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Na apresentação do Plano Brasis no Pará, Ministério do Turismo anuncia marca inédita de 7 milhões de visitantes internacionais em 2025

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A apresentação da estratégia de marketing turístico internacional para o Pará nesta segunda-feira (22.09), em Belém, marcou o anúncio de um novo recorde na chegada de visitantes estrangeiros ao Brasil. Até 21 de setembro, a Polícia Federal computava 6.938.732, número que representa a superação da meta do Plano Nacional de Turismo (PNT) 2024-2027 para o ano.

O ministro do Turismo, Celso Sabino, que também preside o Conselho Executivo da ONU Turismo, ressalta que o resultado é fruto de várias ações do Ministério do Turismo, em parceria com a Embratur. Entre elas, a ampliação da conectividade aérea, a diversificação e a qualificação da oferta turística nacional, mediante investimentos em infraestrutura turística, além do reforço da promoção do Brasil no exterior, focando a grande diversidade de atrativos naturais e culturais.

“A estratégia do governo do presidente Lula se baseia em uma nova imagem do Brasil: a de um país soberano, que defende a democracia, a diversidade, a paz mundial e que promove a crescente inclusão social por meio do turismo. É esta imagem que estamos projetando para o mundo e é esta imagem que está nos levando a um futuro de prosperidade para o turismo e para todos os brasileiros”, apontou o ministro do Turismo.

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Celso Sabino ainda que destaca que o turismo brasileiro vem batendo todos os recordes possíveis, incluindo no mercado interno, consolidando-se como um pilar do desenvolvimento econômico e social do país. “Essa quebra recorrente de recordes é a prova viva que o turismo é o motor de uma indústria limpa, que movimenta a economia, gera empregos, renda, inclusão social e oportunidades”, observa Sabino.

Além de atrair pessoas de fora do país, os brasileiros estão viajando mais por destinos nacionais. Segundo a ANAC, no último mês de agosto, a movimentação de passageiros em voos nacionais atingiu 8,7 milhões de viajantes, o melhor resultado para o mês desde o início da série histórica, no ano 2000.

PLANO BRASIS – Autoridades e representantes do trade turístico do Pará conheceram o novo Plano de Marketing Turístico Internacional do país, o Plano Brasis, construído em parceria com a Embratur e o Sebrae e que prevê ações específicas para cada Unidade da Federação. A estratégia no estado, que será palco da COP30, busca fortalecer a atração de visitantes estrangeiros utilizando os principais atrativos locais, como a capital Belém, a região de Santarém/Alter do Chão e a Ilha de Marajó, entre outros.

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O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, citou benefícios da iniciativa. “É a primeira vez que o plano internacional é adaptado para a realidade de cada estado brasileiro, por isso que o plano é Brasis. O Brasil é um país único, mas que nunca foi um só. É uma ferramenta de ação que a Embratur entrega para cada estado e ajuda a melhorar a qualidade da sua promoção, além de trazer mais turistas internacionais”, declarou Freixo.

Por André Martins

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Cota de arrasto de praia da tainha é ampliada para 430 toneladas em Santa Catarina

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Foi publicado hoje (11), em edição extra do Diário Oficial da União, a portaria que amplia as cotas da tainha na modalidade de arrasto de praia em Santa Catarina para 430 toneladas. Essas cotas foram ampliadas após um processo de escuta da sociedade, por meio do Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Safra, e com base em dados científicos.

Após o relato dos pescadores do estado de que, apesar do peixe ter sido abundante em algumas regiões, em outras a tainha não havia chegado devido às condições oceanográficas, o MPA realizou uma análise comparando a produção de tainha, neste ano, com dados históricos de produção.

Nessa avaliação, observou-se que dos 25 municípios costeiros, apenas três haviam atingido a produção de anos anteriores. Ou seja, os dados mostraram o que a população de Santa Catarina trazia nos relatos: muitos pescadores não conseguiram pescar.

Neste contexto, o Litoral Norte do estado foi o mais prejudicado, sem qualquer registro de produção de pescado em 12 municípios, dos 14 da região neste ano.

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Por conta disso, a partir da média entre as diferenças de produção atuais e dos dados históricos e, além disso, considerando o Rendimento Máximo Sustentável estabelecido na avaliação de estoque, foi estipulado o valor de cota adicional de:

230 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Araquari, Balneário Barra do Sul, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Barra Velha, Bombinhas, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Itapoá, Joinville, Navegantes, Penha, Porto Belo e São Francisco do Sul.

200 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Biguaçu, Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, Laguna, Jaguaruna, Balneário Rincão, Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota e Passo de Torres.

Essa medida estabelece uma cota compartimentada para a região centro-norte e centro-sul de Santa Catarina, com o objetivo que garantir uma distribuição justa do recurso, com cotas maiores para aqueles que não pescaram, além de cotas para aqueles que ainda não atingiram uma produção suficiente neste ano.

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“Devido às condições climáticas, a tainha não chegou à mesa de muitos catarinenses. O Governo do presidente Lula tem compromisso com a participação social, com a escuta. Por isso, o governo tomou a decisão de ampliar as cotas. Vale reforçar que não se trata de uma medida politica. A nova cota foi baseada em informações técnicas.
Agora, para termos uma pesca sustentável, precisamos da colaboração de todos”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo.

Este ano, a quantidade pescada em algumas regiões foi tão grande que o mercado sentiu os impactos: os preços caíram e houve relatos de desperdício.

Por conta disso é importante a sensibilização dos pescadores e pescadoras para que pesquem com responsabilidade e que aqueles que já capturaram permitam que a safra também seja farta para os outros profissionais.

O Ministério da Pesca e Aquicultura segue trabalhando para garantir a sustentabilidade da pescaria, a justiça social e o respeito a tradição da pesca da tainha no estado.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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