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Na AgriZone, Mapa destaca soluções de baixo carbono para reduzir emissões na pecuária de corte

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As ações desenvolvidas para reduzir as emissões de metano na pecuária de corte e ampliar a resiliência climática do setor foram apresentadas nesta terça-feira (11), na AgriZone, pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O tema foi debatido no painel “Mitigação de metano na bovinocultura de corte: das políticas públicas até o campo”, realizado no espaço dedicado à agricultura sustentável e à inovação no campo, promovido pela Embrapa em parceria com o Mapa.

O debate reuniu representantes do Imaflora, do Instituto Centro de Vida (ICV) e da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável, com o objetivo de discutir soluções concretas e escaláveis para o enfrentamento dos desafios climáticos.

De acordo com o auditor fiscal federal agropecuário Sidney Medeiros, que representou o Mapa no painel, a principal estratégia do governo brasileiro para mitigar as emissões de gases de efeito estufa na bovinocultura está ancorada na implementação do Plano ABC+, política pública que promove práticas produtivas sustentáveis no campo.

“O Plano ABC+ busca convencer os produtores rurais a adotarem práticas comprovadamente mitigadoras de emissões, que, ao mesmo tempo, trazem resiliência climática e aumento de renda”, explicou Medeiros.

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O auditor destacou ainda que a assistência técnica tem papel essencial nesse processo, uma vez que muitos produtores ainda não têm acesso às informações e tecnologias necessárias para aplicar práticas sustentáveis.

“Essas práticas são vantajosas do ponto de vista produtivo e econômico, mas nem sempre o produtor as conhece. Por isso, é fundamental o papel da assistência técnica para levar esse conhecimento até o campo”, ressaltou.

Com foco em soluções e resultados práticos, o painel reforçou o compromisso do Brasil em promover uma pecuária de corte de baixo carbono, conciliando produtividade, preservação ambiental e desenvolvimento econômico.

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Preços de fertilizantes e defensivos recuam após pico da crise e aliviam custos da safra 2026/27

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Os preços dos principais insumos agrícolas começaram a apresentar recuos relevantes nas últimas semanas, trazendo um alívio parcial para os custos de produção da safra 2026/27. O movimento ocorre após o mercado atingir o pico da crise em abril, período marcado por forte pressão internacional sobre fertilizantes e defensivos agrícolas.

De acordo com análises de mercado, houve queda nas cotações da ureia, do sulfato de amônio e também dos princípios ativos utilizados pela indústria de defensivos na China, principal fornecedora global de matérias-primas para o setor.

A redução já começa a ser percebida no mercado brasileiro, especialmente nos fertilizantes, embora os preços ainda permaneçam acima dos níveis registrados antes das tensões geopolíticas globais que afetaram o comércio internacional de insumos.

Fertilizantes têm impacto maior nos custos da safra

Segundo especialistas em inteligência de mercado, o recuo dos fertilizantes tem peso mais significativo nas contas do produtor rural do que a oscilação observada nos defensivos agrícolas.

Nas últimas semanas, simulações realizadas para a safra 2026/27 mostraram que a diferença no custo por hectare com defensivos ainda é relativamente limitada. Já os fertilizantes seguem sendo os principais responsáveis pelas variações mais expressivas nos custos totais de produção.

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Além disso, a recuperação recente dos preços da soja contribuiu para melhorar parcialmente as margens do produtor, reduzindo a pressão observada nos meses anteriores.

Mercado de defensivos reage mais lentamente

Apesar da tendência de queda, o mercado pede cautela na interpretação dos movimentos. Isso porque fertilizantes e defensivos possuem dinâmicas comerciais diferentes.

No caso dos defensivos agrícolas, a transmissão dos preços entre origem e destino costuma ocorrer de forma mais lenta. Assim, quedas registradas no mercado internacional nem sempre chegam imediatamente ao produtor brasileiro.

O mesmo comportamento ocorre em momentos de alta, quando os reajustes na origem também podem levar algum tempo para impactar os preços internos.

Grande parte do mercado ainda está em aberto

Mesmo com os ajustes recentes, o mercado ainda possui um volume elevado de negociações pendentes para os próximos ciclos produtivos.

Para os defensivos destinados à soja da safra 2026/27, cerca de 55% a 60% do mercado ainda não foi negociado. Já no milho safrinha 2027, aproximadamente 90% dos volumes seguem em aberto.

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Em Mato Grosso, principal estado produtor do país, o ritmo de comercialização avançou mais rapidamente nas últimas semanas, mas ainda existe uma parcela significativa do mercado a ser fechada.

Produtores acompanham cenário internacional

O comportamento das commodities agrícolas, do câmbio e da demanda global por fertilizantes seguirá no radar do setor nos próximos meses. A expectativa é de que o mercado continue sensível às oscilações internacionais, especialmente em relação à China, Rússia e Oriente Médio, regiões estratégicas para o fornecimento global de insumos agrícolas.

Com isso, produtores permanecem atentos às oportunidades de compra, buscando equilibrar custos, margens e riscos diante de um cenário ainda marcado por volatilidade.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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