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MSD Brasil abre últimas vagas para Programa de Estágio 2026 com bolsas de até R$ 2,3 mil

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As inscrições para o Programa de Estágio 2026 da MSD Brasil entram na reta final e podem ser realizadas até o dia 24 de abril. Ao todo, são oferecidas 32 vagas para estudantes universitários em diferentes áreas da companhia.

O programa contempla oportunidades nas divisões de Saúde Humana e Saúde Animal, com atuação em setores estratégicos e possibilidade de desenvolvimento profissional ao longo de até dois anos.

Vagas distribuídas em quatro cidades

As oportunidades estão disponíveis nas seguintes localidades:

  • São Paulo (SP)
  • Cruzeiro (SP)
  • Araçoiaba da Serra (SP)
  • Joinville (SC)

Os estagiários atuarão em áreas como Supply Chain, Engenharia Industrial, Manufatura, Pesquisa Clínica, Qualidade, Marketing, Recursos Humanos, Logística, Jurídico, entre outras.

Programa oferece jornada de 30 horas semanais

O estágio prevê carga horária de 30 horas por semana, com jornada de 6 horas diárias. Podem participar estudantes com previsão de formatura compatível com o período do programa.

Benefícios oferecidos aos estagiários

A MSD Brasil oferece um pacote de benefícios alinhado ao mercado, incluindo:

  • Bolsa-auxílio compatível
  • Auxílio transporte
  • Vale refeição
  • Plano de saúde e odontológico
  • Seguro de vida
  • Auxílio farmácia
  • Vale academia (Wellhub)
  • Desconto em produtos PET
  • Vale Natal e gratificação natalina
  • Programa de assistência psicológica (LYRA)
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Valores da bolsa-auxílio por cidade

Os valores da bolsa variam de acordo com a localidade:

  • São Paulo (SP): R$ 2.300
  • Araçoiaba da Serra (SP): R$ 2.300
  • Cruzeiro (SP): R$ 1.650
  • Joinville (SC): R$ 1.500
Diversidade e inclusão como pilares do programa

A empresa destaca que diversidade e inclusão são pilares estratégicos para a inovação. A liderança participa de iniciativas voltadas à redução de vieses e ao fortalecimento de um ambiente corporativo mais inclusivo.

A proposta é promover um espaço onde diferentes perspectivas sejam valorizadas e onde os profissionais possam se desenvolver de forma autêntica.

Prazo final para inscrição

Os interessados devem se inscrever até o dia 24 de abril. O programa representa uma oportunidade para estudantes que buscam experiência prática em uma multinacional com atuação global e foco em inovação nas áreas de saúde humana e animal.

Programa de Estágio MSD 2026

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Batata: safra de inverno amplia oferta e coloca preços em alerta

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A oferta de batata deve ganhar força entre agosto e setembro com o avanço da colheita de inverno em Vargem Grande do Sul, no interior de São Paulo. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), somente em agosto deverá ser retirado do campo o equivalente a 35% da safra regional, elevando o acumulado colhido para 50% até o fim do mês.

O aumento sazonal da disponibilidade pode manter as cotações pressionadas no curto prazo, especialmente se a colheita avançar simultaneamente em outros polos produtores. Para o agricultor, o cenário reforça a necessidade de acompanhar o ritmo de entrada do produto no mercado, a qualidade dos lotes e os custos de classificação, armazenamento e transporte.

Em julho, a produtividade média das lavouras de Vargem Grande do Sul ficou próxima de 30 toneladas por hectare, abaixo do potencial da região. Colaboradores consultados pelo Cepea atribuíram o resultado ao excesso de chuva registrado em maio e junho e à elevada frequência de dias nublados, que reduziu a luminosidade e prejudicou a fotossíntese das plantas.

Para agosto, a expectativa é de recuperação do rendimento para aproximadamente 40 toneladas por hectare, patamar próximo ao observado nos últimos anos. A melhora, combinada com a concentração da colheita, deverá ampliar o volume ofertado ao mercado.

O produtor, entretanto, ainda precisa manter atenção redobrada ao manejo fitossanitário. Houve registros de canela-preta depois de cerca de 60 dias da tuberização, favorecidos pela elevação das temperaturas, embora a doença tenha sido rapidamente controlada. A requeima, presente desde junho, intensificou-se em julho e também contribuiu para limitar a produtividade. Apesar dos problemas, a qualidade dos tubérculos colhidos é considerada satisfatória.

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O avanço regional da oferta ocorre em um ano de redução da produção brasileira. O levantamento de julho do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima a safra nacional de batata-inglesa de 2026 em 4,2 milhões de toneladas, queda de 8,3% em relação às 4,58 milhões de toneladas produzidas em 2025.

A retração é explicada principalmente pelas perdas de área. O país deverá colher 121,8 mil hectares, 9,4% menos que no ano passado. A produtividade média nacional, por outro lado, está estimada em 34,5 toneladas por hectare, crescimento de 1,2%.

A terceira safra, correspondente ao cultivo de inverno, deverá produzir 892,2 mil toneladas, recuo de 19,3% frente a 2025. A área destinada ao ciclo diminuiu 23,9%, para 22,1 mil hectares. O rendimento médio esperado, contudo, subiu 6,1% e alcança 40,3 toneladas por hectare.

Isso significa que o mercado pode enfrentar dois movimentos diferentes. No curto prazo, a concentração da colheita entre agosto e setembro amplia a oferta e pode pressionar as cotações recebidas pelo produtor. No conjunto do ano, porém, a disponibilidade nacional deverá ser menor que a registrada em 2025.

A queda de preços já apareceu no varejo. A batata-inglesa recuou 19,59% em julho no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A continuidade desse movimento dependerá do ritmo da colheita, do rendimento das lavouras e da qualidade comercial dos lotes que chegarem aos atacados.

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Apesar de produzir mais de 4 milhões de toneladas por ano, o Brasil não exerce papel central no mercado mundial. Dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) mostram que o planeta produziu 390,4 milhões de toneladas de batata em 2024. O Brasil respondeu por aproximadamente 1,1% desse volume e ocupou a 18ª posição entre os países produtores. China e Índia lideram com ampla vantagem.

A produção brasileira é direcionada principalmente ao mercado interno. No comércio exterior, o maior desequilíbrio está nos produtos processados. Em 2025, considerando a pauta formada por batata-doce e batatas preparadas ou conservadas, o país exportou 36,5 mil toneladas e importou 345,7 mil toneladas — um volume importado quase 9,5 vezes superior ao exportado.

As compras externas foram lideradas por batatas preparadas e conservadas, especialmente produtos congelados destinados ao varejo e ao setor de alimentação. Argentina, Bélgica, Países Baixos e Egito estiveram entre os principais fornecedores. O déficit não significa falta de batata fresca no país, mas revela a dependência brasileira de produtos com maior grau de processamento industrial.

Para o produtor, a entrada no pico da safra exige atenção à comercialização. Mesmo com uma produção nacional menor em 2026, a concentração temporária da oferta pode reduzir preços e margens. Qualidade, produtividade, escalonamento da colheita e negociação antecipada serão determinantes para atravessar o período de maior disponibilidade.

Fonte: Pensar Agro

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