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Política Nacional

Paim apresenta balanço do mandato de 2025

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Em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (15), o senador Paulo Paim (PT-RS) apresentou um balanço das atividades do mandato em 2025, com destaque para projetos aprovados, relatorias, emendas orçamentárias e ações institucionais. Entre as normas citadas estão a Lei 15.155, de 2025, voltada ao empreendedorismo de pessoas com deficiência; a Lei 15.142, de 2025, que trata de cotas em concursos públicos; a Lei 15.131, de 2025, relacionada à nutrição adequada para pessoas com transtorno do espectro autista; e a Lei 15.203, de 2025, que reconhece o sítio arqueológico do Cais do Valongo como patrimônio da humanidade pela Unesco. O senador também mencionou atuação como relator em propostas sobre tornozeleira eletrônica para agressores de mulheres, datas e manifestações culturais e denominação de instituições de ensino indígenas, quilombolas e do campo.

— Cada uma dessas leis carrega o meu espírito da forma com a qual eu faço política: política com alma, coração e, ao mesmo tempo, muita responsabilidade social, promovendo dignidade, garantindo direitos e fortalecendo a cidadania. Seguiremos firmes na luta por um Brasil sem fome, sem preconceito, com mais justiça social, igualdade de oportunidades e respeito à diversidade. Aprovaram-se também propostas das quais tive a satisfação de dizer que fui o autor em diversas comissões e no Plenário — disse.  

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No balanço orçamentário, Paim informou que destinou, entre emendas, indicações e recursos extraordinários, R$ 169 milhões para políticas públicas no Rio Grande do Sul, alcançando 491 dos 497 municípios do estado em 2025. Segundo ele, foram R$ 149 milhões em emendas parlamentares e indicações e R$ 38 milhões extras para a saúde em 90 municípios, com critério de rodízio entre cidades.

O senador também relatou a previsão, na Lei Orçamentária Anual de 2026 (PLN 15/2025), de recursos para biodiversidade, políticas climáticas, enfrentamento da violência contra mulheres, políticas para pessoas com deficiência, direitos humanos, cultura, ciência, tecnologia, inovação e para a Agência Espacial Brasileira, além de destacar a defesa do orçamento participativo e a opção por não utilizar emendas do tipo Pix.

— O ano de 2025 foi marcado por muitos desafios. Enfrentamos com firmeza a “pejotização” e a “uberização”, que precarizaram a vida de milhões de trabalhadores e trabalhadoras, e também a informalidade. Combatemos ataques à democracia, fortalecemos a previdência social, lutamos sempre, não deixando que enfraquecessem as entidades sindicais, enfim, todas as entidades do povo trabalhador do nosso país, sempre o defendendo dos ataques feitos a direitos históricos. 

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Cleitinho cobra votação da PEC que extingue a escala 6×1

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Em pronunciamento no Plenário na terça-feira (2), o senador Cleitinho (Republicanos-MG) defendeu a aprovação da proposta de emenda à Constituição que extingue a escala 6×1 (seis dias de trabalho e um de descanso) e adota o modelo 5×2 (cinco dias de trabalho e dois de descanso). O parlamentar argumentou que a PEC 221/2019 representa uma reivindicação dos trabalhadores e, por isso, o Senado deve avançar na análise do tema.

— Nós queremos que votem agora. A população brasileira quer resposta, até porque, como eu falo, nós não temos moral para falar da escala 6×1. Respeito a opinião de cada senador que vai pensar o contrário, que tem outras alternativas, mas, como foi votado na Câmara, a gente pede prioridade. Inclusive, há 1,5 ano eu protocolei uma PEC dessa de 5×2, com assinatura de muitos senadores — disse.

Cleitinho também afirmou que a redução da jornada pode contribuir para melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores. De acordo com o senador, milhões de brasileiros enfrentam longas jornadas de trabalho e dispõem de poucos períodos de descanso e convivência familiar ao longo da semana.

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— Você acha que, se o político ou o Judiciário — os três Poderes — estivessem fazendo uma escala maldita de 6×1, ganhando R$ 1,6 mil, sem direito a nenhum privilégio e mordomia, sairia essa quantidade de candidatos que vai sair este ano? Fica aqui essa reflexão. O mais rápido possível, vamos votar o fim da escala 6×1, fazer a 5×2 e dar dignidade para o povo brasileiro — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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