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Orla de Matinhos: IAT oferece mais 75 vagas para qualificação profissional no Litoral

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O Governo do Estado ampliou a oferta de qualificação profissional para a comunidade de Matinhos, no Litoral do Paraná. Serão mais 75 vagas para três cursos técnicos gratuitos na área da construção civil. A medida é um benefício social e integra o Programa de Capacitação Profissional desenvolvido pelo Instituto Água e Terra (IAT), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), dentro do pacote de ações locais das obras de revitalização da Orla de Matinhos.

Outras sete qualificações já foram concluídas entre os meses de abril e maio.

Nesta nova leva, são 25 vagas disponíveis em cada curso. A primeira capacitação é para Técnicas de Construção Civil em Alvenaria, entre os dias 17 e 25 de agosto. Na sequência, haverá aulas de Pintura de Obras, entre 25 de agosto e 6 de outubro. Já de 9 de outubro a 14 de novembro ocorre o curso de Instalações Hidráulicas Prediais. As aulas serão no sempre período noturno, às segundas, quartas e sextas-feiras, no Centro Comunitário Profissionalizante (CPP). As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas diretamente no próprio CPP.

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Outros cursos estão previstos para ocorrer até outubro de 2024, de acordo com a programação do IAT. A previsão é que 16 áreas de atuação profissional sejam contempladas, envolvendo serviços como marcenaria, obras civis, atendimento ao turista, informática, hotelaria, gastronomia, entre outros. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (41) 3452-8050.

OBRA – A revitalização da Orla de Matinhos atingiu 80% de conclusão e deve ser entregue para a população até o segundo semestre de 2024, com investimento de R$ 314,9 milhões por parte do Governo do Estado. Abrange serviços de engorda da faixa de areia por meio de aterro hidráulico; estruturas marítimas semirrígidas; canais de macrodrenagem e redes de microdrenagem e revitalização urbanística da orla marítima com o plantio de espécies nativas.

O projeto é acompanhado de melhorias na pavimentação asfáltica e recuperação de vias urbanas. O objetivo é minimizar os impactos gerados pela combinação do desequilíbrio de sedimentos, ocupações mal planejadas e fenômenos naturais, como chuvas fortes e ressacas que costumeiramente atingem o Litoral. Essa combinação vem destruindo e comprometendo boa parte da infraestrutura urbana, turística e de lazer em Matinhos.

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As intervenções são feitas ao longo de 6,3 quilômetros entre o Morro do Boi e o Balneário Flórida. Haverá, ainda, a instalação de novos equipamentos urbanos, como ciclovia, pista de caminhada e corrida, pista de acessibilidade e calçada. Em uma segunda etapa, ainda sem previsão de data, será recuperado o trecho de 1,7 quilômetro entre os balneários Flórida e Saint Etienne.

Serviço:

Inscrição para novos cursos oferecidos pelo IAT em Matinhos

Técnicas de Construção Civil em Alvenaria – aulas de 17 de julho a 25 de agosto

Pintura de Obras – aulas de 25 de agosto a 6 de outubro

Instalações Hidráulicas Prediais – aulas 9 de outubro a 14 de novembro

Local: Centro Comunitário Profissionalizante (CCP) Vereador Mário Braga, na Av. Paraná, 462, bairro Tabuleiro, Matinhos

Inscrições Gratuitas. Carga horária de 80 horas

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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