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MPPR em Londrina emite recomendação a CMTU, prefeito e secretário municipal de Meio Ambiente com diretrizes para melhoria na gestão de resíduos

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O Ministério Público do Paraná, por meio da 20ª Promotoria de Justiça de Londrina, expediu recomendação administrativa voltada ao aprimoramento da gestão de resíduos sólidos na cidade. O documento foi dirigido ao prefeito, ao diretor-presidente da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) e ao secretário municipal de Meio Ambiente e inclui diversas diretrizes, notadamente quanto à regulamentação de contratos e garantia de remuneração e condições de trabalho para as cooperativas de catadores de materiais recicláveis.

Na recomendação, a Promotoria destaca o Programa Londrina Recicla, instituído pelo Decreto Municipal nº 829/2009, que tem entre os objetivos “tornar o sistema municipal de reciclagem formal mais efetivo; promover a destinação final ambientalmente adequada dos resíduos recicláveis e reutilizáveis; diminuir a quantidade de resíduos destinada ao aterro sanitário municipal; manter e aprimorar o apoio e incentivos às cooperativas ou outras formas de associação de catadores de materiais recicláveis formalizadas; promover a inserção de catadores informais de resíduos recicláveis no sistema formal”. Nesse sentido, considera o fato do Município e da CMTU não estarem investindo “de modo satisfatório e suficiente no sistema de coleta e, principalmente, não remunerar adequadamente os trabalhos desenvolvidos pelas cooperativas, fato que contribuiu para os problemas atualmente enfrentados no Município de Londrina.”

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Grupo de trabalho – O MPPR aponta que as proposições devem constar quando da assinatura dos novos contratos de prestação de serviço a serem firmados neste mês entre as sete cooperativas que trabalham na cidade e o Município, de modo que se contemple uma remuneração justa aos trabalhadores. Na recomendação, a Promotoria aponta alguns itens a serem incluídos nos novos contratos. O documento recomenda ainda ao prefeito e ao secretário que acatem e assegurem a efetivação das propostas do Grupo de Trabalho instituído em 2022 pelo MPPR para aprimoramento da gestão de resíduos sólidos no Município de Londrina. O colegiado foi composto por servidores do Ministério Público, da Secretaria de Ambiente, da CMTU e de professores de universidades, especialmente a Universidade Estadual de Londrina (UEL), e elaborou um estudo completo para a melhoria do serviço na cidade.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4469

Fonte: Ministério Público PR

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Homem denunciado pelo MPPR é condenado a 36 anos e 8 meses de prisão por feminicídio cometido na presença da filha da vítima em Nova Prata do Iguaçu

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O Tribunal do Júri de Salto do Lontra, no Sudoeste do estado, condenou na última sexta-feira, 2 de outubro, um homem denunciado pelo Ministério Público do Paraná pelo feminicídio da companheira, ocorrido em 16 de maio de 2025, no município de Nova Prata do Iguaçu. O réu foi condenado a 36 anos e 8 meses de reclusão pelo feminicídio e também por posse ilegal de munições de uso permitido.

Áudio do Promotor de Justiça Leonardo Penna Guedes Amin

De acordo com a denúncia, o crime ocorreu após uma discussão entre o réu e a vítima e foi motivado por sentimento de posse e controle em relação à mulher. O homem ficou inconformado com vídeos que ela publicava na rede social TikTok e a atacou com uma faca dentro da residência do casal. A filha da vítima, de seis anos, estava presente no local no momento do crime.

Após o feminicídio, o condenado deixou a filha na casa do avô paterno, dirigiu-se à residência da irmã da vítima e relatou o ocorrido. Na sequência, foi até o destacamento da Polícia Militar, onde se entregou.

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Aumento de pena – O Conselho de Sentença reconheceu o feminicídio e as três causas de aumento de pena: o fato de o crime ter sido cometido na presença física de descendente da vítima, o emprego de meio cruel e a utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima.

Além da condenação pelo feminicídio, o homem foi condenado por posse ilegal de munições de uso permitido. Após o crime, foram encontradas seis munições calibre .38 no guarda-roupas do réu.

Processo 0001557-68.2025.8.16.0149.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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