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MPPR recomenda que Municípios de Francisco Alves e Iporã adotem medidas efetivas para o aumento da cobertura vacinal entre o público infantojuvenil

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Iporã, no Norte Central do estado, emitiu recomendações administrativas para que os Municípios de Iporã e Francisco Alves tomem providências para melhorar a cobertura vacinal entre o público infantojuvenil. A medida foi adotada após a constatação de que a porcentagem de pessoas vacinadas nessas cidades teve queda bastante acentuada.

Entre as ações recomendadas aos destinatários dos documentos – os prefeitos e secretários de Educação e de Saúde e os Conselhos Tutelares dos dois Municípios –, estão: a exigência da carteira de vacinação completa na matrícula e rematrícula nas instituições de ensino (excluídas as da educação infantil), com a comunicação ao Conselho Tutelar nos casos de falta de vacinas (sem que isso implique negativa de matrícula); o registro adequado das vacinas nas carteiras de vacinação dos usuários e nos sistemas de informação do Ministério da Saúde; o combate às informações falsas sobre as vacinas e a orientação da população sobre o calendário vacinal; ações coletivas de educação em saúde, de modo a estimular a vacinação; a adoção de protocolos para verificação da regularidade do quadro vacinal da população infantojuvenil; a capacitação dos agentes municipais de saúde para identificação de eventuais falhas; estabelecimento de rotinas e fluxos de trabalho para monitoramento mensal da vacinação pelas unidades de saúde, buscando atingir metas pré-estabelecidas; e o mapeamento de bolsões de pessoas não vacinadas, com busca ativa dos faltosos.

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Expedidos nesta semana, os documentos estabelecem o prazo de 30 dias para que os destinatários informem ao Ministério Público as providências adotadas para seu cumprimento.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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