Connect with us


Paraná

MPPR lança canal no aplicativo WhatsApp voltado aos cidadãos

Publicado em

O Ministério Público do Paraná agora tem um canal no WhatsApp voltado especialmente para o cidadão. A instituição é a primeira entre os MPs brasileiros a aderir à nova ferramenta do aplicativo de mensagens, criada para envio unidirecional de mensagens e informações de forma simples, confiável e privada. 

O Canal do MPPR foi criado para a sociedade: o objetivo é estar mais próximo de quem precisa da instituição, com informações sobre legislação, cidadania, notícias da atuação e outras ferramentas que possibilitem que o cidadão conheça seus direitos fundamentais e busque os canais certos para garanti-los. 

Os Canais do WhatsApp estão disponíveis na aba “Atualizações” do aplicativo de mensagens, que fica separada das conversas com amigos, familiares e colegas de trabalho. Um dos principais diferenciais é que o serviço de transmissão oferece mais privacidade, já que o número de telefone do MPPR não fica disponível aos seguidores do canal, por exemplo. Da mesma forma, seguir um canal não vai revelar o número de telefone do usuário ao administrador ou a outros seguidores.

Leia mais:  Mais 128 famílias de Araucária conquistam a casa própria com apoio do Estado

Membros, servidores e estagiários do MPPR são fundamentais para ajudar a divulgar a nova ferramenta com amigos, familiares e com todo cidadão que puder se interessar em conhecer melhor seus direitos e a atuação do MPPR para garantir que esses direitos sejam efetivados.

Para seguir o Canal do MPPR

Acesse pelo QR Code:

qr code

Acesse pelo link: click.mppr.mp.br/canalmppr

Ou procure o Ministério Público do Paraná em “Encontrar Canais”, na aba “Atualizações” do WhatsApp.

Fonte: Ministério Público PR

Comentários Facebook

Paraná

Bombeiros reforçam alerta sobre perigo nas cavas após ocorrência em São José dos Pinhais

Published

on

O resgate de três homens, apenas um deles com vida, após o naufrágio de uma embarcação em uma cava na região de Campo Largo da Roseira, em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, alerta para os inúmeros riscos nesses locais. As duas vítimas que morreram foram localizadas na manhã desta segunda-feira (8) por equipes especializadas do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR), após desaparecerem na tarde de domingo (7).

De acordo com a corporação, as buscas foram retomadas no início da manhã desta segunda por equipes do Grupo de Operações de Socorro Tático (GOST), que empregaram a técnica de mergulho com equipamento autônomo para localizar os corpos no fundo da cava.

O caso serve de alerta para os perigos associados às cavas e lagoas, locais frequentemente utilizados para pesca, banho ou passeios de embarcação, mas que podem apresentar riscos elevados aos frequentadores. Além disso, a água desses locais também pode não ser própria para banho, representando riscos à saúde.

As cavas são áreas alagadas formadas, geralmente, após a extração de areia, argila ou outros materiais. Embora muitas vezes tenham aparência tranquila, esses ambientes costumam possuir margens escorregadias, profundidade elevada, desníveis abruptos, água turva e fundo irregular, fatores que dificultam tanto a sobrevivência de vítimas quanto as operações de resgate. Também não são locais próprios para banho e não contam com estrutura de guarda-vidas ou monitoramento permanente.

Leia mais:  Aporte de R$ 11 milhões: Copel reforça energia em Maringá com novas redes

Segundo a capitã Luisiana Guimarães Cavalca, a falsa sensação de segurança é um dos principais fatores de risco nesses locais. “Diferentemente de rios e praias, muitas pessoas associam as cavas a ambientes mais tranquilos. No entanto, elas podem ter profundidades muito superiores ao que aparentam, além de água escura, baixa visibilidade e variações bruscas no relevo submerso. Também podem existir objetos, vegetação e até estruturas abandonadas no fundo, aumentando significativamente o risco de afogamentos”, explica.

A capitã destaca ainda que atividades realizadas em embarcações exigem atenção redobrada. “O uso de colete salva-vidas é fundamental sempre que houver deslocamento em barcos, caiaques, pranchas de stand up paddle ou qualquer outra estrutura flutuante. Em caso de queda na água, o equipamento aumenta consideravelmente as chances de sobrevivência até a chegada do socorro”, afirma.

O CBMPR também alerta para os riscos do consumo de bebidas alcoólicas antes de entrar na água. Segundo a corporação, o álcool reduz a capacidade de reação, prejudica a coordenação motora e pode levar a uma falsa sensação de segurança, aumentando o risco de afogamentos.

Leia mais:  Ratinho Junior inaugura Ambulatório de Especialidades em Irati e autoriza novo Pronto Atendimento

Cuidados em cavas e lagoas:

Utilize colete salva-vidas em barcos ou outras embarcações;

Evite nadar em locais desconhecidos ou sem informações sobre profundidade;

Nunca entre na água após consumir bebidas alcoólicas;

Não superestime sua capacidade de natação;

Evite saltos ou mergulhos em áreas cuja profundidade não seja conhecida;

Informe familiares ou amigos sobre o local onde estará e o horário previsto de retorno;

Em caso de afogamento, ofereça objetos flutuantes ou cordas para auxílio, mas evite entrar na água sem treinamento específico;

Mantenha crianças sob supervisão constante e a um braço de distância;

Em caso de emergência, acione imediatamente o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193.

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262