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Operação ARES reforça policiamento em Curitiba

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A Polícia Militar do Paraná (PMPR) lançou, nesta quinta-feira (19), a Operação ARES, uma ação coordenada pelo 1º Comando Regional de Polícia Militar (1º CRPM) com o objetivo de intensificar o policiamento ostensivo em Curitiba. A iniciativa mobiliza efetivo e viaturas em pontos estratégicos da cidade, reforçando a presença policial em locais de grande circulação de pessoas e em regiões com maior incidência de ocorrências criminais.

O lançamento da operação ocorreu na Praça Nossa Senhora de Salete, no Centro Cívico, e contou com a presença de autoridades da Secretaria de Estado da Segurança Pública do Paraná (SESP/PR) e do alto comando da Polícia Militar do Paraná.

Policiamento direcionado em pontos quentes da criminalidade

Durante a Operação ARES, o policiamento será concentrado em áreas identificadas por análises criminais como pontos quentes de ocorrência, especialmente em regiões comerciais, corredores de transporte coletivo, áreas centrais, terminais urbanos e locais com grande fluxo de pedestres.

As equipes atuarão de forma preventiva e repressiva para coibir crimes contra o patrimônio, com foco na redução de furtos, roubos e demais delitos que possam comprometer a sensação de segurança da população. O emprego estratégico dos policiais militares permitirá uma resposta mais rápida às ocorrências e maior proximidade com comerciantes, trabalhadores e cidadãos que circulam pela capital.

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Reforço de segurança durante a partida da Seleção Brasileira

Em razão da partida da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de Futebol, a Polícia Militar do Paraná preparou um planejamento específico para acompanhar o aumento da movimentação de pessoas em bares, restaurantes, praças, centros comerciais e demais locais de concentração de torcedores.

O reforço operacional contempla o policiamento a pé, motorizado e com equipes especializadas, garantindo maior visibilidade policial e pronta intervenção em situações que possam comprometer a ordem pública. A ação também busca prevenir crimes oportunistas, como furtos de celulares, bolsas e objetos pessoais, frequentemente registrados em locais de grande aglomeração.

Comandante-Geral destaca atuação preventiva da PMPR

Segundo o Comandante-Geral da Polícia Militar do Paraná, Coronel Jefferson Silva, a Operação ARES representa o compromisso permanente da corporação com a segurança dos paranaenses. “A Operação ARES reforça a presença da Polícia Militar do Paraná nas ruas de Curitiba em um momento de grande movimentação de pessoas. Nosso objetivo é atuar de forma preventiva e estratégica nos locais de maior fluxo e nos pontos identificados pelas análises criminais, aumentando a sensação de segurança e coibindo a prática de furtos, roubos e outros delitos. Com planejamento, inteligência e presença ostensiva, garantimos que a população possa acompanhar a partida da Seleção Brasileira e realizar suas atividades com tranquilidade e segurança. A Polícia Militar permanece vigilante e pronta para servir e proteger os cidadãos paranaenses.” – Coronel Jefferson Silva, Comandante-Geral da PMPR.

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Integração e presença ostensiva para aumentar a segurança

A Operação ARES integra os esforços permanentes da Polícia Militar do Paraná para a preservação da ordem pública e proteção da sociedade. Além da intensificação do policiamento ostensivo, a ação promove o emprego coordenado das unidades operacionais do 1º CRPM, ampliando a capacidade de prevenção e combate à criminalidade.

Com a presença reforçada de policiais militares nas ruas, a PMPR busca proporcionar um ambiente mais seguro para que a população possa acompanhar os eventos esportivos, realizar suas atividades comerciais e desfrutar dos espaços públicos com tranquilidade.

Centro de Comunicação Social da PMPR

Fonte: Polícia Militar PR

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PCPR prende 10 pessoas em operação contra golpe do falso advogado no Ceará

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu 10 pessoas durante uma operação contra um grupo criminoso investigado pela prática do golpe do falso advogado, que causou prejuízo de aproximadamente R$ 2 milhões a uma vítima idosa do Paraná. A ação aconteceu nesta quinta-feira (8), nas cidades de Fortaleza, Maracanaú e Eusébio, no Ceará, com apoio da Polícia Civil do Ceará (PCCE).

Ao todo, foram expedidos 15 mandados de prisão temporária e 17 de busca e apreensão. Durante as diligências, dez investigados haviam sido presos até o momento do balanço, e as equipes continuavam nas ruas para localizar os demais alvos. A Justiça também autorizou o bloqueio de até R$ 2,09 milhões em contas bancárias e aplicações financeiras vinculadas aos investigados.

A investigação teve início após uma idosa de Curitiba registrar prejuízo de aproximadamente R$ 2 milhões ao realizar transferências bancárias para criminosos que se passaram por seu advogado e por representantes de instituições públicas e financeiras.

Conforme apurado, os suspeitos entravam em contato com as vítimas por aplicativos de mensagens, utilizando informações obtidas em consultas públicas a processos judiciais e dados de profissionais da advocacia. Em algumas situações, também utilizavam imagens de escritórios e documentos judiciais falsificados para dar credibilidade à abordagem.

De acordo com o delegado da PCPR Emmanoel David, os criminosos informavam às vítimas que elas teriam valores a receber em processos judiciais, mas exigiam pagamentos antecipados para a suposta liberação do dinheiro.

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“Eles forjam documentos judiciais, afirmando que a sentença foi favorável e que pode ser feito um pagamento no valor da demanda específica. Só que é necessário pagar para levantar esse dinheiro e as vítimas acabam fazendo os pagamentos”, explica.

Durante as investigações, a PCPR identificou que o grupo também estaria envolvido em outros golpes contra vítimas de Curitiba e de diferentes regiões do Brasil, incluindo fraudes relacionadas a falsos leilões.

O trabalho investigativo também permitiu identificar a movimentação dos valores obtidos ilegalmente. Após receberem as transferências, os suspeitos distribuíam o dinheiro entre diferentes contas bancárias, em uma prática conhecida como pulverização financeira.

Ao todo, foram identificados 15 envolvidos na movimentação dos valores, sendo 11 beneficiários primários, que recebiam diretamente as transferências das vítimas, e quatro secundários, responsáveis por receber valores repassados pelo primeiro grupo.

Em uma das movimentações identificadas, R$ 30,6 mil transferidos pela vítima foram enviados integralmente a outro investigado no mesmo dia, deixando a conta inicial com saldo de apenas R$ 0,01. Segundo o delegado, a investigação também identificou suspeitos responsáveis por realizar os contatos com as vítimas e operar os dispositivos utilizados na aplicação dos golpes.

A operação contou com o acompanhamento da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Paraná (OAB-PR), que mantém interlocução com a PCPR e o Ministério Público para auxiliar no enfrentamento desse tipo de crime.

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De acordo com a presidente da Comissão de Prerrogativas da OAB Paraná, Bárbara Ferrassioli, a troca de informações entre as instituições tem contribuído para a identificação das estratégias utilizadas pelos criminosos.

“Temos uma comissão própria para dar tratamento a essas denúncias e mantemos uma interlocução constante, periódica, praticamente semanal, com a Delegacia de Estelionatos, com a Polícia Civil do Paraná, para que a gente possa fornecer subsídios, especialmente sobre como os golpistas têm dialogado com as vítimas”, afirma.

As investigações continuam para identificar outros envolvidos, analisar os materiais apreendidos e buscar a recuperação dos valores desviados.

ORIENTAÇÕES – A PCPR orienta que a população desconfie de mensagens recebidas de números desconhecidos que informem sobre a liberação de valores judiciais e solicitem pagamentos antecipados.

O coordenador da Comissão de Inteligência e Combate ao Golpe do Falso Advogado da OAB Paraná, Leandro Pereira, destaca que é importante confirmar qualquer solicitação diretamente com o advogado responsável pelo processo, por meio de canais de contato já conhecidos.

Em caso de suspeita, a orientação é não realizar transferências e registrar um boletim de ocorrência. As denúncias também podem ser encaminhadas pelo canal disponibilizado no site da OAB Paraná.

Fonte: PJC PR

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