechar, alguns jogadores ensaiaram cobranças de pênaltis.

O meio-campista Raphael Veiga comentou sobre a semana cheia de preparação para a final, já que foi um dos jogadores preservados da viagem à Bolívia, na estreia da CONMEBOL Libertadores. Ele relembrou a situação vivida na decisão do ano passado, quando o Verdão reverteu uma vantagem de dois gols aberta pelo São Paulo no jogo de ida.

“Foi uma semana muito importante para trabalharmos, ver aquilo que erramos, principalmente contra o Água Santa. Não estivemos na Bolívia, mas torcemos pelos que foram para lá e sabemos que isso é do futebol. Estamos muito confiantes no que foi trabalhado, no que foi feito aqui, estamos motivados como equipe. Sabemos a força da nossa torcida. No ano passado, no mesmo Paulista, precisávamos também reverter um placar em nosso estádio e foi um dos jogos mais incríveis que joguei aqui, a festa mais linda que a torcida fez. Não tenho dúvidas de que estamos confiantes para reverter esse placar”, disse.

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Veiga precisa de mais um jogo para alcançar a 70ª posição na lista de atletas com mais partidas na história do Palmeiras (soma 224 duelos, atrás de Felipe Melo, com 225). Jogador com mais finais disputadas na história do clube (12, ao lado de Weverton, Gustavo Gómez e Rony e seguido por Zinho, com 11), o meio-campista é o palmeirense com mais gols em finais na história: 11 bolas na rede em 12 decisões, seguido por Evair, com seis.

Com mais de 39 mil ingressos vendidos até a tarde desta sexta-feira (07), o Allianz Parque estará lotado para mais uma decisão — fato comemorado pelo camisa 23. “Jogar no Allianz Parque com nosso estádio cheio é sempre um motivo de alegria. Sabemos como os torcedores são importantes para nós, como fazem a diferença. Sou suspeito para falar, já vi o que fizeram em outros momentos. Espero que assim como a gente dentro de campo eles lá fora façam a parte deles e nós juntos possamos comemorar após o jogo”, disse.

“O Água Santa chegou por méritos, fez grandes partidas, contra grandes equipes. Sabemos que o primeiro jogo não foi da forma que gostaríamos. Antes de qualquer um, nós também temos essa consciência, mas sabemos também o quanto estamos dispostos e com vontade de reverter esse jogo. Já provamos várias vezes durante esses anos o quão forte é a nossa equipe, os resultados que buscamos. Não tenho dúvidas de que domingo será um grande jogo”, finalizou.

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O elenco palestrino volta a treinar neste sábado (08), às 10h, na Academia de Futebol. O time de Diadema (SP) venceu o primeiro jogo por 2 a 1, na Arena Barueri, e o Verdão precisa vencer por dois ou mais gols de diferença no tempo regulamentar para ficar com o título. Vitória por um gol leva a decisão para os pênaltis.

O goleiro Weverton durante treinamento na Academia de Futebol | Foto: Cesar Greco

Esta é a 16ª final de Campeonato Paulista disputada pelo Palmeiras – foi campeão oito vezes (1920, 1936, 1959, 1974, 1993, 2008, 2020 e 2022) e vice sete vezes (1986, 1992, 1995, 1999, 2015, 2018 e 2021). É a quinta decisão contra um time de fora da capital: Santos (1959 e 2015), Internacional de Limeira (1986), Ponte Preta (2008) e Água Santa (2023). Ao todo, o clube tem 24 títulos do estadual em sua história.

Neste século, o Verdão conseguiu reverter as duas finais em que saiu derrotado no jogo de ida, sagrando-se campeão da Copa do Brasil 2015 e do Paulista 2022 em casa após perder fora de casa para Santos e São Paulo, respectivamente. Das seis finais disputadas na arena, o Maior Campeão do Brasil ganhou cinco (Copa do Brasil 2015, Campeonato Paulista 2020, Copa do Brasil 2020, Recopa Sul-Americana 2022 e Campeonato Paulista 2022), ficando com o vice uma vez (Paulista de 2018).

Fonte: Esportes

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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