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Operação Cidade Segura prende 31 pessoas, apreende drogas e recupera veículo em Maringá

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A Secretaria da Segurança Pública do Paraná (Sesp) concluiu nesta quarta-feira (01) a Operação Cidade Segura em Maringá. A ação iniciou segunda-feira (30) e mobilizou 300 policiais civis e militares da região, com apoio de efetivo de Curitiba. O balanço final mostra que 31 pessoas foram presas, mais de 130 kg de drogas apreendidos, além de uma arma de fogo, R$ 13 mil em espécie, 10 mil cartões clonados junto com a máquina de clonar. Um veículo furtado foi recuperado.

Só na segunda fase da operação, iniciada terça-feira (31), os policiais abordaram 646 pessoas e 151 veículos. Foram notificados 26 automóveis e 23 motocicletas – 18 acabaram apreendidas. Dois adolescentes foram apreendidos. Envolvidos com furtos, roubos e tráfico de drogas, ambos foram encaminhados ao Centro de Socioeducação (CENSE) de Londrina. 

Segundo a Sesp, a operação consistiu em ação integrada entre as forças policiais, visando elevar a percepção de segurança da comunidade local e o cumprimento da lei. “O intuito foi combater o crime. Temos um levantamento de índices de criminalidade aqui na região de Maringá e com base nisso intensificamos o policiamento, com toda a tecnologia que o Estado oferece para para reprimir todo tipo de crime”, afirmou o secretário da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira. 

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A operação foi elaborada com base em mapeamento feito pela Sesp. As ações reúne equipes civis e militares junto com cães policiais, para ações preventivas e repressivas, por meio de patrulhamento terrestre e aéreo, bloqueios de trânsito, abordagens e fiscalizações de imóveis, veículos e pessoas.

A operação contou com apoio da Polícia Civil do Paraná, da Secretaria de Mobilidade Urbana e da Guarda Civil Municipal de Sarandi, vizinha de Maringá. A Polícia Militar empregou efetivos do 4° Batalhão de Polícia Militar (BPM), da Companhia Independente de Rodas Ostensivas com Apoio de Motocicletas, do Batalhão de Polícia de Choque, Batalhão de Rondas Ostensivas de Natureza Especial, além de policiais militares integrantes da 2ª Escola de Formação, Aperfeiçoamento e Especialização de Praças (EsFAEP) da PMPR.

“A integração entre as forças do Estado, a presença ostensiva da PMPR e as ações preventivas e repressivas contribuem significativamente para que possamos levar segurança à comunidade” disse o comandante geral da Polícia Militar, coronel Jefferson Silva.

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“Com o balanço final das operações temos a certeza que estamos no caminho certo quando elaboramos um trabalho tão importante como este”, disse o delegado da 9ª Subdivisão da Polícia Civil em Maringá, Adão Wagner.

Fonte: Governo PR

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MPPR ajuíza ação civil pública para que Município de Quatro Barras adote medidas para sanar irregularidades no atendimento a pessoas com deficiência

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba, ajuizou nesta quarta-feira, 1° de julho, ação civil pública para que o Município adote medidas para a garantia de direitos de pessoas com deficiência acolhidas em instituição situada no bairro Jardim Menino Deus. A ação decorre de apuração conduzida em inquérito civil sobre possíveis irregularidades estruturais e assistenciais no atendimento prestado às pessoas acolhidas pela instituição, que é de natureza privada, mas recebe recursos públicos.

Áudio do Promotor de Justiça André Luiz de Araújo

Durante a apuração, relatório de fiscalização do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR) apontou a ausência de condições adequadas de acessibilidade no imóvel, e relatório do Serviço Social do próprio Ministério Público registrou a superlotação da instituição, a falta de vinculação à Rede de Atenção Psicossocial e a inexistência de Projetos Terapêuticos Singulares, instrumentos de cuidado individualizado em saúde mental para os moradores que apresentem quadros como esquizofrenia, demência e doença de alzheimer.

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Antes de ingressar com a medida judicial, o Ministério Público expediu recomendação administrativa ao Município, sem, entretanto, obter resposta satisfatória por parte da administração pública, que alegou, para o não cumprimento das medidas recomendadas, o fato de a entidade ser privada, com fins lucrativos. Na ação civil, entretanto, a Promotoria de Justiça demonstrou que o dever de fiscalizar os serviços de saúde e de assistência social e de garantir atenção psicossocial às pessoas com deficiência é do poder público municipal, ainda que a instituição que preste o serviço seja de natureza privada, sobretudo porque o Município custeia vaga de acolhimento no local.

Em caráter de urgência, o Ministério Público requer que o Município promova em até 30 dias, por meio do Centro de Atenção Psicossocial (Caps), a vinculação, a triagem, a avaliação e o acompanhamento psiquiátrico de todos os moradores acolhidos, com a elaboração do respectivo Projeto Terapêutico Singular. Na análise do mérito da ação, pede a condenação do Município à obrigação de fazer a fiscalização contínua das adequações de acessibilidade da instituição e manter acompanhamento ininterrupto pela rede pública de atenção psicossocial.

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Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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