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Educação

Orçamento da Rede Federal cresceu 56,2% desde 2022

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Desde o início desta gestão, o Ministério da Educação (MEC) aumentou em 56,2% o orçamento para a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, passando de R$ 17,1 bilhões, em 2022, para R$ 26,7 bilhões, em 2026. O valor empenhado pela pasta reforça o compromisso do governo federal em garantir a ampliação da modalidade de ensino por todo o território brasileiro e em assegurar o acesso à educação profissional e tecnológica pública, gratuita e de qualidade para a população. 

Os dados foram apresentados pelo ministro da Educação, Camilo Santana, a dirigentes do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif) na terça-feira, 24 de março, em Brasília. 

Atualmente, a Rede Federal é composta por 724 unidades, sendo estas vinculadas a 38 institutos federais (IFs), dois centros federais de educação tecnológica (Cefets), à Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e ao Colégio Pedro II, além de 22 escolas técnicas ligadas às universidades federais. Ao todo, 84,3 mil professores e técnicos compõe o quadro de pessoal dessas instituições que, somadas, contam com quase 2 milhões de alunos matriculados nos mais de 10 mil cursos ofertados. 

Expansão e consolidação – Além de recompor o orçamento dos institutos federais e demais instituições da Rede Federal, o MEC também investe, por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), cerca de R$ 4,2 bilhões para expansão e consolidação da educação profissional e tecnológica. 

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Plano de Expansão dos IFs recebe R$ 2,72 bilhões para a construção de 112 novos campi por todo o país, principalmente para atender regiões que ainda não têm unidades ou que registram número baixo de matrículas em cursos técnicos de nível médio em relação à população da região. A expectativa é que os novos campi gerem, quando estiverem em pleno funcionamento, 142,8 mil novas vagas de educação profissional e tecnológica, majoritariamente de cursos técnicos integrados ao ensino médio. Cada nova unidade está recebendo, em média, R$ 15 milhões para a construção da infraestrutura e R$ 10 milhões para a aquisição de equipamentos. 

Já para a consolidação, o MEC investe R$ 1,4 bilhão, que estão sendo utilizados para melhoria e ampliação das unidades existentes, tais como em biblioteca, salas de aula, laboratórios e sedes próprias de campi e de reitoria. Esse valor também está sendo utilizado para a construção de 270 restaurantes estudantis e para a aquisição de diversos equipamentos e mobiliários dos campi já existentes. Mais de R$ 1 bilhão já foi empenhado. 

Quadro de pessoal – Nesta gestão, o MEC também priorizou a ampliação do quadro de pessoal da Rede Federal, criando e autorizando novos cargos para suprir uma demanda histórica das instituições. Por meio da Lei nº 15.141/2025 e do PL nº 5874/2025, o governo federal criou aproximadamente 24 mil novas vagas, com a seguinte divisão: 3.535 para cargos efetivos; 4.138 para cargos e funções comissionados; 9.578 para professores; e 6.776 para técnicos-administrativos em educação. 

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Investimentos adicionais – Para fortalecer a Rede Federal, o MEC também expandiu os programas e as políticas de educação profissional e tecnológica. Recriado em 2023, o Mulheres Mil é uma iniciativa que oferta qualificação profissional para as mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica que, no decorrer de suas trajetórias de vida, tiveram negado seu direito fundamental à escolaridade. Desde então, já foram ofertadas mais de 127 mil vagas, com investimento de R$ 216,1 milhões. 

Outro programa que também tem se destacado é o Partiu IF, que tem como objetivo o enfrentamento das desigualdades étnico-raciais na educação, por meio da oferta de aulas e atividades voltadas para a recuperação das aprendizagens de estudantes, além de ajudar os estudantes nos processos seletivos dos institutos federais. Desde sua criação, em 2024, o programa já recebeu R$ 128,5 milhões, beneficiando quase 25 mil estudantes e 39 instituições de ensino. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Prouni 2026: inscrições terminam na sexta (10)

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Interessados em estudar com bolsas do Programa Universidade para Todos (Prouni) têm até o final desta sexta-feira, 10 de julho, para se inscreverem no processo seletivo do segundo semestre de 2026. Serão aceitas as inscrições realizadas até as 23h59 (horário de Brasília). Nesta edição, são ofertadas 471.304 bolsas de estudo em 380 cursos de graduação, distribuídas entre ampla concorrência e cotas, de 879 instituições privadas de educação superior. A oferta de bolsas pode ser consultada por curso, instituição de ensino ou município. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas exclusivamente no Portal Acesso Único ao Ensino Superior

O candidato que tiver interesse em se inscrever precisa ter completado o ensino médio; participado das edições de 2024 e/ou de 2025 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem); obtido, no mínimo, 450 pontos na média das cinco provas do exame; e não ter zerado a redação do Enem. Para fins de classificação e eventual pré-seleção no processo seletivo, será utilizada a edição do Enem em que o estudante obteve a melhor média. O edital veda a inscrição para quem declarou ter participado na condição de treineiro, ou seja, quem participou do exame visando à autoavaliação antes ou depois de concluir o ensino médio. 

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Bolsas – Do total de bolsas ofertadas, 219.725 são integrais, cobrindo todo o valor da mensalidade, e 251.579 são parciais, arcando com 50% do valor do curso. O programa reserva vagas a candidatos que atendem aos critérios da política de ações afirmativas do programa, incluindo pessoas com deficiência e candidatos autodeclarados indígenas, pretos ou pardos. Para pessoas com deficiência, são ofertadas 35.365 bolsas; para pretos, pardos e indígenas, são 188.880; e para a ampla concorrência, as demais 247.059 bolsas de estudo.  

O curso com o maior número de bolsas ofertadas em todo o país é análise de desenvolvimento de sistemas, com 31.221 bolsas. Em seguida estão administração, com 30.893 bolsas, e ciências contábeis, com 27.029. Para o curso de medicina, o programa oferta 1.013 bolsas. São Paulo lidera a lista com a maior quantidade de vagas, com 91.699 oportunidades, seguido por Minas Gerais (59.297), Bahia (34.155), Rio Grande do Sul (31.101) e Paraná (29.397). Todos os estados e o Distrito Federal disponibilizam vagas. 

Cronograma completo do Prouni 2/2026:   

Inscrições: 7 a 10 de julho   

Resultado da 1ª chamada: 15 de julho   

Comprovação das informações da inscrição dos pré-selecionados na 1ª chamada: 15 a 24 de julho   

Resultado da 2ª chamada: 5 de agosto   

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Comprovação das informações da inscrição dos pré-selecionados na 2ª chamada: 5 a 14 de agosto   

Lista de espera: 26 e 27 de agosto   

Resultado da lista de espera: 1º de setembro   

Comprovação das informações da inscrição dos pré-selecionados em lista de espera: 1º a 14 de setembro.  

Prouni – Criado em 2004 e instituído pela Lei nº 11.096/2005, o Programa Universidade para Todos (Prouni) oferta bolsas de estudo (integrais e parciais) em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições de educação superior privadas. O Prouni ocorre duas vezes ao ano e tem como público-alvo o estudante sem diploma de nível superior.   

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu)  

Fonte: Ministério da Educação

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