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Palmeiras conquista o título brasileiro pela 12ª vez com empate contra o Cruzeiro, com gol decisivo de Endrick

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Nesta quarta-feira, o Campeonato Brasileiro teve uma partida decisiva entre a equipe comandada pelo técnico Abel Ferreira e o Cruzeiro, no Mineirão.

O Palmeiras entrou em campo com uma vantagem confortável para confirmar o título e não decepcionou, empatando em 1 a 1 em Belo Horizonte. Endrick abriu o placar para o Palmeiras no primeiro tempo, enquanto Nikão marcou para o Cruzeiro na etapa complementar.

O Palmeiras é o maior campeão do Brasileirão, com 12 títulos, e o recordista nacional, com 18 taças no total. Tudo indica que o clube não vai parar por aqui.

Antes da partida, era óbvio que a expectativa do título estava com o Palmeiras. Com uma diferença de oito gols a mais que o Atlético-MG, vice-líder, o Palmeiras só perderia o título brasileiro em caso de uma tragédia. Além de vencer o Bahia por uma grande margem, o Atlético teria que torcer para o Cruzeiro golear o Palmeiras a ponto de anular essa diferença de oito gols, o que não aconteceu.

O Flamengo também tinha chances de título, mas a diferença de saldo para o Palmeiras era de 16 gols, o que tornava a situação ainda mais desfavorável.

Abel Ferreira conquistou seu nono título pelo Palmeiras nesta temporada. O técnico português ainda não decidiu seu futuro, mas tem contrato com o clube até o fim de 2024. Resta saber se ele terminará sua passagem pelo clube com o dodecacampeonato nacional ou continuará em busca de mais conquistas na próxima temporada.

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O Palmeiras começou o jogo determinado a terminar a campanha com mais uma vitória. Aos oito minutos, Endrick teve a primeira oportunidade, parando no goleiro do Cruzeiro. Pouco depois, Arthur Gomes fez uma boa jogada individual e chutou de média distância, sendo defendido por Weverton.

Aos 15 minutos, o técnico do Cruzeiro fez a primeira substituição devido a uma lesão. Mas mesmo com a alteração, o Palmeiras continuou criando as melhores chances. Pouco depois, Breno Lopes recebeu em contra-ataque e deu um ótimo passe para Endrick, que parou novamente no goleiro adversário. Mas aos 20 minutos, Endrick aproveitou o vacilo na saída de bola do Cruzeiro e marcou o primeiro gol do jogo.

Depois disso, o Cruzeiro cresceu e teve boas chances para empatar, mas não teve sorte. Bruno Rodrigues exigiu uma grande defesa de Weverton aos 24 minutos, e Matheus Pereira quase marcou um gol olímpico em cobrança de escanteio.

No segundo tempo, Endrick foi substituído e aplaudido pela torcida. O Cruzeiro pressionou mais nos minutos finais e quase marcou com um chute de Robert da entrada da área. No entanto, o Cruzeiro conseguiu o empate com Nikão aos 34 minutos. Apesar disso, a vantagem do Palmeiras era tão grande que o empate não foi suficiente para acabar com a festa dos visitantes.

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O Palmeiras conquistou o título do Campeonato Brasileiro pela 12ª vez em sua história, sendo o nono título na era de Abel Ferreira.

FICHA TÉCNICA
CRUZEIRO 1 X 1 PALMEIRAS

Local: Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data: 6 de dezembro de 2023 (quarta-feira)
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Anderson Daronco
Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa e Rafael da Silva Alves
VAR: Rodrigo D’Alonso Ferreira
Cartões amarelos: Lucas Silva (Cruzeiro); Richard Ríos (Palmeiras)

GOLS:

PALMEIRAS: Endrick (aos 21 minutos do 1°T)

CRUZEIRO: Nikão (aos 34 minutos do 2°T)

CRUZEIRO: Rafael Cabral; William, João Marcelo, Luciano Castán e Marlon (Kaiki Bruno); Ian Luccas (Fernando Henrique), Lucas Silva (Nikão), Japa e Matheus Pereira; Bruno Rodrigues e Arthur Gomes (Robert).
Técnico: Paulo Autuori

PALMEIRAS: Weverton; Marcos Rocha, Gustavo Gómez e Murilo; Mayke (Estêvão), Zé Rafael (Fabinho), Richard Ríos (Atuesta), Raphael Veiga e Vanderlan; Breno Lopes (Artur) e Endrick (Flaco López). Técnico: Abel Ferreira

Fonte: Esportes

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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